Terça-feira, 4 de Agosto de 2009

FAZER AMOR

 

 Imagem Internet / Salvador Dalí/   To make love!

 

 
Amo o cântico dos bosques
No raiar das manhãs
Plenas do silêncio
Da ardência da noite.
 
Não gosto de Cidades
Turbulentas,
Corridas,
Desiguais,
A ignorar a tormenta.
 
Gosto do Amor,
Do seu simbolismo
E da realidade humana
De se dar.
 
Gosto de acordar
Na cama que conheço,
Onde jogo meus jogos
De amor
E onde esqueço,
O clamor de multidões
Profanas.
 
Gosto em alguns dias
Não gosto em outros dias.
 
Nem sempre sou igual
Ao que me pedem
Para eu ser,
Mas como posso ser
Como querem,
 Se calcam aos pés
Meus sonhos de quimera?
 
Vem meu amor!
Ama-me como tu sabes
E esse amar me dá,
O fogo e o anseio
De te desejar.
 
Não entendes e enalteces
Este dizer?... 
 
Que triste, meu amor,
Viveres com alguém
Sensível a tudo
E não a conheceres
 
 
E ela também
Não se conhece,
Não sabe quem é.
 
 
 
Ela vai ser infeliz
Até final de seus dias,
Mas que fazer
Se o mundo é tão mau,
 
Para os que pretendem
Viver a seu modo
 
E não o podem fazer!...
 
 
Maria Luísa O. M. Adães
publicado por M.Luísa Adães às 10:36
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90 comentários:
De Fisga a 4 de Agosto de 2009 às 11:21
Olá amiga Luísa. Tu não sabes, mas vais ficar agora a saber. Se eu te encomendasse este poema, não ficaria mais perfeito e ajustado ao meu modo de, ser, ver, pensar, estar, viver e amar. Olha eu adicionei. Aos meus favoritos, porque este poema é muito de mim. Tu escreveste aquilo que eu muitas vezes já tinha pensado em escrever, mas não era capaz, por falta de discernimento. Obrigado grande amiga, adivinhaste-me. Um beijinho deste amigo do coração. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 4 de Agosto de 2009 às 11:36
Eduardo

Sempre simpático e amável.
Muito bom ir ao encontro do que tu gostarias de
ter feito.
Poder telepático! Também gosto dele e há muito pensava, em ser mais clara no dizer, sobre "Fazer Amor".
O tempo é mau e Ele pode passar despercebido, mas
a ti não passou.
Agradeço e vamos aguardar uma surpresa.
Se não acontecer, paciência, vai para o livro a editar em 2010, se lá chegar...


Beijos da amiga,

Maria Luísa


De Fisga a 4 de Agosto de 2009 às 20:40
Olá amiga Luísa. Obrigado por seres clara, como a água cristalina. Mas para mim, o poema é lindíssimo. e muito belo. Está um sonho. Parabéns mais uma vez. Beijinho de amizade. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 5 de Agosto de 2009 às 08:08
Eduardo

Dei ao poema um nome "banal", mas que é real.

Eu também sinto que o conteúdo dele, é a transparência escondida de tantos e tantos que
nos rodeiam.
Tentei ser cristalina (palavra tua) num assunto em
que todos nos espelhamos e olhamos em espelhos
verdadeiros, a nossa intimidade.
Obrigada por gostares, assim, tanto!

Com carinho,

Maria Luísa


De Fisga a 6 de Agosto de 2009 às 11:01
Olá amiga Luísa. Não me agradeças por eu gostar, porque afinal tu é quem esteve na origem de eu gostar assim. Tu é que mereces a coroa de louros, e não eu pelo simples facto de gostar do que é obvio gostar-se. Um beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 6 de Agosto de 2009 às 11:10
Eduardo

Tu és uma pessoa generosa, tenho a certeza!

Eu mereço a "coroa de louros" tu mereces o louvor
da tua sensibilidade para gostar e entender.
De acordo?

Daí, o meu agradecer agora e sempre!

Um brinde À Amizade! Ergo a minha Taça e te Saúdo

Maria Luísa


De Fisga a 6 de Agosto de 2009 às 11:17
Amiga Luísa. Ergamos a taça da amizade e da sinceridade, entre as pessoas, que primam pela verdade. Beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 6 de Agosto de 2009 às 18:54
Eduardo

Sim, ergamos a Taça e saudemos a amizade e a sinceridade, entre todos nós que prezamos (como dizes) a Verdade!

beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 7 de Agosto de 2009 às 12:18
É isso mesmo amiga Luísa. Então venha de lá essa taça. E saudamos a verdade e a sinceridade entre as pessoas. beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 7 de Agosto de 2009 às 19:52
Eduardo

Aí vai a Taça do vinho dos poetas e brindemos
à Amizade e à Verdade!

Espero que gostes desse vinho, com sabor ao néctar das abelhas.

Saúde!

Mª. Luísa


De Fisga a 4 de Agosto de 2009 às 11:34

Olá amiga Luísa.
Gosto em alguns dias. Não gosto em outros dias.
Nem sempre sou igual ao que me pedem para eu ser.

Como tudo seria mais fácil, e bonito, se nós mandássemos no nosso coração, se nós lhe pudéssemos dizer, Fás isto. Mas fá-lo com todo o prazer, amor, carinho e perfeição que é humanamente possível pôr neste acto. beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 4 de Agosto de 2009 às 11:44
Eduardo

Mas quando o faço é com "amor, carinho, perfeição
e tudo quanto tenho capacidades de o fazer".
Faço e gosto do que faço!E assim, me confesso!

De acordo?

Bºs, Mª. Luísa


De Fisga a 4 de Agosto de 2009 às 20:47
Olá amiga Luísa. É uma pena que nem toda a gente possa falar da mesma maneira, e com verdade. Porque falar da mesma maneira, mas não ser verdade, é mais grave que não falar. Mas há um ditado antigo, que diz. As acções ficam sempre para quem a s pratica. beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 5 de Agosto de 2009 às 08:01
Eduardo

Fora da verdade, não há amor, nem Paz , nem calor
humano.
Fora da verdade, tudo é tenebroso e inconsistente.

Fora da verdade, tudo é banal e mau.

Fora da verdade, o mundo não pode evoluir.

Assim diz o teu ditado : -)

"As acções ficam para quem as pratica".

Beijos da amiga,

Maria Luísa


De Fisga a 5 de Agosto de 2009 às 19:22
Olá Amiga Luísa. É assim como tu muito bem dizes e eu também digo. As acções ficam para quem as pratica. Se eu te insultar sem causa para tal, Eu sou o réu, Posso ter que pagar pela minha acção. Mas se eu te der a mão quando tu te estás a afogar, Eu sou o herói e posso ser galardoado por isso. Posso não ser nem por uma coisa nem por outra, mas as acções são sempre minhas. Boas, ou más. Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 5 de Agosto de 2009 às 20:32
Eduardo

Correcta a tua dissertação sobre o que dizes:

"As acções ficam para quem as pratica"

Mª. Luísa


De Fisga a 6 de Agosto de 2009 às 10:24

Olá amiga Luísa. É tal como dizes. E como eu também digo e penso. E é muito bom que assim seja. Porque se elas fossem para quem se destinam, se muito se sofre sem merecer, sofreria-se muito mais, já que não falta quem nos queira mal. Beijinho No teu coração Eduardo.


De M.Luísa Adães a 6 de Agosto de 2009 às 11:15

Sim, tens razão "não falta quem nos queira mal"...

E "as acções são para quem as pratica"

e dessa forma, sofremos menos.

Bom Dia, Eduardo, meu amigo do coração.

Maria Luísa


De Fisga a 7 de Agosto de 2009 às 12:16
Olá amiga Luísa. Tens toda a razão, no que dizes. assim sofremos menos. Um beijinho Eduardo.


De Fisga a 6 de Agosto de 2009 às 11:05
Olá amiga Luísa. Fora da verdade, apenas existe uma coisa. A mentira, que tantos distúrbios causa quase sempre, E tu própria os acabas de enumerar. Beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 6 de Agosto de 2009 às 11:20
Eduardo

Fora da verdade, existe a mentira e os males que
ela provoca.
Eu conheço o assunto muito bem!

Com amizade,

Maria Luísa


De Fisga a 6 de Agosto de 2009 às 18:52
Olá amiga Luísa. Também sei que conheces e bem, mas nunca é demais lembrarmo-nos que a mentira é como uma faca de dois gumes. é MUITO MÁ, E DEIXA MUITAS VEZES POR TERRA PESSOAS QUE NUNCA MAIS SE CONSEGUEM LEVANTAR. Beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 6 de Agosto de 2009 às 19:06
Eduardo

Porque falas na mentira? A que te referes? Sabemos
que é muito má, mas na nossa amizade virtual, ela não existe, nunca existiu e espero que nunca venha a existir.
Fiquei um pouco perplexa com o que dizes.
A que te referes? Parece-me nada ter a haver contigo ou comigo. Passa-se alguma coisa? Diz!
Aguardo noticias.

Beijos,

Maria Luísa


De Fisga a 7 de Agosto de 2009 às 12:28
Claro que nada tem a ver com qualquer de nós dois. Eu falei na generalidade, e apenas só isso, se eu tivesse algo que me tivesse magoado contigo eu seria o primeiro educadamente a dizer-te, é o pior defeito é as pessoas amuarem e não dizerem o porquê Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 7 de Agosto de 2009 às 19:44
Eduardo

Ainda bem que falaste na generalidade, eu fiquei
preocupada.
Mas tudo está esclarecido!
Como tu dizes : "o pior é as pessoas amuarem e não dizerem porquê".
Tens toda a razão! Fiquei feliz por te encontrar.

Beijos da amiga, Maria Luísa


De Fisga a 8 de Agosto de 2009 às 21:19
Eu também fiquei feliz, por te encontrar e por compreenderes a minha posição que é a de sempre respeitar a opinião dos meus amigos. e nunca questionar. beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 9 de Agosto de 2009 às 09:57
Eduardo

Muito boa e com interesse, essa tua forma de estares no mundo:

"respeitar a opinião dos amigos e nunca questionar"...

Correcto! Estamos aqui, para nos entendermos, uns aos outros e nos ajudarmos, se for caso disso.
Gostei muito de te encontrar - Bom Dia , amigo!

Mª. Luísa


De Fisga a 9 de Agosto de 2009 às 12:11

Olá amiga Luísa. Gostei muito das tuas amáveis palavras e concordo contigo. Pena é que nem toda a gente pense como nós pensamos. Mas tudo faz parte da vida, O bem e o mal, toda a vida existiu e há de existir. Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 9 de Agosto de 2009 às 12:28
Eduardo

" O Bem e o Mal" sempre há-de existir.
É este o nosso mundo!

Mª. Luísa


De Fisga a 9 de Agosto de 2009 às 12:35
Olá amiga Luísa. É este o nosso mundo. Tens toda a razão, é este, e não temos outro, nem melhor, nem pior. É neste que temos que viver e coabitar, fico feliz por pensares como eu. Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 9 de Agosto de 2009 às 13:17
Eduardo

Sim, é esta a minha forma de pensar!

Com amizade,

Mª. Luísa


De Fisga a 10 de Agosto de 2009 às 15:29
Olá amiga Luísa. É a tua forma de pensar e deve continuar a ser essa. Porque a nossa cabeça não deve estar sobre os nossos ombros, só para enfeitar o corpo, mas também para nos guiar, é só nós recorrer-mos a ela. Um beijinho deste amigo. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 11 de Agosto de 2009 às 18:25
Eduardo

Aproveitemos a nossa cabeça para nos guiar, antes
que ela se canse e nos deixe exautos e apáticos!

Brindemos à Graça que nos tem sido dada!

Beijinho da muito amiga,

Mª. Luísa


De Fisga a 11 de Agosto de 2009 às 21:57
E venha de lá esse abraço. de taça na mão e sem entornar. beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 12 de Agosto de 2009 às 00:04
Eduardo

Exactamente de "Taça na mão" brindemos à amizade
e não entornemos a taça.

Beijos,

Mª. Luísa


De MIGUXA a 4 de Agosto de 2009 às 11:57
Maria Luísa,

Que belo poema, espelho de tantas almas, minha amiga...
Ficaram-me presas na garganta estas tuas palavras:

"Nem sempre sou igual
Ao que me pedem
Para eu ser,
Mas como posso ser
Como querem,
Se calcam aos pés
Meus sonhos de quimera?"

Obrigada
Margarida



De M.Luísa Adães a 4 de Agosto de 2009 às 14:15
Miguxa

Dizes bem, quando dizes , " o espelho de tantas almas".

E reproduzes uma parte linda do que digo:

""Nem sempre sou igual
Ao que me pedem
Para eu ser
Como querem,
Se calcam aos pés
Meus sonhos de quimera"?

Obrigada por entenderes tão bem o que digo
e teres oportunidade de te espelhares...
Sem partir os teus espelhos
E poderes olhar, como gostas, "A Tua Face".

Agradeço!

Mª. Luísa


De 100timento a 4 de Agosto de 2009 às 12:02
Olá M.Luisa,
mais uma doce surpresa este teu poema,
Gostei imenso da forma em que misturas tantos sentimentos terminando numa mensagem ...Para os que pretendem
Viver a seu modo
E não o podem fazer!...

Por vezes,
quando o caminho se torna difícil,
mas temos pressa,
arriscamos e caímos
Perdemos tempo e calor
e no corpo arrefecido
fixamos o momento
em que as forças faltaram
e nos desequilibrámos .
E ficamos cada vez mais frios
e mais doridos,
à espera de qualquer coisa
que nos salve do chão frio.
E,
quase por instinto,
enquanto esperamos
e olhamos em volta,
voltamos a nós mesmos
e,
nesse porto de abrigo interior,
reencontramos a razão
Levantamo-nos e caminhamos,
passo a passo,
devagarinho,
ao encontro da vida.
Não desistimos.
Aos poucos,
o sangue aquece
com força suficiente
para chegar
onde nos leva o coração.
Se não desistirmos
chegaremos lá.

Beijinhos do rui




De M.Luísa Adães a 4 de Agosto de 2009 às 14:04
Rui

E como lês, eu os lamento, por pretenderem viver a seu modo e não o poderem fazer.

Quem diz isto desta forma e com esta sinceridade?

Não me atrevo a dizer - ninguém!...

Mas eu digo e sinto e me distancio de tantos - e
talvez não importe o distanciar e quem sabe, se os
atraio? Quem sabe?

Caminha normalmente, não andes passo a passo e vive a tua vida, como gostas de viver.
Fá-lo por ti e por todos os tolhidos, sem coragem
de se expandir, não perdendo a dignidade.
E ela em nada desmerece, o amor de que falo!

Obrigada, Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 4 de Agosto de 2009 às 15:53
Amiga, nem sei como te posso explicar isto, mas este teu poema também fez eco em mim...

"Mas que fazer
Se o mundo é tão mau

Para os que pretendem
Viver a seu modo

E não o podem fazer!..."

E depois é como se, de alguma forma, o pequeno "Pepe" me tivesse dito quase o mesmo, enquanto, caído na estrada, me pedia ajuda. Por isso parei e fui à loja de animais ver se encontrava alimento para crias de aves canoras... a loje estava fechada e eu lembrei-me de que já tinha criado pardais recém nascidos com bolacha Maria amolecida. Foi esta a primeira refeição do minúsculo Pepe... Deus queira que ele se consiga salvar e crescer, ganhar asas e voar!
Um grande, grande abraço!


De M.Luísa Adães a 4 de Agosto de 2009 às 18:28
Mª. João

O mundo tolhe nossos movimentos para:

"Os que pretendem
viver a seu modo

E não o podem fazer!..."

E vivem vidas ignoradas e angustiantes.

Beijos e obrigada,

Maria Luísa


De noitesemfim a 4 de Agosto de 2009 às 17:10
Mª Luisa a cada um o que é seu e um pouco daquilo que é nosso poderemos dar aos outros.
Nesta base "roubo" para mim um pouco do teu poema-
Que triste meu amor
Viveres com alguém
Sensivel a tudo
E não aconheceres..

E quando essas vidas em comum se prolongaram e tardam em despertar?

Ainda um poco mais:

E ela também
Não se conhece,
Não sabe quem é.
`
É do desconhecimento de nós próprios que começa por nascer o desencanto que nos leva à igonorar o mundo - pessoa- que nos rodeia.

Cumprimentos

João


De M.Luísa Adães a 4 de Agosto de 2009 às 18:06
João

Sentiste-te retratado no poema?
É no desconhecimento de nós próprios que também
desconhecemos os outros.
Bem analisado!
O poema vai retratar várias vidas, mais do que as
pessoas vão confessar.
É intimista, mas bem analisado o assunto principal ,
está a acontecer a cada passo que damos.
É realista também!
Obrigada por gostares e me interessou os dois pontos em que tocas e as interrogações que fazes e
só tu - podes responder. .. a ti próprio.

Com amizade,

Mª. Luísa





De noitesemfim a 4 de Agosto de 2009 às 18:52
Minha cara amiga, sou leitor atento agora de mim mesmo porque entendo que só assim não repetirei erros do passsdo. E sim o poema diz-me bastante. Nalguns "passos" vi "fotos" minhas.

Com amizade,

João


De M.Luísa Adães a 4 de Agosto de 2009 às 19:39
João

Agradeço a tua sinceridade, eu apercebi-me que te tinhas encontrado, nalgumas fotos.

Espero que o teu sentir ao analisar o que pretendo
dizer, possa ajudar-te como caminhante, numa jornada sem fim.


Com carinho,

Maria Luísa


De Sonhosolitario a 5 de Agosto de 2009 às 01:29
Olá querida amiga Luísa
Fazer amor
Amiga que lindo este amor
Sonho com essa fábrica de amantes lindos e perfeitos
Sonho no silêncio das aventuras e ternuras da felicidade
Os jogos do amor fantasias sem dor
Entre cidades e confusões, entre o silêncio. E o bem-estar.
E o sentir da realidade e conflitualidade, da vida
Sentir aquilo que é nosso e estar sempre com receio de o perder,
Porque está vida não é segura, mas sim insegura,
Eu vejo este teu amor assim desta maneira,
Lindo e triste e com muito para se dizer, mas não se poder
Dizer, ou seja falar enaltecer. Aquilo que falta dizer
O mundo já mais será mau, não votemos culpa errada, porque os maus somos nós que não sabemos viver neste mundo ...
Adorei querida amiga
Lindo este teu amor verdadeiro pela vida
Doce beijo
Sonhosolitario


De M.Luísa Adães a 5 de Agosto de 2009 às 07:54
sonhosolitario

Foi o que tentei criar e consegui ao dizer:

"Amo o cântico dos bosques
No raiar das manhãs
Plenas do silêncio
Da ardência da noite".

"Ela vai ser infeliz
Até final de seua dias,
mas que fazer
Se o mundo é tão mau,

Para os que pretendem
Viver a seu modo

E não o podem fazer!..."


O mundo é mau para aqueles que são diferentes,
na forma de sentir e de viver.
E as pessoas tornam-se más e infelizes pela
incompreensão do mundo.
E essa maldade está no mundo e entra nelas e arrasta-as a lugares sem fim.

Obrigada por gostares e entenderes o que pretendo
transmitir, ao empregar "Um título" que parece banal e não é !..."Fazer Amor".
Obrigada!

Beijos da amiga,

Maria Luísa


De rosafogo a 5 de Agosto de 2009 às 15:22
Olá Mªa Luísa

Como o tempo passa e é tão escasso, que chego sempre atrasada, mas hoje enfim, vim ler o teu encantador poema, onde uma vez mais me revejo.
Como gostaria de ter sido eu a escrevê-lo com tamanha sensibilidade e clareza.
Diria amiga que o fizéste olhando nos meus olhos, sinto-o como um todo de mim.Cada vez mais a cada dia que passa, a imconpreenssão eu sinto tal como a descreves, por querer ser eu sem constrangimentos, nem finjimentos, apenas viver
a meu modo.

Mas minha amiga agora vou daqui feliz, e levo o teu poema comigo, é desta luz que eu preciso.

um beijinho com amuita amizade
natalia


De M.Luísa Adães a 5 de Agosto de 2009 às 18:13
Natália

Me comoveu a verdade e simplicidade da tua resposta, ao poema "Fazer Amor".
O titulo tem muito de simbólico e fala com clareza do significado real da vida.
"Fazer Amor" e todos o fazem com prazer, então eu
posso escrever.
Só não escrevo, o que vai contundir com a sensibilidade das pessoas e a minha própria sensibilidade.
Muitos se sentiram espelhados no poema, como um
espelho onde fixamos o nosso olhar e nos expandimos e reconhecemos.
Um Espelho de Cristal, do cristal mais puro, das nossas almas.

O teu comentário está de uma sinceridade comovente e eu adorei!
Aliás, és uma pessoas especial! Já o sabia!
Agradeço por mim e pelo poema.

Beijos da amiga,

Maria Luísa


De Antonio a 5 de Agosto de 2009 às 16:40
Muito bom. Gostei.

Antonio


De M.Luísa Adães a 5 de Agosto de 2009 às 17:57
Antonio

Recebi o teu comentário!

Obrigada pela tua presença neste blogs e por teres
gostado dos meus poemas.

Mª. Luísa


De antonio a 5 de Agosto de 2009 às 19:56


Muito bom!

A



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