Sábado, 3 de Julho de 2010

FOGO

 

 

 

 

 

                  

Procuro aquele amor de fogo

Onde se escondeu esse fogo?

Procuro meu amor.

 

Ele foi levado para outro mar,

Eu fiquei no mesmo mar,

Olhando a distância no Luar.

 

Não posso percorrer a estrada

Feita da espuma do mar

E te encontrar no outro lugar.

 

Meus sonhos se rasgam

Entre a “Maré e a Bruma”

E continuo esperando…

 

Vejo o mar, um barco a navegar,

Mas não vejo o outro lado do mar

O convexo da Terra, não deixa olhar.

 

E o fogo com água a pingar,

Se pode apagar

E acabar com nosso acreditar.

 

Mas procuro sempre, aquele fogo

E sei onde está,

Mas não lhe posso tocar.

 

Eu sei ver-o-mar e as sombras,

Conversando entre espumas

De símbolos e enigmas.

 

Me parece e sinto

Que perdi esse amor de fogo,

Por culpa da anatomia

Do lugar onde me encontro.

 

E a canção do mar é tudo,

No fim de meus dias!

 

 

 

Maria Luísa

publicado por M.Luísa Adães às 11:04
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76 comentários:
De jabeiteslp a 3 de Julho de 2010 às 12:33

"Eu sei ver o mar e as sombras,
Conversando entre espumas
De símbolos e enigmas..."

bonito
mesmo bonito

joicas e bom fim de semana
gelo nesse joelho e boas melhoras


De M.Luísa Adães a 3 de Julho de 2010 às 12:48
João

"Me parece e sinto
Que talvez tenha perdido
Esse amor de fogo,
Por culpa da anatomia
Convexa da terra!...

Obrigada por gostares,
eu também gosto!

Um abraço grande,

M. Luísa


De MIGUXA a 3 de Julho de 2010 às 15:34
Maria Luísa,

Amiga,

"FOGO" - Amor de fogo que procuras, calor ardente que se queda pela distância mas que reacende a cada sopro de memória...Amor cheiro de maresia que morará para sempre em ti...

Belo!

Beijos com saudade
Margarida



De M.Luísa Adães a 4 de Julho de 2010 às 11:28
Miguxa

Tu disseste tudo!... "FOGO, "reacende a cada sopro
da memória"...

Eu tenho de agradecer tua sensibilidade ao que escrevo e tua lembrança de mim.

Escrevo para os amigos que me restam no Sapo, onde
tu estás incluída e tenho nisso, grande alegria.

Com saudade,

Mª. Luísa


De retornodemim a 4 de Julho de 2010 às 10:27
Ola Amiga...
Li e gostei do poema
um pouco melancòlico
um pouco triste
mas belo...
A chama do amor
nunca se apaga
somente adormece
para avivar de novo.

Um beijinho do amigo Rui


De M.Luísa Adães a 4 de Julho de 2010 às 11:33
Rui

Feliz por te encontrar, meu amigo de sempre!

"Triste, mas belo", o poema - tu o dizes e eu aceito teu dizer!

Agradeço te lembrares de mim!

Com saudade e ternura,

Mª. Luísa

Mª. Luísa


De cuidandodemim a 5 de Julho de 2010 às 13:18
Também desejaria ter um fogo permanentemente aceso dentro de mim, sem nunca o apagar, mas já aprendi que não se consegue, por vezes esse fogo apaga-se porque para além do fogo há o ar, a terra e a água. Nem sempre pode haver fogo, em tudo na vida tem de haver um equilbrio. Sem os outros elementos existirem, não daríamos tanto valor ao fogo...
Bjns


De M.Luísa Adães a 5 de Julho de 2010 às 13:32
Concordas com o fogo do amor, mas eu digo:

"E o fogo com água a pingar,
Se pode apagar
E acabar nosso acreditar..."

E vens com tua resposta ao meu encontro.

Podes fazer o favor de ir aoa prémios-prosa-poetica
basta clicar na palavra "Prémios".

És enfermeira, mas eu gostava que muitos e muitos
meditassem no símbolismo da vela acesa.

Eu a levei aos premios, depois de a retirar de um email de Miguxa, acerca da doença.

Podes levá-la a mais amigos, mesmo os que não gostam de mim? Agradeço amigos e inimigos - todos
pertencem ao mundo e nã há escolhas, nestes casos.

Desculpa o pedido! Beijos e obrigada,

Mª Luísa


De poetaporkedeusker a 5 de Julho de 2010 às 17:32
Estás melhor, Maria Luísa?
Confesso que este teu poema me intriga... é mais do que sabido que a poesia é livre e se pode e deve cobrir de véus e brumas, mas , por muito sensível que seja a estas linguagens e liberdades poéticas, pergunto-me o que quererás dizer com " a culpa é da anatomia convexa da Terra"... sei que se pressupõe a distãncia, mas não me parece que seja só isso... enfim... eu nem costumo gostar nada, nada de fazer perguntas, desculpa-me esta dúvida...
Abraço grande!


De M.Luísa Adães a 5 de Julho de 2010 às 18:37
Mª. João

Estou esperando a ressonãncia magnética.

Até lá, tenho de andar de muletas e a perna está toda ligada e o pé esquerdo também. Estou medicada
pelo ortopedista e só à noite sei quando faço a
ressonância. Não devo andar, mas descansar.

Quanto ao poema:



Considerei a terra uma pessoa, de saliência curva, "arredondada externamente", portanto tem uma anatomia como qualquer pessoa, ou um ser
alienígena (estranha).

Mas considero essa anatomia, (estranha) como uma distância que não deixa ver o outro lado.

"Vejo o mar, um barco a navegar,
Mas não vejo o outro lado do mar
O convexo da Terra, não deixa olhar.

Eu sei ver-o-mar e as sombras,
Conversando entre espumas
De símbolos e enigmas. "

E consideras este dizer livre? Podes não gostar,
mas eu acho lindo! E me encanta esta forma de dizer.

Beijos e obrigada pelo cuidado, com a Mª. Luísa e o
poema.

Vai aos prémios, medita um pouco e pede por todos e por nós. Não gostava que aquela vela, ficasse despercebida, perdida...Mas vai ficar!

Maria Luísa




De poetaporkedeusker a 6 de Julho de 2010 às 14:43
Não vai ficar nada perdida a tua linda vela!!! Se eu conseguir "atinar" um bocadinho daqui até amanhã, vais ver que até vai parar ao Facebook!
A tua perna vai melhorar e eu entendo muito bem a forma como transportaste para o teu poema a convexidade da Terra. Parece-me lindissimo esse paralelo que criaste e admiro sinceramente esses teus diálogos com a espuma das ondas. Eu adoro conversar com as árvores e, até hoje, está para nascer uma coisa que me deixe mais deslumbrada do que um enorme grupo de formigas de asas. E tudo isto é muitíssimo verdadeiro, muitíssimo sincero.
Abraço grande!


De M.Luísa Adães a 6 de Julho de 2010 às 15:42
Mº. João

Quando posso, escrevo e vivo de símbolismos.

me pareceu que o poema é bom. Entendível? Isso não
garanto e tenho dúvidas.
Mas eu sou assim e quem gosta de mim,
me entende e interpreta como se sentir melhor.

A verdade do que pretendo dizer e para não me apareceres com a poesia livre (que não me agrada)
eu expliquei, mas porque tu -
és tu!

M. Luísa



De poetaporkedeusker a 6 de Julho de 2010 às 16:08
E é um bom poema... misterioso, mas belo. Pode ler-se várias vezes porque sempre se vislumbrarão novas portas entreabertas.
Caramba! Ainda não avisei quase ninguém... e seu fizer, amanhã um post no Contra-sensual, por exemplo? Na! As minhas filhas, se algumas vez por´lá passaram, nunca deixaram registo... preciso de avisar muita gente pessoalmente...


De M.Luísa Adães a 6 de Julho de 2010 às 16:25
M. J.

Pondera tudo com calma. Tu és ponderada (eu não sou) e faz como achares melhor!

O que fizeres será aceite! Aproveitemos o tempo,
na Hora Certa.

M. L.


De M.Luísa Adães a 6 de Julho de 2010 às 15:46
Atina com a vela da Fé e do Amor ao próximo, como a nós mesmos.

Entra no ritmo normal. Tudo quanto vais fazer,
outros fizeram.

Beijos, calma e espera em Paz e ajuda a Paz.

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 6 de Julho de 2010 às 16:49
Amiga, só para eu poder descontrair e tu sorrires mais um pouco, vou dizer-te como a minha irmã me costuma apelidar; " És tão calma que irritas! Tão calma que pareces atrasada mental!" :)) Mas hoje não... hoje estou em paz, mas tenho as mãos a tremer...


De M.Luísa Adães a 7 de Julho de 2010 às 12:35
M. João

A tua irmã acha que a tua calma parece atraso mental?

Os irmãos dizem coisas que ninguém diz.
São amigos e inimigos, ao mesmo tempo.
É ancestral!

Bºs. M. Luísa


De poetaporkedeusker a 7 de Julho de 2010 às 14:50
:)) Diz pois! E diz que a minha calma a irrita :))
Como muito bem dizes, é ancestral!
Bjo!


De M.Luísa Adães a 7 de Julho de 2010 às 15:24
M. João

Me fizeste rir de novo. Claro que é ancestral!

E me rio! Há pouco minha irmã me telefonou a saber do resultado da ressonânci- eh,eh,eh,eh,eh.eh.
a ressonância é ás 7H da tarde e ele telefonou ao meio dia. Eh, eh,eh,eh,
Eu lhe disse, ainda não a fiz, é ás 7h da tarde -
Segundo ela, embora admirada, meu marido lhe teria dito, ser de manhã. Eh,eh,eh,eh. eh,... e assim sucessivamente....
Ela queria era contar uma fofoquice sem nexo e
aproveitou, se interessar por mim.

Oh! meu Deus que paciência é necessária.
É ancestral, não há outra explicação.

Me fartei de rir, alone, como sempre estou - não posso andar! Não pedi para ser beatificada! Não pedi! Deus me ajude!

Às vezes levo isto a sério - hoje não!

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 7 de Julho de 2010 às 16:33
Hoje não porque ainda estás fragilizada pela recente queda... mas não podemos levar as irmãs demasiado a sério! Gostar, claro que sim, mas aborrecer-me porque ela me acha demasiado calma? Nem pensar! Eu acho que ela parece um bonequinho de pilhas... com pilhas a mais :)))
Olha as horas! Afinal foste ou não fazer a ressonância? Ou estás com o portátil?


De M.Luísa Adães a 8 de Julho de 2010 às 10:40
M. João

Fui ontem às 7h da tarde fazer a ressonância.
O barulho que o aparelho faz, durante os 40m em que lá fiquei metida, sem me mexer, é de atordoar o mais forte.
Quem tiver coisas metálicas dentro do corpo. não
pode fazer este exame. Não dói, mas o barulho é como se estivesse a trabalhar numa pedreira, insuportável.
Está feito! Fica pronto, "não na próxima semana",
mas no "meio da outra semana".
Entretanto vou ao ortopedista do SAMS em Almada,
para ele ver a radiografia no computador e tomar
providências, quanto à ligadura da perna. Não a aguento - mas tenho de aguentar, pois essa consulta
é na próxima segunda-feira (muito tempo).

Entretanto uma coisa engraçada:

a minha irmã já tinha dito, ter feito uma "Ressonãncia" não sei a quê e eu calei (tinha de estar em 1º. lugar, mesmo na doença);

à noite me encontrou e perguntou se tinha sido difícil a injecção. Eu lhe respondi, não há nenhuma
injecção. Ela ficou atrapalhada, mas alterou o rumo
dizendo "pois a injecção é para outro exame. Mudou
de assunto.
Eu deduzi e bem que ainda não fez "nenhuma ressonância", aldrabona, ainda por cima.
Mora perto de minha casa, mas nem aparece lá, para
ver se preciso de auxilio (e preciso) pois isso lhe pode tirar a liberdade.
Conheço-a tão bem que até posso ler os pensamentos dela.
Nos amamos e odiamos - ela inveja o meu escrever, mas finge desmerecer tudo quanto faço, de forma acintosa para eu não ter dúvidas "de que sou um fracasso".

No entanto, eu preocupo-me muito com ela. Tem um
problema de "bócio mergulhante" de tal forma que a
operação é considerada de "alto risco"...mas nisso,
não fala! E se pode tornar muito grave, mas espero
a clemência de Deus, pois ela adora viver.

Somos diferentes a todos os níveis, até a nível fisico.

E eu tenho levado a vida a perdoar "as ofensas, a mim, ao meu filho, ao meu marido, à minha vida".

E no entanto, sofro pela saúde dela. Há pouco tempo
lhe disseram, o que referi acima. A filha é médica
e concorda com esse "alto risco", mas não fala no assunto.
Ela me despreza acintosamente, eu finjo não perceber. Mas é tudo, a inveja ancestral!

Um abraço,

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 8 de Julho de 2010 às 14:34
:)) Irmãs!!! Mas olha, a inveja é um sentimento terrível. Consigo racionalizá-la, mas tenho alguma dificuldade em entender. Parece-me uma coisa estranhíssima, quase uma daquelas "coisas" que se inventam só para os filmes e telenovelas... mas não. Parece que anda mesmo por aí, à solta...
A tua irmã deve ter feito uma TAC com contraste. Eu estive quase a fazer uma dessas mas felizmente o técnico perguntou-me se eu tinha algum historial alérgico e eu desfiei logo o rosário das maleitas auto-imunes. Fiquei-me pelo TAC simples...
Sabes que o meu Kico fica sempre pior quando há muito vento? Faz edemas da laringe, imagina. E também tem um problema alérgico, coitadinho.
Quanto ao teu problema, acredito que vá melhorar. Acredito mesmo do fundo do coração. Nós, poetas, temos uma grande vantagem em relação às pessoas comuns... temos um motivo fortíssimo para viver; a Poesia! E aqui eu acredito apoiando-me duplamente na emoção e na racionalidade. Ter uma razão para viver, ter objectivos, prolonga-nos sempre a vida, por muitos problemas físicos que tenhamos.
Abraço!


De M.Luísa Adães a 9 de Julho de 2010 às 19:41
Mª. João

por enquanto não estou melhor. Me sinto cansada, doi-me o joelho, o resultado da ressonância só vem daqui por 15 dias.
Mas segunda-feira vou ao meu ortopedista no sams de Almada e ele vê no pc as radiografias que me tiraram e já sei que tive uma hemorrogia interna no joelho.
Segunda, ele pode dar outra impressão à razão como me sinto, tirar ligaduras e eu ficar melhor,
até vir a ressonãncia.
Hoje não posso escrever mais, estou muito cansada,

Beijos,

Mª. Luísa


De M.Luísa Adães a 5 de Julho de 2010 às 18:42
"A Maré E A Bruma" é o nome do meu próximo livro.

Percebeu? Sei que sim!

Beijo,

Maria Luísa


De poetaporkedeusker a 6 de Julho de 2010 às 14:35
Então não sei? Sei sim senhora! Lembro-me muito bem do que escrevi, por muito desmemoriada que seja... ai, amiga, estou tão apatetada com este evento de sábado que acho que já nem sei o que estou a fazer...
Bjo!


De M.Luísa Adães a 6 de Julho de 2010 às 15:50
O evento de sábado te vai pertencer.

Não te iludas nem desiludas. Espera! O tempo o dirá!

Entra como Senhora altaneira no palco
e representa o teu papel!

Se for possível, levar a vela ao Facebook, bom seria.

Beijo e tudo que tem de acontecer, acontece.
Que seja por bem!

M. Luísa


De poetaporkedeusker a 6 de Julho de 2010 às 16:54
É por bem, amiga e a tua vela há-de chegar ao facebook, vais ver! Eu penso que estes dois anos e meio de intenso trabalho poético não podem ter uma causa que não seja justa nem uma função que não seja útil a curto e longo prazo.
Hoje tenho de dar algum desconto a mim mesma... não vale a pena zangar-me comigo própria por não estar a trabalhar ao ritmo que gostaria. Paciência...


De M.Luísa Adães a 7 de Julho de 2010 às 10:54
M. joão

Hoje a partir das 3horas não posso comer nem beber água.
A ressonãncia é às 7h.

Pouco ou nada posso fazer. E o google se entusiasmou comigo, mas agora parou bastante.
Eu a eles, não respondo no meu blogs.

Predomina o encanto do google na fotografia.
Eles adoram! Mas poesia, pouco... Também é o mês de Julho e muitas pessoas estão de férias.

Mas independente, disso (eu já os analisei) eles preferem uma profusão enorme de fotos, às letras.

É real! A época está voltada para a "Imagem".

Mas é bom, conhecer os hábitos das pessoas.
Aprendi a manipular o google - não sabia - agora sei!

Quanto aos visitantes, no sapo tenho 200 + ou -,
no google tenho 40, por exemplo.
Mas interessa sempre.
Há pessoas que me têm feito comentários lindos.
A esse nível são superiores ao sapo - onde essa espécie de comments é bastante reduzida.

E tu esquece o ritmo do trabalho e vê se chegas ao Facebook. Desses jogos, nada entendo. Quando
tiver mais paciência, te pergunto como lá chegar.

Beijo,

M.L.


De poetaporkedeusker a 7 de Julho de 2010 às 12:13
Ah, amiga, eu só vou ao Face Book deixar entradas para os meus posts. É isso que vou agora fazer com o post que tem a vela. Se eu tivesse tempo para entrar nos jogos do Fb, já não o teria para escrever e eu sei que cultivar a Poesia é o que devo fazer.
Abraço!


De M.Luísa Adães a 7 de Julho de 2010 às 11:13
M. João

Eu também penso que todo este trabalho vai dar frutos, cedo ou tarde.
Se Deus nos deu a faculdade de escrever, cada um à sua maneira, alguma coisa tem em mente.
Os dons são dados,
não são dados em vão,
devem ser aplicados
e ELE nos mostra o caminho.

Quanto à vela, uma senhora escreveu-me a agradecer, mandou nome do blogs, eu a desconhecia
e ao chegar ao blogs da senhora fiquei estarrecida,
estava lá a vela, o meu nome, o da Miguxa , pois foi do email dela que eu tirei a vela e o filho da senhora,
em causa, tem cancro - uma amiga também.

Eu nem imaginava chegar tão longe.
A vela anda por aí de blog em blog e está a ir ao encontro de factos reais.

Como me veio esta idéia de tentar usar uma cadeia de preces que talvez, eu não venha a saber a extensão da mesma.
Me comoveu e pertubou e me interroguei:

"Que se passa Senhor meu Deus?"
Mas houve interferência divina no meu pensamento e no meu desejo.

O resto fica para ti!Também tens um dom Divino
e tens de pensar no sofrimento da humanidade,
acima das glórias que possam chegar.

Há tempo para amar
Há tempo para ajudar quem sofre
Há tempo para viver
Há tempo para morrer.

Eis as minhas previsões sensatas.

com saudade,

Mª. Luísa
reais


De poetaporkedeusker a 7 de Julho de 2010 às 12:10
Sim, amiga, eu sei e, conforme te prometi, a vela ainda esta tarde estará no Face book.
Deixei um link para o Prosa Poética no post de hoje.
Abraço grande!


De M.Luísa Adães a 7 de Julho de 2010 às 12:28
Obrigada, amiga

Um Abraço,

M. Luísa


De *FreeStyle* a 6 de Julho de 2010 às 09:33
Welcome to:

http://tomatadadoalem.blogs.sapo.pt/

Bêjuuuuuuuuu


De M.Luísa Adães a 6 de Julho de 2010 às 10:36
Olá Free

Mas que saudade de ti!

Gostei de te encontrar - lá irei!

Um abraço,

Mª. Luísa


De anonimo a 6 de Julho de 2010 às 11:51

"E a canção do mar é tudo,
No fim de meus dias!"

Li o que descreves quanto ao símbolismo do poema,
"o teu símbolismo" - correcto.

Eu vejo através da minha luz.

O poema é muito belo! Difícil, como sempre.

Ìtaca


De M.Luísa Adães a 6 de Julho de 2010 às 12:43
Obrigada pela assiduidade e por gostar!

Mª. Luísa



De poetaporkedeusker a 6 de Julho de 2010 às 17:45
Pronto! Já consegui retirar as minhas duplicações do fundo do poetaporkedeusker. Agora já consegues comentar sem problemas! E, afinal, o poema NA ESTRANHA ARQUITECTURA DOS MEUS DIAS, foi escrito ontem! Faço tantos que já os confundo...
Até já!


De M.Luísa Adães a 7 de Julho de 2010 às 10:33
Muito bem. Lá irei com a graça de Deus.

Mª. Luísa


De Rosinda a 8 de Julho de 2010 às 14:48
Boa tarde D. Luísa!
Gostei do poema.
Do lugar onde me encontro, também não vejo o amor de fogo, mas ainda o sonho... e se a terra gira e torna a girar, talvez eu o possa encontrar, por trás do mar... ou numa noite de luar.
Um beijo


De M.Luísa Adães a 8 de Julho de 2010 às 16:35
Rosinda

Deixe o dona em casa e me trata por meu nome verdadeiro - Maria Luísa -.

Este é o meu outro "EU".

E ainda o tenho no:

http;//os7degraus.blogspot.com

Vá até lá. Se não conseguir entrar, entre como anónima e no final, ponha o seu nome para a reconhecer.

beijos e obrigada

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 9 de Julho de 2010 às 15:20
Estás melhor, Maria Luísa?
A tua velinha continua a circulat por essa net fora e uma amiga enviou-me uma outra velinha que publicarei na segunda feira, se Deus quiser.
Abraço grande!


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