Terça-feira, 21 de Julho de 2009

ESQUECIDA

 

 Imagem Internet/ Salvador Dalí / Forgotten

 

 
 
Ninguém mais cantava,
A estranha melodia
Que minha alma entoava.
 
E ela suplicava,
Pelo reconhecer da sua essência
Pelo ouvir seus gritos
De silêncio,
Sonolentos,
Perdidos,
Desesperados
E perguntava: -)
 
- Tu entendes isto que digo?
 Tu estás comigo,
  Ou ficaste perdido
  Num outro lugar
  Numa outra vida
  Que nada tem
  Com a minha vida?
 
 Onde te encontras?
 
 Ao voltar daquela esquina
 Onde guitarras cantam
 Um fado triste
  E de pesar?
 
Juntei-me aos fantasmas
Da noite,
Da solidão dessa noite
Juntei-me a eles,
À sua melancolia
E a saudade permanecia
Em mim
Como melodia
Que ninguém tocava
E ninguém ouvia
Ou pressentia.
 
Mas eu ouvia,
Os sons dolentes
Da guitarra que tocava
Estranha melodia.
 
Mas só eu ouvia
E te procurava
Sem saber onde estavas.
 
Sem te ver,
Sem te sentir
E te desejava
Como sempre,
Ou como nunca
O tinha feito.
 
E amava-te
No silêncio da noite
E escutava
A voz que vinha
De dentro
E pensava ser a tua voz.
 
Eu era o poeta
Perdido,
Sem casa,
Sem Terra,
Sem caminho,
Sem vida.
 
Esquecida,
Por quem
Amava.
 
Chovia
E eu esperava!... 
 
 
Maria Luísa O.M. Adães 
publicado por M.Luísa Adães às 11:33
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50 comentários:
De Fisga a 21 de Julho de 2009 às 16:02
Olá amiga Luísa. Parabéns porque tu és um furacão, não paras, e a cada investida surges mais fortalecida, isso são Augúrios muito bons.
Juntei-me aos fantasmas da noite.
Como melodia que ninguém tocava,
Mas eu esquecida ouvia.
Porque te amava.
Olha amiga. És uma poeta de primeira escolha, Ou de mão cheia, como diria um Brasileiro. Parabéns e um beijo. Deste amigo. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 21 de Julho de 2009 às 16:18
Eduardo

A minha verve desejosa de se expandir. de clamar,
de dizer e de contar a sua vida.

"E amava-te no silêncio da noite"

E amar é tudo isto, sem sofismas intelectuais que
nada deixam perceber.
Mas isto que tu lês, tu entendes, não tem a
máscara a esconder o rosto.

beijos e obrigada,

Maria Luísa


De Fisga a 21 de Julho de 2009 às 17:16
Olá amiga Luísa. Não precisas de te justificar, eu te conheço e sei o quanto tu és pura de sentimentos e não uma farsola qualquer. Nós sermos puros de sentimentos, não temos que ser anjinhos ou parecer-mos santinhos. temos isso sim, e devemos ser, claros e directos no nosso discurso e termos um discurso isento de sofismas ou maldade. O dom da palavra é muito bonito, se bem empregue, e bem aplicado. Por isso minha amiga não precisas justifica nada para mim. Um beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 21 de Julho de 2009 às 19:51
Eduardo

Eu sei que entendes e sei quanto posso ser tua
amiga. Conheço tudo, por isso te peço, fica sempre ao meu lado, enquanto eu pertencer ao mundo virtual.
Depois, cada um, vai seguir o seu caminho na vida
real.
Não mais nos encontramos!
É cruel, mas é verdade!
Por agora, estamos neste lugar da net e gostamos.

Beijos, meu amigo e obrigada por seres como és.

Maria luísa


De Fisga a 22 de Julho de 2009 às 11:59
Olá amiga Luísa. Não me peças nada que eu amanhã te não possa dar. Mas conta comigo nesta senda da vida enquanto eu poder, Estar contigo. E pensa que tudo é relativo, e tudo é mutável, nada é incondicional, porque nada depende exclusivamente da nossa vontade. Espero ter-me feito entender. Conta comigo, que eu conto contigo. Um beijo deste amigo do peito. Eduardo.



De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 12:21
Eduardo

Esta nossa afinidade é imutável e incondicional.
Sei que conto contigo e tu comigo, até à separação
que não depende de nós.
Sei que a separação é um facto real!

Vim do Brasil muito sensível e aprendi que não é
a saudade que mata, mas sim a forma como nos
tratam.

Conta comigo, mesmo quando desapareceres da minha vida, assim como eu conto contigo até tu
desapareceres da minha vida - por razões que
não entendemos!

Beijos da amiga,

Maria luísa


De Fisga a 22 de Julho de 2009 às 17:00
Obrigada amiga. Pelo teu amor, carinho e fidelidade. Conta comigo até onde me for possível. Um beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 18:09
Eduardo

Obrigada pelo teu carinho e amizade.
Conta comigo sempre que necessário.

Agradeço a flor azul!

Com amizade,

Maria Luísa


De Fisga a 22 de Julho de 2009 às 19:41
Olá amiga Luísa. Não me agradeças nada. A Flor, enquanto flor, não é mais que um mimo ou um carinho, como queiras. E a flor azul, enquanto flor azul é um sinal de respeito. Segundo os meus pricípios, é apenas isto, e tão só. O que não significa que possa um dia mandar uma vermelha, e sem qualquer maldade, seja para ti ou para outra pessoa qualquer. Um beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 23 de Julho de 2009 às 08:40
Eduardo

Podes mandar as flores que gostares e da cor que te agradam. Para mim são flores, gosto delas e a
cor só tem interesse como cor, não traduzo significados fosicos à escolha das cores.
Gosto de flores! Qualquer espécie de flor, com qualquer cor - se há significados não me interessam!
Estás à vontade!


Beijos da amiga,

Mª. Luísa


De Fisga a 23 de Julho de 2009 às 09:35
Olá amiga Luísa. Obrigado por seres quem és e como és. Eu adoro-te por isso. Obrigado pelo teu entendimento, carinho e franqueza. A nossa cumplicidade é de oiro e não deve, nem pode ser beliscada. Teu amigo Eduardo.



De M.Luísa Adães a 23 de Julho de 2009 às 10:18

Sim, esta cumplicidade não pode ser conspurcada,
esquecida, banida, tocada por maldade.

É preciosa como o ouro e eterna como os diamantes!

Bºs, Mª. Luísa


De Fisga a 24 de Julho de 2009 às 12:24
Olá amiga Luísa. Tens razão, e por isso viva entre nós, o respeito pela amizade pura e dura-doura. Beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 24 de Julho de 2009 às 13:36
Eduardo

Sim que viva entre nós, a amizade pura e duradoura!

beijos da,

Maria Luísa


De poetaporkedeusker a 21 de Julho de 2009 às 16:20
Nem acredito! Vou ser, de novo, a primeira a comentar-te!
Muito pessoal este poema, ou estou enganada? Posso estar... é naturalíssimo que esteja. É para errar - só um bocadinho... - que por cá andamos...
para errar, para aprender a esperar e, num qualquer dia sem nome próprio, acertarmos finalmente.
Como estás tu, amiga?
Um grande abraço!


De M.Luísa Adães a 21 de Julho de 2009 às 16:42

Muito pessoal e verdadeiro! Sem máscaras a
confundir.
Despido de vaidade;
Conta a estadia, depois da partida.
Tenho de dizer em verso e aos poucos, o que se
passou.
E ninguém vai censurar - apenas eu - estou em causa!
E a intelectualidade que não diz nada - aqui não
vai entrar!

Beijos, minha amiga e obrigada pela tua lucidez.

Maria Luísa


De poetaporkedeusker a 21 de Julho de 2009 às 16:49
:) Entendo! Um grande abraço!


De M.Luísa Adães a 21 de Julho de 2009 às 19:55


Eu sabia que ias entender; peço a Deus por ti.
Tanta falta me fazes, no mundo da poesia!

Com carinho,

Maria Luísa


De poetaporkedeusker a 22 de Julho de 2009 às 11:25
Obrigada, amiga! Sabes aqueles dias em que estamos particularmmente... não direi "vulneráveis" porque isso pressupõe uma fragilidade... direi "tocáveis"... pois este é um desse dias, para mim. Apeteceu-me abraçar-te e dizer-te que te estou muito grata por toda a tua amizade... que queres? Hoje estou hipersensível... :) Um abraço grande, grande!


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 12:10
Mª. João

Podes dizer fragilizada, é comigo que estás a falar!
E eu entendo e quero estar contigo, de qualquer forma.
Te abraçar,
te dizer quanto gosto de ti,
te falar na falta que me fazes
como poeta, como pessoa.

E não tens de agradecer! Apenas me encontraste
e reconheceste quem eu sou!

Há dias de uma melancolia , quase, inédita...
Eu própria, hoje me sinto triste e nostálgica e não
tenho hipóteses de escrever o que não sinto e o
que sinto é de uma sensibilidade extrema.

Talvez te tenha pressentido e sabido que ambas
temos a noção do fio quebrável que nos prende à vida.
E o resto é ilusão que não se coaduna comigo ou
contigo!

Sim! As pessoas vivem de ilusões efémeras, de felicidades ilusórias e escrevem coisas que nada são e nada dizem.

E os intelectuais que não entendem o mundo, nem
a eles próprios, também escrevem, mas não abdicam da vaidade.
E porquê? Se todos estamos num único barco...

Lamento por todos - por ti e por mim e por aqueles
que não nos entendem!

Obrigada por seres minha amiga!

Bºs, Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 22 de Julho de 2009 às 13:46
Obrigada do fundo do coração, amiga!


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 14:03

Não agradeças! Só digo e sinto o que sou! Tudo é
verdade em mim!

Maria Luísa


De estrelaemo a 21 de Julho de 2009 às 23:29
Q lindo poema Maria Luisa !
Obrigado pelos comentarios !
Devo dzr que es uma boa escritora !
Deicho aqui os meus parabens pela boa escritoras que es, seguido por um beijinho !

Margarida


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 08:25
Margarida

Te deixo o meu abraço e os meus agradecimentos,
ao elogio que me fazes e ao que escrevo.
Desculpa se passo algum tempo, sem te saudar,
mas me lembro de ti sempre e sempre, ao longo da
minha caminhada.
Encontro-te na mesma estrada!

"Esquecida" agradece!

Beijos,

Maria Luísa


De MIGUXA a 22 de Julho de 2009 às 01:48
Maria Luísa,

Outro poema que nos enche a alma, nos eleva o espírito e nos revela ao mesmo tempo tão inseguros...

Bjo e xi-kor
Margarida


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 08:20
Miguxa

Obrigada pela flor,
Agradeço não esqueceres
meus versos.

O poema é isso que dizes : - )

eleva-nos e nos mostra, ao mesmo tempo, a nossa fragilidade e insegurança...

obrigada!

Beijos da amiga,

Maria Luísa


De *FreeStyle* a 22 de Julho de 2009 às 07:12
Amar em silencio sente-se mais o amor, mas tb é mto mais doloroso.

Adorei o teu post.


Bêjuuuuuuuu


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 08:16
Meu amigo, Free

Adorei encontrar-te,
tão próximo de mim.

Adorei em ti,
que te lembrasses de mim.

Amei
que não te esqueças,
do poeta, tantas vezes,
esquecido.

Amar em silêncio,
é uma forma de eternizar
esse amor.

Mas sem dúvida,
se sofre muito mais!

Agradeço gostares do meu post.

Beijos, muitos da,

Maria Luísa


De 100timento a 22 de Julho de 2009 às 13:34
Era uma vez uma flor (TU) que esperava,
Esperava não um momento, mas uma historia,
Com dias de gloria sonhava,
Guardava a doce infância nas gavetas da sua memória,
E por onde passava derramava de seu bolso ilusões,
Tal como a arvore espalha naturalmente a semente do seu fruto,
Esta flor deixava, sem querer, como em luto, inocentes corações.
Certo dia ela decidiu esperar em uma estação de trem,
Por anos aguardou, até que sem perceber se cansou,
De esperar sabe-se lá quem.
Então de longe avistou a chegada de alguém,
E em sua ansiedade inquietante,
Não pensou nem um instante,
Correndo entregou-se de refém,
Ela só queria ser feliz...
...e vai ser.
beijinho do amigo Rui


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 13:57
Rui

E vou ser feliz ? Vou abrir as gavetas da minha infância e encho meu bolso de ilusões?
Espalho as ilusões por onde passo e elas apanham os
corações mais sensíveis e eu, nada lhes posso dar!
É isto que eu sou ? É isto que escrevo?
E se fosse diferente como seria? Esquecida, pois era
um sonho consumado e perdia o interesse de quem
me amava.
E fujo, à consumação de uma ilusão!

Não quero ser esquecida,
Também não quero ser lembrada,
Apenas amada!

E isso vou ser,
Até à consumação da minha vida!

Beijos da amiga e obrigada, pelo presságio de
felicidade.

Maria luísa


De 100timento a 22 de Julho de 2009 às 17:17
Amiga ,tens uma menssagem minha no Email do sapo...espero que me perdoes
Beijinho


De M.Luísa Adães a 22 de Julho de 2009 às 18:06
Rui

Nada há a perdoar; já respondi e gostei da tua presença no blogs, uma vez , outra e sempre.

Beijos,

Maria Luísa


De jpcfilho a 23 de Julho de 2009 às 01:00
Olá Maria Luísa, a melodia inacabada dentro da alma, em pedaços de sons inaudíveis a qualquer, disse musica de silencios, de noites, de vozes interiores da poeta, que chovia e esperava...
Lindos versos
João Costa Filho
PS: querida amiga, estou com meu blog travado, e sem comando, assim meio doudo, se sabes algo que possa ajudar me avisa.
beijos
João Costa Filho


De M.Luísa Adães a 23 de Julho de 2009 às 08:34
joão

Obrigada pelo teu comentário. Assim, com os amigos, fico menos "Esquecida".
Adorei que gostasses!

Quanto ao teu pc, eu fui lá para comentar, mas
deparrou-se-me as imagens, mas os versos tinham desaparecido, completamente. E me parece que ele
foi apanhado por vírus. Tens de o levar à loja dos
computadores, pois eles têm meios técnicos de
resolver o problema, inclusivé o vírus .
São os vírus que apagam o que se escreve e não deixam escrever.

Eu fiquei muito admirada, todos os versos tinham
desaparecido, não havia nada a fazer e continuar
lá seria uma forma de apanhar o vírus.
Tem de ser visto por uma boa loja que só trate de
problemas do pc. Em Portugal e no meu caso, mesmo ao lado da minha casa ,(uma sorte)temos
uma loja muito grande que só trata de computadores.
Tens de o levar; repara que os teus versos desapareceram.

Espero noticías.
beijos,

Mª. Luísa


De Maria a 23 de Julho de 2009 às 09:42
Mª Luisa

Tanta inspiação, tanto Amor, como podia ser esquecida? Ama e não tenha medo de amar. Bjs


De M.Luísa Adães a 23 de Julho de 2009 às 10:14
Maria

Agradeço sempre a sua presença e as suas palavras
repletas de senso moral.

Tem razão, "como podia ser "Esquecida" ?...

Obrigada!

Maria Luísa


De oriona a 30 de Julho de 2009 às 20:12
Por tantas vezes nos perdemos e mesmo não queremos nos encontrar e perdidos em nossa melancolia prosseguimos a passos lentos e distantes... mas quando encontramos o amor nos encontramos em nós também e a melodia ecoa no ar e eis que ela é ouvida por mundos distantes e nos acalenta a alma e nos move pela vida.

Linda amiga gostei muito de suas palavras.
Muitos beijos e muito carinho.
Oriona


De M.Luísa Adães a 31 de Julho de 2009 às 09:50
oriona

Tanto me tenho lembrado de ti, mas não tenho tido tempo para tudo.
Esperava por ti e os meus versos esperavam, com
saudades tuas.
E chegaste, enfim! E isso nos basta!

Lindo o teu comentário onde se nota: o perder e o
encontrar e o meio que tanto faz sofrer!

Não estejas tanto tempo ausente da blogosfera!

Voltemos aos velhos tempos em que te encontrava,
sempre, no meu caminho.

joão costa filho, teve qualquer problema forte e
mau com o computador. Mas ele não responde aos
emails, talvez não oe receba.
os poemas escritos e a parte de cima do blogs,
desapareceram.
É um amigo que faz falta. Sabes de alguma coisa?

Obrigada por te lembrares de mim.

Beijos,

Mª. Luísa


De oriona a 1 de Agosto de 2009 às 03:11
Obrigada pelo carinho amiga, eu não te esqueço e estarei aqui mais vezes. Hoje estive bem o dia todo mas agora à noite me bateu uma tristeza e acho que não sei falar sobre, mas posto alguma coisa no meu blog agora sobre o que estava sentindo. Foi muito bom ter vindo aqui e ver sua resposta.

O João, vi que o blog dele está diferente, mas os poemas estão lá, eu acredito que ele tenha de alguma forma alterado a cor de fundo do blog por isso só conseguimos ler os poemas quando selecionamos tudo, embora a parte de cima realmente não apareça. deixei recado mas sem resposta também. Pode ter tido problemas com o computador sim, ele havia comentado outra vez algo sobre.

Deixo meu carinho amiga!


De M.Luísa Adães a 1 de Agosto de 2009 às 08:30
Oriona

Obrigada por responderes. Essa tua depressão ,continua a atribular a tua vida.
Eu sinto que Sampa é uma cidade que a mim, não me dá felicidade.
Não sei se é o clima, se o bulicio, se a quantidade de gente de várias espécies e a falta de Paz ...
Não escrevi nada, enquanto lá estive, pois nunca
me senti bem, a nível psiquico.
Penso que é uma cidade para quem lá nasceu, para
aqueles (como o meu filho) vão para lá muito novos
e se adaptam, através da familia que constituem
e todas as cidades são boas quando encontramos
o nosso amor e nos sentimos felizes.

Eu deixei em Portugal o meu marido, o pc, os amigos, o clima e as comidas simples e leves que gosto e fui visitar o meu filho, a minha neta de 18
meses e os familiares que foram simpáticos, da parte da minha nora.
Mas é uma visita que não pode ser menos de 1 mês.

Ressenti-me na saúde com o clima; estava muito frio, humidade e chuva.
Vim embora, a visita ficou feita e cada um tem a sua vida. E aceito!...

Então eu penso que a ti talvez te fizesse bem,
viajares para a Europa e depois, regressares à
tua vida e tentares esquecer coisas menos boas.

Quanto ao João, não tenho ido ao pc, pois não sei se foi atacado de vírus e tenho receio. Aos emails
ele não responde e não é costume.
Alguma coisa se passa ou se passou com o pc.

O meu blogs, inclusivé, já uma vez foi roubado por maldade.
Tudo pode acontecer. É muito interessante a Net,
mas dá muitos problemas.

Beijos para ti, as tuas melhoras, vai escrevendo sempre e aparece.

beijos da amiga,

Maria Luísa


De oriona a 3 de Agosto de 2009 às 05:05
Ah amiga, me sinto sufocada por vezes que eu nem sei o motivo ao certo, quando dizes sobre eu ir para Europa, essa era uma vontade que eu nutria até pouco tempo atrás, mas mudei os planos e estou me sentindo mais perdida que tudo nesta vida.
São Paulo é uma cidade linda, poética mas que deprime às vezes, sinto realmente que preciso de novos ares.
Quero te agradecer por tudo, pois estás sempre presente e agradecer pelas palavras.

Estou também no aguardo de respostas do João.

Beijos e agradeço os comentários no meu blog.


De M.Luísa Adães a 3 de Agosto de 2009 às 10:17
Oriona

Pena teres mudado teus planos quanto à vinda, à
Europa.
São Paulo é uma "mulher feia, mas interessante"
(disse isto nuns versos) e me parece ser verdade.
Mas, para mim, tem de se nascer lá;
ir de outro País
para a Cidade, muito novo e adaptar-se;

mas para os que não lhe pertencem e não têm 30
anos, só serve para lá ficar, 1 mês e é sacrificio.

É uma Cidade que deprime sem se saber o porquê
e entrando em depressão, é difícil de saír, mas isso
em qualquer cidade do mundo.

Sejamos justos, a parte psíquica tem a haver com
o nosso "EU" interior e o combate é complexo.

Talvez Sampa, como uma cidade corrida que não dorme, apanhe com mais facilidade os incautos.
Isso acredito e não é fácil!
Oriona tens de tentar reencontrar o teu equilíbrio,
a tua força e coragem e idealizares dentro de ti,
o local calmo e simpático, onde deixes de te sentir perdida.

Não te sintas perdida - quando a porta se fecha,
abre-se uma janela, mas lá está, as janelas em Sampa são gradeadas e isso tira a sensação de liberdade.
Mas, se pensarmos melhor, a Liberdade está dentro de nós, não a damos a ninguém.

Então somos nós e o nosso sentir que nos perde,
não o local ou o País onde vivemos!

Em Portugal também há muitos problemas psiquicos.
E na Europa toda se processa a mesma forma de
entender o que se passa dentro de nós e a
dificuldade, em se combater esse "estado de alma".

Faz parte de uma época em que se tem tudo e nos
esquecemos do principal , "A nossa pessoa, como
criatura humana e necessitada de amor e carinho".

O amor e carinho, não se encontra nos Shoppings.

Gostei de conversar contigo e escreve sempre que queiras, não te metas dentro de ti própria, procura
os outros!

Quanto ao João não responde a emails e não sei que se passa.

Beijos e obrigada,

Mª. Luísa
e


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