Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

SAUDADE

 

 

 

 Imagem Internet/ Salvador Dalí

 

 
 
Morri de saudade,
Dispersos estão meus pedaços
Por lugares nunca encontrados
No caminhar de meus passos.
 
Ninguém me pode impedir
De amar, de sentir, de sofrer
Ou me alegrar,
Pela minha liberdade.
 
As cítaras do meu pesar
Continuam caladas,
Não sabem tocar…
 
Ninguém me pode molestar
Ninguém me pode julgar
Ninguém me pode acusar!
 
 
Maria Luísa Adães
publicado por M.Luísa Adães às 10:57
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33 comentários:
De cuidandodemim a 13 de Julho de 2009 às 14:25
A saudade é ao mesmo tempo um dos piores e melhores sentimentos que já tive... Tem sempre coisas boas e más, mas cabe a nós saber torná-las boas... Recolha os pedaços devagar, um a um e tente juntá-los. O seu coração merece esse esforço...
bjns


De M.Luísa Adães a 13 de Julho de 2009 às 19:39

Obrigada pelo conselho amigo que me dá.
Vou tentar!

Beijos,

Mª. Luísa


De 100timento a 13 de Julho de 2009 às 15:34
Não é simples, por mais espontaneidade que haja há palavras que não devem nunca ser ditas.
Deito fora as minhas metáforas, porque são a chave, mascaro, enfeito, dou voltas e por cada volta fico preso a outra volta que na volta ficou atrás, pelo simples prazer de não me fazer entender.

Deixem que os meus olhos descansem agora … Hoje não consigo escrever, quando os dedos se movem de um para o outro lado, sinto-os negando a intenção da simples ordem de cair na tecla desejada. Há vontade, mas talvez não haja palavras … palavras tontas … as minhas palavras.

Todos se afastam quando o mundo está errado e afinal o que temos … apenas um catálogo de erros …fechem as portas, as janelas, apaguem as luzes já que não há mais nada a não ser estas minhas palavras sem forma … como eu.

Assim amiga te sinto neste poema,
Com respeito amizade e carinho o teu sempre amigo Rui


De M.Luísa Adães a 13 de Julho de 2009 às 19:48
rui

Não entendo o que pretendes dizer-me;
talvez não entendas o que digo...
Não sei, mas tu sabes!

Talvez entendas melhor do que penso;
não sei, mas tu sabes!

Talvez não gostes do que pretendo dizer!
Não sei, mas tu sabes!

Compartilha o segredo comigo,
ou fica, com as metáforas tuas e minhas.

Não sei, mas tu sabes!

Talvez as palavras não tenham forma.
Não sei, mas tu sabes!

Eu sei o que digo, mas não sei dizer de outra forma.
Tu sabes? Ensina-me!

Beijos da amiga,

Mª. Luísa


De noitesemfim a 13 de Julho de 2009 às 22:48
Recolher pedaços e uni-los num só e novo pedaço nunca será fácil.
Gostei muito do poema, parabéns!
Cumprimentos.


De M.Luísa Adães a 14 de Julho de 2009 às 09:44
noitessemfim

Obrigada pelo comentário. Muito bem entendido o poema e o que pretendo dizer.

Obrigada!
Volta sempre, gostei de ti!

Cumprimentos,

Maria Luísa


De MIGUXA a 14 de Julho de 2009 às 01:32
Maria Luísa,

E como pode a saudade doer
Morrer um pouco a cada instante
E por um grande amor sofrer
A liberdade é importante...

Não ninguém a pode julgar
Ou jamais soube o que é amar...

Beijo
Margarida


De M.Luísa Adães a 14 de Julho de 2009 às 09:40
Miguxa

Lindo o teu comentário. tão a meu jeito, tão
verdadeiro, tão certo!
Adorei encontrar-te e a tua compreensão deu-me
força e alento, quando dizes :

"Ou jamais soube o que é amar..."

Muito bom!O melhor que recebi!

Beijos,

Maria luísa


De Maria João Brito de Sousa a 14 de Julho de 2009 às 14:07
São cometas, as palavras
Que, de cada vez que passam,
Deixam bordados e lavras
Que outros apenas devassam.

Quem pode julgar seja quem for?
Quem pode molestar-nos, acusar-nos,
Se as palavras nos nascem com amor
E se o amor nos seve p`ras moldarmos?

Saudade é tela, é escultura,
Nota gravada na pauta
Onde o nosso amor perdura
Numa confissão incauta...

Amiga, também este teu poema me pareceu um hino. Talvez seja já um hino. Eu ouvi "as cítaras do teu pesar".
Um grande abraço!



De M.Luísa Adães a 14 de Julho de 2009 às 14:41
Mª. João

Lindo o hino que escreveste à minha "Saudade" .

Mostra-me um novo caminho
Sem ambiguidades,
Palavras simples de resposta
Honestas, percebíveis
A um poema simples,
Sem intelectualidades
Nefastas, desconhecidas,
ao sentir do Poeta
Que escreve sentimentos
E loucuras do momento...

Este dizer,
Vem ao encontro de mim
E eu entendo
E escrevo
Em seu louvor,
Ao Hino que exaltou
O Amor
...Com que escrevi.

Parabéns, Maria João - " poetaporkdeusker" .


Maria Luísa Adães


De Maria João Brito de Sousa a 14 de Julho de 2009 às 15:03
Um grande abraço para ti, minha amiga Maria Luísa. Que possamos sempre trocar um abraço através dos nossos poemas!


De M.Luísa Adães a 14 de Julho de 2009 às 17:13
Mª. joão

Que a nossa amizade de pessoas que amam e escrevem poesia, se eternize para além do espaço
sideral e ultrapasse o mundo Real!

Mª. Luísa



De Simbologia do aMoR a 15 de Julho de 2009 às 07:04
Oi Maria Luísa

Venho a este teu canto não para comentar, ma para dizer que prefiro não comentar o que escreve e sabes porquê.
Nunca a julguei, apenas disse que sentíamos a mesma coisa e, que para mim foi horrível o meu sentir. Prefiro sentir coisas boas do que ruim, por isso não voltei masi no teu blog e prefiro não ler o que escreves.
Você não tem idéia do que senti quando li teus 3 poemas e quando em Fátima eu estive e que lá ela deu-me inspiração pra escrever aquele poema que acho lindo "Meu Brasil - Pátria Amada", mas também não gosto de lê-lo porque vem as lembranças do que aconteceu. Claro que ninguém tem culpa, mas foi nosso sentimento idênticos os wuais não sei explicar. Por isso quero que me perdoe por aqui não aparecer mais.
Sinto que é boa pessoa, mas não quero sentir mais este tipo de coisa, acho que me entende.

Abraço.


De Sonhosolitario a 15 de Julho de 2009 às 13:23
olá querida amiga Luisa,
saudade+saudade quem as não tem,vivemos da saudade e com a saudade morreremos,porque toda está vida é feita de saudade.
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aqui fica está messagem de saudade
lindo adorei amiga Luisa
doce beijinho
sonhosolitario


De M.Luísa Adães a 15 de Julho de 2009 às 13:54
Sonhosolitario

já tenho saudades tuas.

Bom amigo, me alegrou muito o teu comentário;
estou bastante esquecida! Vês o que faz a ausência?
Nada é eterno, tudo é saudade, mas o mundo Virtual é perito, no "Esquecimento".

Já tinha notado esse defeito, não em todos, mas na
grande maioria.

Adorei a tua mensagem de Saudade!

Volta rápido!

Beijos e obrigada,

Mª. Luísa


De Fisga a 15 de Julho de 2009 às 15:43
Olá Minha grande amiga. Maria Luísa. Olha amiga quantas saudades, das tuas belas sátiras e apelos amores e desamores, passados para a tela, e eu sem estar presente para me deliciar com a leitura, sempre tão apetitosa. Espero que agora não tenha que me voltar a ausentar. Olha minha amiga, de uma coisa ninguém te pode acusar. É de não deliciares as pessoas que te lêem, de as acarinhares, com as tuas afirmações de amor e amizade. Espero que o teu regresso tenho sido em grande, pois eu não o pude acompanhar, por meu mal. Parabéns pelo teu post. Que sendo muito pequenino, no tamanho, é muito grande na mensagem. Gostei muito Obrigado, vou considera-lo como um presente, para mim. Fico por aqui. Com um grande beijinho, para uma grande amiga. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 15 de Julho de 2009 às 17:21
Eduardo

Acabei de chegar há 8 dias e neste momento, deixas-te neste espaço, uma brisa leve e aromática de grande Alegria.

Que saudades grandes, meu amigo! Nem podes imaginar!Maiores do que o meu poema "Saudade".

Vinha na rua, a pensar na falta que me fazias na net, chego, abro o pc e encontro-te - é um milagre
da "Senhora Aparecida" padroeira do Brasil.

Eduardo e a tua saúde? Como te encontras? Tens
tanto a dizer e eu tanto a dizer e a perguntar.

Eu li no Brasil que ias embora do blogs, mas não tive
hipóteses de escrever e fiquei mais triste do que
estava.
Tão isolada estive de todo o mundo, por culpa de
ninguém, apenas minha!

Que feliz me sinto neste momento; agora eu estou
bem acompanhada!
Tenho tido a Mª. João - muito tem ajudado - mas
faltavas tu e a nossa cumplicidade no mundo virtual.

Escreve mais; diz da tua saúde, da tua ausência,
do que se passou nos blogs.
Eu recebi muitos comentários, aos quais, não poude
responder.
Conta-me das razões reais da tua partida! E vou
continuar a esperar e mando email.

beijos da amiga virtual,

Mª. Luísa


De 100timento a 15 de Julho de 2009 às 20:35
Pensei que fosse o fim

Mas a vida acabou por me ensinar

Que mesmo no caminho mais escuro

Há sempre volta a dar...

Lêem e chamam-me poeta

E tenho que os corrigir

Simplesmente me escondo nas palavras

E engano ao sorrir....

Minha vontade é de chorar

Mas não é isso que vou fazer

Também aprendi que posso ser feliz

Enquanto no meu sonho viver....

Beijinho amiga


De M.Luísa Adães a 16 de Julho de 2009 às 01:57
"Pensaste que fosse o fim"...

O fim de uma amizade?
O fim de uma conversa mal entendida?
O fim de quê, meu querido amigo?

E se te chamam poeta e te escondes nas palavras
que se pode fazer? Nada, apenas tentar entender
e aceitar como tu és e aceitar-me, como eu sou!

E se não me chamares poeta eu não reparo, esqueço,
mas não quero esconder-me nas palavras que tanto ajudam o meu viver.

Não chores as mágoas, os desalentos, a incompreensão dos outros.
Ergue-te e caminha
por entre os escombros,
até encontrares
o que procuras
nas noites silenciosas
do teu viver...
Sempre na noite,
no silêncio agreste
da tua ilusão.

Sai do teu sonho
e sorri...
E não escondas
nada do teu sentir
nas palavras,
nos vocábolos amados
que brilham como pedras de mil cores
e são espuma, orvalho
e esplendor.

Agarra as palavras em voo
sente a sua vibração
e ama-as para teu conforto
e desalento, quando ele te toca
como o resto de um naufrágio
a tocar as areias brandas e leves
das nossas praias.

E continua a viver,
Continua a escrever,
E sê meu amigo...

Aceita
Podem levar-te tudo...
mas te deixem as Palavras!

Ama as palavras,
mas não te escondas
e não enganes ao sorrir...

Com ternura,

Maria luísa


De 100timento a 16 de Julho de 2009 às 15:45
Respondo-te com a mais longa poesia jamais escrita por alguém...OBRIGADO!


De M.Luísa Adães a 16 de Julho de 2009 às 16:33
Rui

Agradeço a tua longa poesia, ao poema "Saudade".

Com ternura,

Maria luísa


De Fisga a 16 de Julho de 2009 às 10:57
Olá amiga Luísa. Olha para começo de relato quero dizer-te que fiquei muito triste por saber que foste mal entendida. O que é uma pena, mas sabes? Eu tenho por hábito dizer que as acções, boas ou más, não são transmitidas a que se dirigem, antes ficam sempre em posse de quem as pratica. Por isso não te deixes magoar por isso. Eu não fui ler os comentários, com aliás nunca faço, porque o meu tempo não dá para isso. Mas gostei de saber por ti, que a M. João te deu apoio. Ela é uma grande amiga, tem um coração de oiro, é um amor de pessoa. Amiga eu ainda não tive tempo de ver bem o teu poema, mas já deu para ver que é um relato de um período de saudade atroz que te deu muito que pensar. Como isso não bastasse ainda foste mal interpretada, não ligues as acções ficam sempre para quem as pratica e nunca para quem se tenta atingir com elas. Um beijinho e espero que vás ficando cada dia mais forte para enfrentar a tempestade. Um beijo deste amigo que muito te presa. Eduardo. P. S. quero dizer-te com toda a franqueza, que o poema está uma beleza tem um conteúdo muito claro e acessível.


De M.Luísa Adães a 16 de Julho de 2009 às 11:27
EDUARDO

Te encontro, como nos velhos tempos tão recentes
que não tiveram tempo de "ser velhos".
Não gosto da palavra "velho" , não gosto por mim e pelos outros a quem amo e por aqueles que nem conheço...Até o desconhecido, entra no meu sentir.

Basta-me a amizade pura e sincera - o resto, eu tenho! E espero ter sempre, até ao "Final " desta
vida!
Quantas vezes tenho pensado em deixar o blogs
no auge e não voltar...Serei capaz de o fazer?
Não sei o que se me vai deparar
Não sei como vou viver
dessa forma,
mas te tenho, amigo, para me entenderes
e à nossa amiga, para ajudar.

Pretendi escrever um poema claro e acessível e o
fiz, com amor.
O resto, é como tu dizes, com a "sabedoria" que tu
tens - o resto, não é comigo!

Obrigada por voltares!

Beijos da Mª. Luísa


De Fisga a 16 de Julho de 2009 às 17:52
OLÁ AMIGA Luísa. Nós dizemos hoje que não somos capazes de certas coisas e amanhã estamos a faze-las sem nos darmos conta. Nós somos capazes de tudo e de mais alguma coisa. Não é sempre de boa vontade que somos capazes, mas umas de boa vontade e outras por falta de alternativa, vamos sendo capazes de tudo. O tempo não nos dá confiança para desculpas, fazemos e pronto. Tu não podes ainda pensar no termo abandono. Porque tu ainda és uma miúda, comparada comigo, já eu não estou nesse barco contigo eu estou no outro que partiu há já muitos anos. Um beijo deste amigo. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 16 de Julho de 2009 às 20:24
Eduardo

O Barco é e será sempre o mesmo! Não há diferença
entre nós e o nosso estar neste mundo virtual.
Por vezes ,vamo-nos abaixo e não queremos continuar.
E isso eu já senti, mas não gosto que me digas que tu estás num barco que partiu e eu estou no barco que chegou.
Não quero sentir isso, como uma realidade.
Pois se acontecer, tu vais e eu fico... Ninguém
pode prever o momento de partir.

Tu regressaste e espero tenhas saúde para permanecer de pé e forte, no mesmo barco onde eu
faço a viagem pelo mundo.

No virtual não há idade fisica, apenas idade mental.
Uns têm determinados dons, todos diferentes, mas
aqui estamos com a mesma finalidade.
Amáveis, bons, simpáticos e cultos para quem nos
procura com amizade.
Não se fala na distância da idade, isso é para esquecer.

com carinho,

Maria Luísa


De Fisga a 17 de Julho de 2009 às 11:30
Olá Amiga Luísa. Desculpa se te magoei, não era a minha intenção. Na realidade tu tens toda a razão no que dizes. eu é que sou um minhoquinhas, desculpa mais uma vez. É uma pena que toda a gente que anda por estas bandas, da blogosfera, não pensem e não vejam a vida como tu. Tu és um anjo na terra, um poço de carinho, amizade e compreensão. obrigado por isso, e que te sintas sempre recompensada por seres assim. Beijinho deste amigo do peito. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 17 de Julho de 2009 às 11:46

Meu amigo não me magoaste - tu és um espanto de
amigo!
E faz como te digo : - elimina os emails, sem os
abrires e recomeça de princípio, esquecendo o que ficou escrito no passado!
Tens de cuidar de ti! Dedica-te ao teu blogs e aos
amigos que tanto te estimam e esquece a quantidade de coisas a que aderiste.
Isto é um conselho a ser tomado em conta.

Obrigada pela análise de doçura que fazes de mim.
Muito bom, encontrar-te de novo!

beijos e até já,

Maria Luísa


De Fisga a 17 de Julho de 2009 às 12:06
Olá amiga Luísa. Obrigado pelo conselho, vou ver se ganho coragem para o seguir Beijo. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 17 de Julho de 2009 às 18:37
Eduardo

Ganha coragem para o fazeres; segue o conselho de
uma amiga e tudo vai ser mais fácil.
Elimina tudo e parte do zero, coloca um texto teu,
com calma e inicia a tua vida sem stresse.

E acaba com as outras coisas a que aderiste. Fica
com o teu blogs, nada mais!
Eu tenho o blogs, os amigos do blogs e não respondo,
a outros convites.
Mas faz mesmo isto! Se não o fizeres, voltas aos mesmos problemas de saúde.

Coragem!
Mª. Luísa


De Fisga a 19 de Julho de 2009 às 17:09
Olá amiga Luísa. Obrigado pela tua preocupação. Mas espero não voltar mesmo. Iria ser muito penoso para mim. Beijinho deste amigo do peito Eduardo.


De M.Luísa Adães a 19 de Julho de 2009 às 19:01
Eduardo

Congratulo-me por concordares comigo e te
afastares de grande parte do problema e ficares mais liberto, calmo e com todo o tempo do mundo.
Sem canseiras! Apenas os teus amigos "Maiores",
a tua vontade, a tua saúde controlada.
E nós todos, ficamos felizes!

com carinho,

Mª. Luísa


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