Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

SINTO A TUA FALTA

 

 Imagem Internet/ Salvador Dalí / I always remember you!

 

 
Sinto a tua falta! 
Ainda estás comigo
E eu sinto a tua falta,
 
Tão pouco tempo falta
Talvez não dê para contar
E eu sinto a tua falta,
 
Numa saudade
Fora do tempo
Atemporal
 
Fora do meu tempo,
Fora do teu tempo,
Fora do teu estar,
Fora do meu estar,
Fora do nosso amor,
Fora da alegria,
Fora do nosso medo de cantar
A nostalgia do teu afago
Ao amar,
Da tua ausência,
Onde precisas de estar.
 
E espero,
Numa espera antecipada
Sentir a tua volta
À minha volta,
Num abraço que não cansa
E desnuda
O sentir de esperança.
 
Ainda não partiste
E eu sinto a tua falta,
Ainda estás comigo
E eu sinto a tua falta
E comigo continuas
E eu sinto a tua falta.
 
Mas de repente partes
E eu não faço parte
Dessa partida
 
Tu tens de ir,
Eu não posso ir contigo.
Falta-me tudo…
O tempo,
A hora certa,
O comum
Das pessoas comuns,
 
Mas ainda estás comigo
E eu sinto a tua falta!
 
E resolvo partir contigo
Esquecer o tempo,
Esquecer a Gente,
Esquecer o relógio a contar
 
E corro ao teu encontro,
Subo as escadas
Onde me aguardas,
Olhas e sorris
E eu louca
Esquecida de tudo,
Subo ao teu encontro.
 
E ainda sinto a tua falta!
 
Meu amor, meu marido, meu amante!
 
Maria Luísa Adães
  
publicado por M.Luísa Adães às 14:58
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83 comentários:
De Fisga a 14 de Maio de 2009 às 15:46
Olá amiga Maria Luísa. Eu sabia, que tu sabias, (isto é um trocadilho.) que não é a morte de uma andorinha, que impede a chegada da Primavera. Não fazia qualquer sentido plausível. Bem hajas por teres continuado. E o teu poema é muito belo, mais um hino ao amor, à troca, à partilha à entrega à comunhão. É mais um testemunho da tua disponibilidade para dar, para te dares para te entregares, sem nada pedires em troca. Sinto a tua falta, ainda estás comigo. Ainda não partiste, e já a tua falta. É perda te afecta. Numa saudade fora do tempo. Diria eu uma saudade antes da perda. Espero, numa espera antecipada sentir a tua volta, à minha volta. Ainda estás comigo, e eu já te espero de novo junto a mim. Num abraço que não cansa, e desnuda o sentir da esperança. Falta-me o tempo, falta-me a hora certa, e falta-me o comum das pessoas comuns. Está-se a falar de uma pessoa que não é comum de facto. E eu louca, esquecida de tudo, resolvo partir contigo, esquecendo-me de tudo, até que ainda estás comigo. Meu amor, meu marido, meu amante. Meu amante, Palavra tão linda e bela, e tantas vezes perjurada, por mentes mal intencionadas e mal formadas. Olha minha amiga, eu Gostava de adicionar aos meus favoritos, pese embora o facto de ser um pouco íntimo. Mas se não vires algum inconveniente, eu falo hei no próximo comentário, se a isso me autorizares. Um grande beijinho de parabéns, deste amigo do coração. Eduardo Gonçalves.


De M.Luísa Adães a 14 de Maio de 2009 às 16:10
Eduardo

Quanta alegria por te encontrar, fizeste-me renascer e sentir os nossos tempos, como se não houvesse despedidas.

"Sinto A Tua Falta" simboliza, todos quantos quiseram partir, incluindo eu própria.

Não podes imaginar a alegria que me deste ao escrever e amar o meu poema escrito por mim e para todos, quantos o queiram entender.
Sempre à espera da tua presença te agradeço!

Beijos da amiga,

Maria Luísa

p.s. o comentário está um encanto, coaduna-se com o poema.


De M.Luísa Adães a 14 de Maio de 2009 às 16:14
Eduardo

Esqueci de dizer; podes juntar aos teua Favoritos.
Fico grata!

Mª. Luísa


De Fisga a 14 de Maio de 2009 às 17:50
Olá amiga Luísa. Não sei se mereço, mas obrigado pelo elogio. Eu gostei muito do poema. Olha amiga agora é que vou cumprir a minha promessa, Ler os livros, já vou quase no fim dos 7 degraus. Beijinho Eduardo Gonçalves.


De M.Luísa Adães a 14 de Maio de 2009 às 18:40


Obrigada amigo muito bom tornar a encontrar-te;
mereces o elogio, eu sei que sim!
Descansa e lê os livros. Tenho um livro para Editar
com os poemas que tenho levado ao sapo. Muitos não leste, não são do teu tempo.
Vai levar algum tempo mais, mas está tudo preparado!
Obrigada por voltares; lê e dá férias a ti próprio.

Beijos da amiga

Mª. Luísa


De Fisga a 16 de Maio de 2009 às 18:59
Olá Amiga Luísa. Eu não sei se já te disse, mas já ando a ler os 7 degraus, está-me a agarrar com toda a força, embora por vezes tenha que voltar a trás para reler, porque leio pouco de cada vez mas estou encantado com o que vejo e leio. Beijinho Eduardo Gonçalves.


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 19:37
Eduardo
Ainda bem que tu entendes o que escrevo. Há por
vezes dificuldade em entender ficção misturada de
verdade.
Muitas coisas que conto no final, são verdadeiras.

Obrigada,

Bºs, Maria Luísa


De Fisga a 17 de Maio de 2009 às 14:52
OI Amiga Luísa. Eu próprio tenho dificuldade muitas vezes em Distinguir, O real do irreal. Porque temos que ter um mínimo de conhecimento do tipo de escrita do autor. Mas como eu já te vou conhecendo não me é tão difícil distinguir. Um beijo e bom Domingo Eduardo Gonçalves


De M.Luísa Adães a 17 de Maio de 2009 às 17:45
Eduardo

Ainda bem que me consegues distinguir, há quem
não consiga e quase se zangue comigo, como me aconteceu ontem. Respondi a tudo quanto a Senhora dizia e ela tornava a escrever a dizer que não me entendia e eu própria, fiquei sem entender o que a Senhora queria que eu explicasse mais; nada
mais havia a dizer e a Senhora insistiu várias vezes e não sei se se zangou, mas penso que sim!
Ontem, foi de aflição e ainda hoje escreveu que
estava "tudo claro para mim, mas não para ela".

Não sei explicar que se passou, mas deixou-me
deprimida, sem saber o que pretendia que eu
escrevesse.

Estás a ver? Nem para todos, se pode ser simbólico
ou abstracto, mas eu sou como sou e só posso escrever como escrevo, não posso deixar de ser eu
para agradar a quem, também, não entendo.

Foi para esquecer! Não me meto noutra.

beijos,

Maria luísa


De Fisga a 18 de Maio de 2009 às 13:15
Amiga. Se isso te pode servir de consolo, eu te digo que sei muito bem de quem falas. essa pessoa está doente eu acabo de cortar com ela pela segunda vez. porque é insuportável aturá-la. vai ver os comentários no meu blog. Eu estou mesmo convencido de que ela está doente, mas eu não tenho culpa. eu tive que lhe dizer que ela estava a precisar de tratamento. beijo e não te exaltes com isso que não vale a pena


De M.Luísa Adães a 18 de Maio de 2009 às 14:50
Eduardo
Eu continuo a receber comentários que não entendo, acabei de receber um, mas estou a levar as coisas com calma, mas não sei que se trata.
Isto acontece desde ontem e não sei que fazer. Meu Deus, ajuda-me a perceber. tens de ser mais claro e dizer o nome da Senhora, para eu ter a certeza de que é isto que se me deparou no caminho.
Não quero ofender ninguém, mas isto me está a criar confusão e muita.
Ajuda-me sendo mais explicito; manda email.

Mª. Luísa


De Fisga a 17 de Maio de 2009 às 13:04
OI Amiga Luísa. Desculpa-me o atraso, mas como deves calcular, ando um pouco distante das realidades. Amiga Gostei muito de saber que já tens outro livro na forja, venha ele que nós/EU cá o espero com todo o carinho, que o seu conteúdo merece. Desejo-te as maiores venturas para o seu lançamento. Espero que seja um grande sucesso. beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 17 de Maio de 2009 às 17:57
Eduardo

Vai o pedido para o Vereador da Cultura de Almada
a solicitar ajuda, para a publicação; ainda vai demorar
e se tudo correr com saúde, vou no princípio de
Junho para o Brasil, não sei por quanto tempo.
Vou tentar levar o computador, mas como vou sem
o meu marido e sózinha, não posso levar muitas coisas comigo, vamos ver, o que posso levar.
Entretanto tu continuas ausente no blogs, mas
ainda bem que vais dando noticias.
Fico feliz por isso; é muito bom!

Com amizade,

Maria Luísa


De Fisga a 18 de Maio de 2009 às 09:54
Olá Amiga Luísa. Ao responder a este comentário, vim mais uma vez ler o teu: (SINTO A TUA FALTA.) Para me certificar que tu cada vez mais te evidencias como uma força viva da natureza. Quanto à minha presença, A minha fidelidade a vossa companhia nunca esteve em causa. Beijinho Eduardo Gonçalves.


De M.Luísa Adães a 18 de Maio de 2009 às 12:50
Eduardo


Agradeço as tuas palavras por me considerares
"Uma força viva da natureza".

Quanto à tua presença, é uma dádiva de Deus que
me foi oferecida na hora certa!
Obrigada pela fidelidade à Amizade; adorei receber
noticias tuas.

Beijos da Mª. Luísa


De Fisga a 18 de Maio de 2009 às 15:01
Olá Amiga M. Luísa. Quanto a eu ser uma dádiva de Deus, creio bem que nem para ti nem para ninguém. não há pessoas insubstituíveis, Há apenas pessoas mais dignas, e com mais mérito que outras. eu considero-me uma pessoa de média capacidade de adaptação ao meio em que me insiro. E com capacidade de dar a minha amizade a quem me parece que é digna dela. Tal como tu és. Beijinho Eduardo


De M.Luísa Adães a 18 de Maio de 2009 às 15:22
Eduardo

Li os comentários e estou abismada; não entendo nada do que se está passando e não sei que fazer, nesta situação que se me depara.
Não posso entrar nisto e não quero ofender e nada
mais vou dizer que possa ser lido.

Mª. Luísa


De Fisga a 18 de Maio de 2009 às 20:54
Olha amiga, eu não te aconselho nada, Faz o que a tua ideia te aconselhar, mas vou dizes-te o que eu faço. Eu vou pura e simplesmente ignorar. A religião espírita deu-lhe o cabo da cabeça. E agora coitada dela que é quem mais sofre. Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 19 de Maio de 2009 às 09:42
Eduardo

Obrigada pelas tuas palavras e a tua ajuda!

Beijos da amiga,

Maria luísa


De Fisga a 21 de Maio de 2009 às 22:06
Olá Amiga Luísa. Olha só te desejo que não estejas assustada, esta é para as entrelinhas. Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 23 de Maio de 2009 às 21:38
Eduardo

Já não estou assustada, as ameaças não têm aparecido e foram muitas, sem nexo; mas fiquei
muito assustada, pois não se entendia nada do que
dizia e ameaçava a ferro e fogo.

Beijos com ternura,

Mª. Luísa


De Fisga a 24 de Maio de 2009 às 15:19
Olá Amiga Luísa. É como eu te disse não podemos valorizar o que não tem valor. Nada melhor que o desprezo para quem se comporta assim. Um beijo Eduardo Gonçalves.


De M.Luísa Adães a 24 de Maio de 2009 às 15:40
eduardo

O blogs dela desapareceu do meu blogs e de mais gente (eu analisei), mas aparecei no meu adicionar de amigos um blogs com o nome de "Amor", não sei
quem o enviou.
Já lá fui , mas diz que não está visivel ao público,
volte é a última palavra e eu sinto que é ela, com um novo blogs, ainda não a funcionar, mas vem com o nome de "Amor".
Podes ter a certeza; fica atento ao teu blogs.

beijos,

maria Luísa


De Fisga a 24 de Maio de 2009 às 16:36
Olá Amiga Luísa. Olha amiga: Queres um conselho? Eu te garanto que é ela, e não tenhas dúvidas. Toma nota disto que eu te digo. Beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 24 de Maio de 2009 às 18:57
Eduardo

Eu também acredito que sim. Apareceu nos amigos
adicionados sem eu saber como e não abre a página.
E se é ela, porque diz que o blgs é privado?

Sabes responder?

Maria Luísa


De Fisga a 25 de Maio de 2009 às 11:41
Não caias na esparrela de responder aos comentários dela, que ela daqui por uns dias vai começar a comentar. Beijo. Eduardo Gonçalves.


De M.Luísa Adães a 25 de Maio de 2009 às 14:36
Eduardo

Acredito que sim! vai começar sorrateiro, sem ninguém perceber e mais tarde vem a ameaça de
vários estilos, até de morte.
Beijos para ti, meu amigo,

Mª. Luísa


De Fisga a 25 de Maio de 2009 às 18:05
Olá Amiga. Luísa. É tal como dizes. Mas já sabes qual é a receita. Ignorância total. Faz de conta que é uma nuvem transparente, nem sombra faz. beijo Eduardo Gonçalves.


De M.Luísa Adães a 26 de Maio de 2009 às 09:19
Eduardo

Não vou responder e só aceito se estiver tudo dentro do normal, até ver...

Beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 26 de Maio de 2009 às 17:32
Fazes muito bem Amiga, eu faço o mesmo. Beijinho Eduardo.


De Sonhosolitario a 14 de Maio de 2009 às 16:00
olá querida amiga Luisa,
mas que linda forma,
De homenagear o seu estimado marido
Com tão lindo poema,
Adorei e está cinco estrelas.
Um doce beijinho, e que esse amor dure e perdure,
e continuação de uma boa semana,
sonhosolitario


De M.Luísa Adães a 14 de Maio de 2009 às 16:24
sonhosolitario

ainda hoje me lembrei de ti, mas não tive oportunidade de ir ao blogs - mas vou, se Deus quiser!

Obrigada pelo teu comentário ao meu poema;
deixou-me feliz, muito feliz.
Que Deus te ajude e te traga em bem; obrigada!

Beijos da amiga virtual,

Maria Luísa


De jpcfilho a 14 de Maio de 2009 às 20:59
Olá Maria Luísa, sentes falta da falta que ele faz, mesmo presente, sentes saudades atemporais, te sentes distante quando ele dorme, ou quando viaja para Passargada, ou quando sonha, se está não estás?. Mas estás , ele está, nesse encontro, reencontro diuturno e infinito em suas nuances imorríveis do amor.

Lindos versos de amor.
beijos
João Costa filho


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 16:09
João

Tão fácil de entender - são versos de amor incompreendidos ou compreendidos, mas não chega ao âmago do que pretendo dizer.
E faz doer esse sentir distante, ao poeta que sente e escreve e não encontra a resposta certa.
É esta a minha vida, é este o meu Destino...

Beijos e obrigada,

Mª. Luísa


De 100timento a 14 de Maio de 2009 às 21:13
Olá Maria Luisa. . Assim vejo e entendo a meu modo tal como um quadro abstracto este teu poema.
Ausência
sem sentido
Urgência
do desconhecido
Ausência
de ti
Urgência
do amor
Ausência
sem saber do quê
Urgência
de algo que temes
deixar para atrás
perdoa se errei na leitura mas assim sou...e serei eu.
beijinho do Rui


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 16:21
100timento

Respondi e me parece que não publiquei; se encontrares duas respostas, desculpa!

Não erraste na leitura.

O poema é feito de Ausência e Urgência; tal como tu visionas e escreves.

E dizer da minha parte na resposta, seria repetir o que tu dizes, numa afirmação real e pura.

E não quero repetir-me, quero ficar com o que escreves, para sempre, no meu sentir e amar o
teu dizer.

Obrigada pelo teu tempo, atemporal, pela tua
sensibilidade e amizade.
Deixaste felicidade!

Beijos com ternura, da Maria luísa


De rosafogo a 15 de Maio de 2009 às 00:38
Posso entrar?
Pensei vir e aqui estou!
Este poema, foi subtilmente tecido, há nele uma luz maravilhosa,ora perto ora ao longe,fala da ausência que não se deseja e da resistência dum Amor cujo fogo é bem presente, que continua a arder e a resistir.
Buraco negro, estrada solitária?!
Um raio de luz, desolação?
Emoção?É tudo isto, e eu sinto-me borboleta perdida, sem vontade, de partir daqui.
Meu olhar humedece!
Vou , mas voltarei!
Sempre te digo que reconheceria o poema, ainda que no meio de muitos, porque me fez «pele de galinha».~
Sabes o que é?
Beijinho amiga Mªluísa
Até breve, vou lembrar-me de ti e de todos os amigos
na minha ída á N. Srª de Lourdes.


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 15:54
rosafogo

Não partas, fica com o meu poema que é parte de mim!
Obrigada pelas tuas palavras repletas de tudo
quanto alguém pretende ouvir no tempo certo, na hora certa! Agradeço comovida esse sentir!
Em Lourdes, roga por mim, para eu ter forças de continuar a encantar quem me entende, como tu.
Obrigada e boa viagem!

Beijos amigos da,

Maria luísa


De Simbologia do aMoR a 15 de Maio de 2009 às 01:29
Olá Maria Luísa

Boa noite/bom dia!
Desculpe não vir antes comentar, mas sabes, estou em casa alheia. Só quando é possível.
Li e reli teu poema. E olha... parece uma canção! Muito linda!
E eu sabia que você também sabia!
E falta que sentia... Sempre foram das suas palavras!
Dos seus poemas e canções. Todos um bálsamo que alivia os corações. Por isso eu amo a música, a letra principalmente, como esta que acaba de fazer.
"Continue chamando". Tenho certeza que ele vai voltar!
Sabe porquê?
Porque esta canção ele vai cantar.
Nossa saiu uma rima!

Obrigada por tudo que escreves. Foi muito bom encontrar-te pelo caminho virtual.
Virtual só no nome! Não há paredes que a energia não penetre. Como esse poema que acabo de ler.

Parabéns!

Abraço


De M.Luísa Adães a 15 de Maio de 2009 às 09:41
re-nascer

Que dizer a um comentário tão real, tão sentido,
tão leal e amigo. Que dizer? Perdi as palavras...
olho para o lado,
olho para a frente,
inclino para trás
e não as encontro
as Palavras
que te quero oferecer,
como um ramo de rosas vermelhas
acabadas de colher.

Mas encontrei estas
Que acabo de dizer, de escrever...

Com a minha admiração e comoção, pelo que dizes
do poema que eu acabei de escrever.

"Não há paredes que a energia não penetre" - dizes
tu e é verdade...E neste nosso estar virtual, talvez
não sejamos "linhas paralelas que nunca se encontram" - mas alguma coisa mais.
Obrigada pelos teus Parabéns .

Beijos com ternura,

Maria Luísa


De Simbologia do aMoR a 15 de Maio de 2009 às 10:45
E... na vida

Nada é por acaso.
Não existem coincidências?
Nada é coincidência, é real.
Espero nesta canção vê-la lá no alto do palco
Palco firme e verdadeiro.
E eu serei platéia aplaudindo a volta.
Porque duas almas quando se amam
Devem estar juntas.
E é isso, só sou platéia.
Em ouvir palavras, nada mais que isso!
Só palavras que me comoveram
Como esta última que fez.
E é por isso também que amo suas canções
Canções apenas. NUNCA, nada mais que isso.

Obrigada mais uma vez.


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 15:41
re-nascer

Lindo o teu comentário,como sempre.
Não és apenas platéia, fazes parte do palco do grupo que canta e dança - pelo menos, para mim!

Adorei a tua presença e as tuas palavras, tão cheias de tudo. Obrigada!

Mª. Luísa


De Simbologia do aMoR a 15 de Maio de 2009 às 01:31
Todas estas palavras foram muito sentidas.
E falando em palavras...
Você já fez teu poema para o free?
Sobre a dança?
Eu como nunca sou convidada... Fiz no meu próprio blog.

Abraço.


De M.Luísa Adães a 15 de Maio de 2009 às 09:29
re-nascer

Todas as palavras são sentidas, muito sentidas e traduzem com antecipação, um facto real.

Obrigada pela tua presença sempre amiga!

Quanto à "dança" fui convidada, mas não sei se vou ter oportunidade de o fazer; vou, assim que possível, ao teu blog ver o teu trabalho.

Obrigada!

Beijos da, Maria Luísa


De Simbologia do aMoR a 15 de Maio de 2009 às 10:39
Sabia que entenderia.
Como as canções dizem... a nossa vida.
Por isso gosto de todas as canções, quando as letras fazem sentido.


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 15:47
re-nascer

Obrigada por me considerares uma canção e assim,
eu falo da partida e do "Sentir a tua falta".
Comovente o que dizes; nada acontece por acaso;
o mundo tem Leis , o Infinito tem "Leis Maiores e
mais Justas" , é essa a nossa Esperança!

Beijos com ternura,

Mª. Luísa


De Simbologia do aMoR a 16 de Maio de 2009 às 18:02
Maria Luísa eu não entendo o ue você diz
Só posso dizer que estou aqui para enviar mensagens. Talvez esteja entendendo errado

Leia tudo ue escrevi hoje.

sou tuaamiga.tente entender o ue está acontecendo.


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 18:50
re-nascer

Eu tenho respondido, a tudo quanto tens tido a
amabilidade de enviar, de acordo com o que escreves e de forma percebível.
Não entendo que não entendas, linguagem tão clara, simples e verdadeira.
Que posso fazer? Podes explicar o que não entendes
no que respondo, com toda a minha alma e a
profundidade que esse Todo traduz? Explica, pois
desta vez, sou eu que não entendo!
E desculpa, se alguma coisa está a falhar.
Mas tenho tentado, escrever de forma simples e clara.
Que está acontecendo - eu não sei !
Sê mais explicita, por favor!

Com amizade verdadeira,
Mª. Luísa


De Simbologia do aMoR a 16 de Maio de 2009 às 19:15
Oi
Já disse que minhas mãos naõ escrevem sozinhas, elassão impulsionadas.
e escrevo nomeu blog tuo, eagoramais um. eu é que não entendo.


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 19:32
re-nascer

Já entendi que não é você que escreve, mas não tenho culpa, por não entender minhas respostas.
Então eu não estou a responder a você, mas sim a quem escreve por si.
Esse alguém, entende o que digo! É suficiente! Não
há problema! Neste momento tudo está claro.
Paz !

Mª. Luísa


De Simbologia do aMoR a 16 de Maio de 2009 às 19:39
está claro pra vc mas pra mim não.


De M.Luísa Adães a 17 de Maio de 2009 às 08:26
re-nascer

Com paciência e amor todos nos entendemos;
somos filhos de um Deus Maior e Ele ajuda a entender. "Voltai o vosso pensamento à fonte suprema; "nada façais sem que a lembrança de Deus
venha purificar e santificar os vossos actos" .
(do Evangelho Segundo o Espiritismo - Sede Perfeitos ).

Maria Luísa


De Simbologia do aMoR a 18 de Maio de 2009 às 12:20
Oi maria luiz

desculpe os erros, este teclado não está muito bom.
eu vou flar-te a verdde, eu estou aqui enviada por Deus!Eu não sou demonio como querem me pintar.
Eu disse que alguem leva minha mao para eu escrever. Vim buscar minhs raizes, minhas existencias passadas que está aqui e se encontra entre o virtual e o real. Ficarão surpresos, mas isto não é invenção minha.
Minhas maos tremem quando escrevo. E eu estou seguindo as simbologias.
Vou flar sobre você no meu blog, vou falar sobre sua cor e voce vai reconhecer-me. vou falar também do palco, do verdadeiro e do falso. Depois vá lá, eu não tenho tempo para responder aos comentarios. Eu precisava de uma internte pública, ms não tenho. Vou tentar descobrir uma.
Leia no meu blog o que vou escrever para toda a platéia do palco verdadeiro e do falso palco.

Até lá.


De M.Luísa Adães a 18 de Maio de 2009 às 12:44
re-nascer

Obrigada por me escrever; agora entendo a sua missão e aguardo o que vai dizer.
Espero que tudo esteja de acordo com a vontade Divina e seja feita a vontade de Deus.
Aguardo e acredito!

Maria Luísa


De M.Luísa Adães a 18 de Maio de 2009 às 14:40
re-nascer

Obrigada por me distinguir num mundo tão vasto;
a espiritualidade sabe o porquê!
Eu vou ao seu blogs, agora e aguardo!
obrigada!

Mª. Luísa


De poetaporkedeusker a 15 de Maio de 2009 às 11:29
Tão verdadeiro este poema, amiga! A maioria das vezes em que realmente senti a falta de alguém, esse alguém não tinha, ainda, partido. A partida viria a ser inevitável, mas eu sentia a sua falta e nem imaginava ainda que essa pessoa viria a partir.
Ando a encontrar-me muito nos teus últimos poemas, amiga.
Abraço sem partida.


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 15:26
Mª. João

Lindo o teu comentário de confissão, por tempos
passados. Encontraste-te no meu poema!
Obrigada pela verdade que eu procuro escrever e
receber.

Beijos com muita saúde e alguma saudade!

Mª. luísa



De blogando-me1 a 15 de Maio de 2009 às 22:17
Image


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 15:16
Blogando-me1

Obrigada, minha amiga, pelo presente ao poema
"Sinto a tua falta".

beijos da Maria Luísa


De maripossa a 15 de Maio de 2009 às 22:30
Maria Luísa. Que beleza quando as palavras se conjugam num único sentimento que é o amor! Este sentir, pode ser das horas de amor, do esquecimento e na distância, mas a alma fica presa ao instante da falta de alguém?.
Beijinho de amizade, estou engripada. bfs Lisa


De M.Luísa Adães a 16 de Maio de 2009 às 15:12
Maripossa

Grata pela tua presença e as tuas palavras;

Sim.a alma fica suspensa ao instante, da falta de alguém, quando parte.

Obrigada pelo teu comentário, muito bom! As melhoras!

Beijos da Mª. Luísa


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