Terça-feira, 2 de Novembro de 2010

Luzes a Acender

 

 

 

Eu quero dizer!...

 

Mas espero o acordar

Daquele Mar

Sonolento e lânguido.

 

Vou ficar!

Rodeada da neblina

Do entardecer.

 

Do vento cantante

De terras distantes

E Luzes a acender...

 

 

Maria Luísa

publicado por M.Luísa Adães às 15:32
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36 comentários:
De Rosinda a 2 de Novembro de 2010 às 16:30
Que haja sempre uma luz a acender e que essa luz nos vá mostrando o caminho...
Gostei do poema. :-)
Um beijinho M.Luísa.
Rosinda


De M.Luísa Adães a 2 de Novembro de 2010 às 18:38
Rosinda

Obrigada por gostar!

Eu peço o mesmo,

uma luz a acender que nos vá mostrando o caminho.

Agradeço a atenção,

Maria Luísa


De FatimaSoares a 2 de Novembro de 2010 às 18:35
Olá minha amiga! Lindas estas palavras que acabem em luz e todas elas brilham. Um beijinho muito grande com muito carinho. O melhor do mundo com paz e amor.


De M.Luísa Adães a 2 de Novembro de 2010 às 18:41
Fátima

Agradeço tua presença e tuas palavras.

Há muito não te encontrava e senti a tua falta.

E a luz acenda e te ilumine sempre, o teu caminho.

Beijo,

Maria Luísa


De oriona a 2 de Novembro de 2010 às 21:08
Luzes hão de acender sempre e novos caminhos ao brilho da luz mostrar, e vamos juntos ao acordar do mar reverenciar mais um dia que nasce com a renovação e a esperança do amanhecer.

Belas palavras e belas imagens.

Todo o meu carinho deixo.

Beijos


De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2010 às 17:12
Obrigada Oriona que deixas muitas saudades.

O teu pedido poético se junta ao meu, na esperança do amanhecer.

Se possível, te pedia para ires ao meu blogs:

http://premios-prosa-poetica.blogs.sapo.pt

Encontras a tragédia que se passa neste momento no Irão.
É um blogs intimista onde escrevo muitas coisas de que gosto.E gosto muito deste blogs!

Este é um apelo de todo o mundo. junta o teu nome
à minha análise poética.

Beijos e obrigada,

Mª. Luísa


De jabeiteslp a 2 de Novembro de 2010 às 23:45

saudades
saudades de algo bonito...

beijinhos Luisa
e uma feliz noite


De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2010 às 17:17
Saudades da beleza da Serra, muito próximo de mim.

Saudades do livro que escrevi e lancei há nove anos.

O que aqui estou a colocar pertence ao livro. As
imagens vêm da Net, mas são autênticas.

Arrábida, Serra, Mae e Vento (esgotado)

Beijos,

Maria Luísa


De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2010 às 17:19
Erro a rectificar:

Arrábida, Serra, Mar e Vento"

Desculpa o lapso no Mar


Mª. L.


De jabeiteslp a 6 de Novembro de 2010 às 10:16
um feliz e grande dia...

http://videos.sapo.pt/sQqsY4Ko5VUL0P3gFTyi

vais gostar e recordar...


De M.Luísa Adães a 7 de Novembro de 2010 às 10:02
Jabei

Lindo vídeo. Uma recordação para ficar!

Belos tempos a passar tão rápido...

Obrigada pela oferta!

Beijos, amigo,

Mª. Luísa


De jabeiteslp a 7 de Novembro de 2010 às 14:04
muito amor e amizade
nesta cidade sem idade...

que pra velho ...só eu...hé hé hé

gosto desta malta...

beijinhos e boas melhoras ao Maldonado


De M.Luísa Adães a 7 de Novembro de 2010 às 16:46
Jabei

O Maldonado não é Maldonado,
Eu sou Maldonado
e adoptei o Adães para finalizar.

Ele é Adães! E há muito a fazer, pois não está melhor.

Obrigada pelo cuidado,

Mª. Luísa


De jabeiteslp a 8 de Novembro de 2010 às 13:54
até pensei que fosse espanhol

or acaso não será daqui ?
é conheço dos tempos de estudante
um Adães...

melhoras para ele e uma feliz tarde


De M.Luísa Adães a 8 de Novembro de 2010 às 15:57
Jabei

Adães - o nome é espanhol.

Vieram de Espanha por ordem do rei e ficaram em
Portugal.

Maldonado (meu nome) também vieram de Espanha,
mas esses tinham brasão.
Foram postos fora pelo rei e a fortuna foi confiscada.

No nosso tempo, mas antes de nós, os que estão no Alentejo, casaram com os "Cortes" cavaleiros
tauromáticos e daí nasceu o nome de:

"Maldonado Cortes"

Como vês acertaste no Adães.
Desconhecias a história dos "Maldonado".

Encontras no blogs o Brasão da Família.

Dinheiro não há e a saúde anda a fugir.
Poeta só eu!

Beijo,

Mª. Luísa


De jabeiteslp a 9 de Novembro de 2010 às 11:43

uau
já tinha reparado no brasão

e então deve ser uma história daquelas
dentro da história...

há que acreditar
que tudo iremos ultrapassar...

beijinhos e uma grande feliz tarde

boas melhoras tambem


De M.Luísa Adães a 10 de Novembro de 2010 às 12:19
O Brasão é bonito - eu gosto - é a única razão para
o trazer.
Como sou única na família a escrever, me cabe esta e outras espécies de "Missão".

Ainda faltam dois exames importantes - Tac e
Campos Visuais. Um deles a fazer amanhã, a Tac
ainda não sei o dia.

Foi uma paralisia na pálpebra, não é problema do olho,
mas alguma coisa ocasionou, ou apenas corrente de
ar.

Não tenho tido tempo de te visitar. Está tudo muito incerto, por enquanto...

Estou no google e no prémios!

Beijos e até logo,

Mª. Luísa


De jabeiteslp a 10 de Novembro de 2010 às 14:12
boas melhoras
e uma feliz tarde Luisa...
beijinhos


De M.Luísa Adães a 10 de Novembro de 2010 às 14:35
jabei

Obrigada pelo humanismo e a companhia.

Um abraço,

Mª. Luísa


De MIGUXA a 3 de Novembro de 2010 às 00:59
Amiga,

Belo o teu poema...
Cheiroso o ar do mar...
Reconfortante o entardecer...

Gostei muito Maria Luísa
Beijos com carinho
Margarida


De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2010 às 17:22
Obrigada Margarida pela tua presença e tuas
palavras. Belos tempos...

Desejo " Luzes a Acender" para ti...

Beijo,

Mª. Luísa


De cuidandodemim a 3 de Novembro de 2010 às 12:04
Olá Maria Luísa.
Eu acredito que temos de ficar onde o nosso coração manda...
Bjns


De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2010 às 17:24
cuidandodemim

Verdade, ficamos onde o coração manda e só assim,
vale a pena viver.

"Luzes a Acender" para ti e toda a tua vida.

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2010 às 15:01
Tens razão, amiga... sei que é cedo para uma apreciação, mas este teu poema é mais sintético, mais breve e nele, pareces-me personificar-te na própria serra... melhor; na "alma" da serra.
Abraço grande!


De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2010 às 17:39
Minha linda amiga

A apreciação que eu pedi é para os versos que
estão no google.

Estes versos são do livro que foi lançado há nove
anos em Setúbal numa noite de Julho, muito quente,
na C.M.Setúbal, estava comigo o Dr. Henrique Barrilaro Ruas (já falecido e fundador do partido
Monárquico, grande amigo do Duque de Bragança)

O Duque não estava, é evidente, mas o encontrei
mais tarde no "Rei dos Livros" (faliu há uns meses, ou
um ano)
quando do lançamento de um livro importante
"Os Lusíadas" composto pelo Dr. Henrique Barrilaro
Ruas.

Este Senhor era muito meu amigo, por conhecimento de meu marido.
Foi o meu segundo Livro.

Linda história verdadeira que me trouxe boas
recordações.

Beijo,

Mª. Luísa

p.s. só vou estar o mês de NOVEMBRO em Portugal.
se Deus quiser.

Mas os poemas a que me referi, estão a ser escritos no google e peço a tua opinião.


De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2010 às 17:50
:( Perdoa-me Maria Luísa. Nem imaginas como tenho estado atrapalhada com o meu correio do gmail que entupiu completamente... depois é muito difícil excluir mensagens e pps`s sem ao menos os ter lido... mas teve de ser!
Vou tentar ir ao Google.
PS - A iraquiana Sakineh - penso que se escreve assim, mas estou demasiado sem tempo para confirmação - não foi morta esta tarde. Enviei email, mas convém que se continuem a enviar muitos mais!


De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2010 às 18:06
O nome está bem escrito - acaba em h.
O meu estava errado, reparei agora, mas já emendei

Esta manhã já se sabia que ela não ia ser morta hoje.
Disse Berlim - até porque eles têm uma determinada hora para matar e essa hora já tinha passado quando Berlim deu a notícia.
Esperam para amanhã, por isso pedem apelos, nas
doze horas que lhe restam.

Não te preocupes, mas descansa um pouco.
Eu também estou muito cansada. A análise assim pequena, deu muito trabalho.
O poema é de um livro meu publicado há 10 anos,
"Não Sei de Ti" (também esgotou e nem tenho livro para oferecer - fiquei com dois para mim, apenas).

Obrigada pela tua amizade,

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 4 de Novembro de 2010 às 12:19
Tenho andado meia tonta por causa da antena do prédio... mas já passa do meio dia! Eu só cheguei agora e vou ter de sair já de seguida para não chegar atrasada ao almoço... Deus queira que não tenha havido execução! É atroz!
Um abraço grande, grande!


De M.Luísa Adães a 4 de Novembro de 2010 às 14:56
Mª. joão

Espero que leias.
Não houve execução. Escrevi sobre isso no prémios.

Vai por lá e sabes o que se vai passando.

Estás cada vez mais cheia de confusão e trabalhos.

Olha que eu também não estou bem e aqui em casa,
a saúde está a faltar.

Assim, não és para ti, nem para ninguém!

Maria luísa


De poetaporkedeusker a 4 de Novembro de 2010 às 15:08
Ai... tens razão! Mas eu lido muito mal com várias coisas para fazer... penso que seja uma sequela daquele episódio mais dramático da minha vida. Ainda ficou alguma inteligência mas, só se consegue direccionar para uma situação de cada vez... parece que sou como os computadores muito velhotes que levam muito tempo a ligar e a desligar ou a mudar o browser... e esta coisa do telhado também me faz muita confusão, por mais que eu entenda que tem mesmo de ser comigo pois mais ninguém tem acesso à cobertura.
Olha, eu já deveria ter saído, mas o senhor amigo, que ficou de me dar boleia , ainda não apareceu...
Se eu "desaparecer", já sabes! Não te assustes!
Vê se descansas também tu. Eu fico sempre um bocadinho pateta quando tenho várias solicitações...
Abraço gde!


De M.Luísa Adães a 4 de Novembro de 2010 às 15:34
Entendo que há uma confusão enorme no teu viver.

Mas tu também provocas a confusão.

Mete tudo numa gaveta arrumada (tem de estar arrumada) e todos os dias vais desarrumando tudo.
Não estou com paciência, mas já disse o porquê,
só que tu não te lembras!

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 4 de Novembro de 2010 às 16:06
Não falo de situações que se possam meter numa gaveta! Tem a ver com a forma como se apreendem as coisas e, depois, se transformam, ou não, em matéria prima da criatividade. Tem a ver com a própria essência e não com desarrumações materiais. É mais como se eu tivesse perdido alguma da capacidade que tinha de gerir várias situações práticas... provavelmente em favor da constante onda de criatividade e cuidados aos animais mais doentes, como o Kico que ainda por cá anda, mas está francamente malzito...
Eu já deveria ter saído... tu estás sem paciência porque
também não estás muito bem de saúde e tens problemas em casa, tanto quanto me recordo.
Será que o amigo que ficou de me dar boleia se esqueceu? Começo a preocupar-me...
Abraço grande!


De M.Luísa Adães a 5 de Novembro de 2010 às 15:46
Entendo Mª. João.
Te entedo e te aceito como tu me aceitas, com
benevolência, paciência e amor poético.

Saudades,

Mª. Luísa


De M.Luísa Adães a 5 de Novembro de 2010 às 15:48
rectificar erro: "Entendo" em vez de entedo.

Peço desculpa, foi tudo muito rápido!

Mª. Luísa


De Anthos a 4 de Novembro de 2010 às 14:59
Que se acendam as luzes e vamos comemorar, os

teus poemas, todos diferentes, todos se parecendo.

Anthos



De M.Luísa Adães a 4 de Novembro de 2010 às 15:34
Seria bom, se fosse possível!...

M. L.


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