Domingo, 22 de Março de 2009

QUANDO TE AMO...

 

 Imagem Internet / Salvador Dali
 
 
 

Quando te amo,

Nasço e morro

Renasço de cinzas

De rosas queimadas

De fogo ateado

Nas árvores dispersas.

 

 

O teu lado,

O meu lado,

Escondendo

O teu corpo e o meu,

Das minhas fantasias

De poeta.

 

 

E subo, como poeta que sou

Ao Altar do sacrifício,

Olho numa despedida

A Via-sacra,

Como a subida de um justo

Na hora da partida

A procurar o lugar,

Onde se propõe descansar.

 

 

Eu olho, sem saber quem sou

Sem saber quem procuro

Sem saber onde vou...

 

 

Mas olho, por detrás das árvores

A cobrirem nosso espaço,

Nosso espaço de amor

Nossa cama floreada

De mil cores

Nosso respirar ofegante

A descansar,

Da luta do instante.

 

 

Abro meus olhos

Enquanto dormes

Enquanto descansas

Dos jogos de amor,

Ensinados por mim

Aprendidos a primor

Por ti...dormes, descansas.

 

 

Eu olho o submerso,

Onde tantos se debatem

E se prendem

Sem salvar.

 

E desço, uma vez única

Para escrever meus versos

E dar a saber,

Àquele que se perdeu

No Caminho de regresso.

 

Volto ao meu mundo,

Por ti, adormecido

E por Eles!

 

 

- E Eles sabem?

- Não, não sabem.

 

Mas não importa saber!

 

Importa é que volto por Eles

E por ti, meu Amor!

 

Maria Luísa Adães

 

 

FreeStyle/ ao poema "Quando te amo..."

 

"Amar é"

Como ter um anjo ao lado

E passear com ele, lado a lado.

 

Tu...

Com o narizinho frio,

abotoado dentro desse casaco

Eu com o vento nas costas...

é como proteger-se do mundo

e de um longo Inverno.

 

Amar é...

Os lençois onde deixas o teu perfume.

 

Amar é...

Fazer amor aqui...

onde as estrelas só podem olhar

se formos nós dois.

Dois como os teus olhos

que são estrelas só minhas

e um abraço onde trocamos

o teu amor com o meu.

 

Vês meu amor...

O tempo é incolor

e move a vida à nossa volta,

assim como move o mar.

 

Amar é...

Às vezes o que fica parado

numa fotografia.

Tu em primeiro plano

e atrás um céu descolorido,

eu ao teu lado com uma expressão

a querer dizer:

não te deixarei nunca!

 

Se amar é...

Respirar os dois o mesmo respiro

- como fazias antes de me conhecer?

 

Amar é...

tu apontares o dedo no meu peito

e fazeres um desenho

o desenho de um coração,

o teu coração sobre o meu.

 

Amar é...

Como uma dança lenta

e a música que soa é vida,

é a dança das almas entrelaçadas.

 

Amar é...

Os teus cabelos que enxugam

o meu rosto

é : - Como estás, meu amor?

 

Amar é...

Dizer sim...

é como uma Igreja,

onde lá no fundo...

Vem um véu branco

ao nosso encontro.

É um voo de cegonhas

num campo verde.

É : dorme bem meu amor!

 

Vês meu amor...Deixa que o tempo

mude tudo à nossa volta

e que entre nós seja sempre

como se fosse,

o Primeiro Dia.

 

FreeStyle ao poema  "Quando te Amo..."

 

 

Maria Luísa Adães

 

publicado por M.Luísa Adães às 10:25
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67 comentários:
De cuidandodemim a 22 de Março de 2009 às 11:45
Quando o amor acontece, mil sentimentos e mil pensamentos nascem dentro de nós!
Bjns


De M.Luísa Adães a 22 de Março de 2009 às 12:37
cuidandodemim

Tu tens telepatia e vidência em relação ao que escrevo e quando escrevo e não sei se ficas por aí,
sinto que não . És uma pessoa especial, mas não dizes.

E na tua calma tu dizes - :)

"Quando o amor acontece, mil sentimentos e mil pensamentos nascem dentro de nós"

E ISTO DIZ TUDO!

oBRIGADA POR TE ENCONTRAR;

bºS, mARIA lUÍSA


De cuidandodemim a 23 de Março de 2009 às 12:11
Obrigada eu pela partilha e pelos elogios. Eu sou uma que sente as coisas com o coração, apenas isso...
Bjns


De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2009 às 08:15
cuidandodemim

E com simplicidade tu dizes : "eu sou uma que sente as coisas com o coração".

Linda forma de sentir!

Com ternura,

Maria Luísa



De Sonhosolitario a 22 de Março de 2009 às 16:52
olá querida amiga Luisa .boa tarde espero que tenha passado bem ?
--------------------quando te amo----------------------------
Amar quando se ama ?
será pura fantasia, usar palavra amor
porque é a palavra mais usada a primor
sem pensar e sem pudor ,
sem respeito, pelo amor
porque quando se diz amo-te
deveremos pensar que poderemos causar dor
porque nem tudo será amor,
mas sim so fantasia a louvor.
mas sim um jogo para amor
sem pudor …

lindo adorei tens o amor no teu coração
adorei o teu poema .
desejo-te uma semana muito feliz .
um doce beijinho
Sonhosolitario


De M.Luísa Adães a 22 de Março de 2009 às 18:52
sonhosolitario

Obrigada por escreveres; mas neste amor de que eu falo, ficcionado, é evidente, trata do amor humano e dos mundos submersos, onde as pessoas
se perdem e não encontram o caminho de regresso.
Há uma mistura entre o humano e o psíquico; entre
a realidade e a irrealidade.
Não é, pròriamente, o amor que vivemos, mas um amor idealizado pelo poeta.
E os poetas usam muito a fantasia.

Mas gostei da forma como respondeste e da tua presença virtual neste lugar.
Obrigada por comentares o poema"Quando te amo..."

Com amizade,

Maria luísa


De MBeirão a 23 de Março de 2009 às 00:22
O amor comanda a vida, e dele nascem poemas lindos como este que acabei de ler.

Muito bonito cara amiga, felicidades


De M.Luísa Adães a 23 de Março de 2009 às 07:41
PunhoErguido

Quanta alegria, pela tua presença e o teu comentário.
O poema "Quando te amo..." e eu, Maria Luísa,
agradecemos a tua homenagem, quando dizes:

"O amor comanda a vida"

Obrigada, meu amigo.

Felicidades para ti, também,

Maria Luísa


De oriona a 23 de Março de 2009 às 00:34
O poeta canta o amor cria a fantasia e encanta a vida.
O poeta nasce, morre e renasce das cinzas, renasce para a vida transformada em amor.

Lindo este seu poema, lindo falar do amor.
Parabéns!

Oriona


De M.Luísa Adães a 23 de Março de 2009 às 07:26
Oriona

Quanta felicidade me dá a tua presença e o teu
comentário "Maior, ao poema "Quando te amo..."

É isso mesmo que dizes : "o poeta nasce, morre,
renasce das cinzas e se transforma em amor".

Lindo comentário, repleto de sensibilidade e
verdade quanto ao falar de amor. Obrigada!

beijos, muitos, para ti
da amiga,

Maria Luísa


De rosafogo a 23 de Março de 2009 às 00:37
Olá Maria Luísa

É sempre bom, quamdo de amor se trata, amor sonhado , idealizado, real. irreal...

O teu poema
tem o veludo das flores
Qual fénix renascida
Vem-nos falar de amores.
Tu amas
Nele teu corpo e alma despias
Teu amor em chamas
Repleto de fantasias
Amor de poeta é contradição
ou sbmerge, ou é fogo no coração


De M.Luísa Adães a 23 de Março de 2009 às 07:19
rosafogo

Deixa-me dizer-te - :)

"tem o veludo das flores
qual fénix renascida..."

Lindo o teu poema, em homenagem ao meu poema.
Lindas tuas palavras quando dizes :
"Amor de poeta é contradição"

"entra nos mundos submersos e regressa à terra,
pelos esquecidos e perdidos e pelo amor que
ficou adormecido.
E assim, tu contas e eu acompanho o teu contar.

Comentário maravilhoso!

Beijos muito grandes, muito fortes de amizade
e tanto mais, gostaria de dizer...Obrigada!

Com ternura,

Maria Luísa


De rosafogo a 23 de Março de 2009 às 00:40
Esqueci de te anviar um grande beijinho, por este motivo aqui volto.
Adorei o teu poema, não é fácil encontrar palavras
que te digam o quanto gostei, mas gostei muito e é isso que importa.
Obrigado pelos bons momentos.


De M.Luísa Adães a 23 de Março de 2009 às 07:08
rosafogo

Quanta alegria me deste, minha amiga; o meu poema "Quando te amo..." e eu, agradecemos as
tuas palavras, onde o enalteces; amor fisico e psiquico, num jogo entre a terra e os mundos submersos.
Ficcionado, mas ligado a tudo quanto sou.

Obrigada por voltares, esqueceste o beijinho, quanta ternura, minha amiga.
Possa Deus abençoar-te!

Beijos,

Maria Luísa


De ஜॐ♥ஜ___Estrelinh@___ஜॐ♥ஜ a 23 de Março de 2009 às 11:40
Poderão existir mtas lágrimas, mas quando existe amor dentro de nós tudo se supera...

beijito carinhoso querida.

ps: vou levar comigo ok?


De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2009 às 08:22
Estrelinha

O amor é apanágio de lágrimas! Mas, sim, ele supera
as lágrimas

Podes levar contigo!

Beijos,

Maria Luísa


De poetaporkedeusker a 23 de Março de 2009 às 12:58
Quantas vezes, para nós, poetas, o tempo perde a razão de ser e se sublima nos momentos em que o cristalizamos , recordado, ficcionado, sentido e eternizado? Será por isso que as nossas palavras são, tantas vezes, intemporais?
Um grande abraço, minha amiga das palavras intemporais!


De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2009 às 07:42
Mª. João

Aos poucos vou sendo definida pelos meus poetas
virtuais, reais, senhores absolutos. E eu gosto deles e de ti!
Sim, escrevo com palavras intemporais, vivo nelas
e ficciono o amor, o sensual e o místico. E sou eu,
diferente da primeira e da última - mas eu, apenas
uma ,traduzida em várias.

Obrigada pelas tuas palavras, poeta e amiga.

Beijos,

Mª. Luísa


De jpcfilho a 23 de Março de 2009 às 14:24
Olá Maria Luísa, de tanto amor, de tanta emoção, a vida tua se faz assim, nas tuas universidades , te doas e recebes franciscanamente essa doação em dobro eem zilhões de sentires, e tb como o pássaro todos os dias resnasces nesse altar diuturno de tuas vigilias de amor. O amor é teu, te pertence, tu o criaste, te cabe agora, alimentá-lo.
e penso que isso o fazes bem...
Lindos versos de amor
beijos
João Costa Filho


De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2009 às 07:22
João

Lindas as tuas palavras a definir o poema "Quando te Amo...", se é que ele pode ser definido.
Mistura entre a ficção, o real e o místico, dão a
conhecer quem o escreve!

Alimento o amor,
Dou-lhe vida
faço dele, o meu estar no mundo.

Pertence-me, amo-o, trago-o aos meus versos
com ternura sensual e mística e mostro-o a quem
me quere ler.
Sou uma romântica e escrevo para corações rudes
e românticos.

Este poema mistura-se no tempo e no espaço, com
uma cadência onde o amor em todas as suas facetas, predomina. Ele , o Amor, é o Senhor do
Universo Maior. E lhe preto a minha homenagem,
em todas as suas formas.
Obrigada por gostares, meu querido poeta!

beijos,

Maria Luísa


De Fisga a 23 de Março de 2009 às 18:11
Olá amiga Luísa. Maravilha, parabéns. Pelo teu poema QUANDO TE AMO.

Quando te amo com todo o meu ser,

Se te descrever eu nunca me engano.

És o rio, entre nós que jorra com fervor,

Despejando na foz todo o teu de amor.

Um grande beijinho pelo teu trabalho.
Eduardo.



De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2009 às 07:05
Eduardo

Obrigada pelos teus versos, pela tua presença amiga neste pequeno espaço e por gostares do poema "Quando te amo...".

Beijos,

Maria Luísa

p.s. ontem, dia 23-3-2009, enviei para ti dois livros
meus, através do Correio. Espero que gostes!


De Fisga a 24 de Março de 2009 às 12:13
Olá amiga Maria Luísa. Não me agradeças pelo comentário, e quanto aos versos, que versos, aquilo calhou foi um bipe que me deu, porque eu de poeta não percebo nada, e agora já é tarde para tentar perceber. Quanto aos livros. Olha amiga Agradeço-te muito, e só o que te posso dizer é que estou à tua inteira disposição para tudo aquilo em que eu te possa ser útil, eu não sou dos que se esquecem do nome de quem os mima. Por isso nunca hesites em recorrer aos meus préstimos sempre que te pareça que eu te posso ser útil em algo. Beijinhos no coração Eduardo.


De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2009 às 12:44
Eduardo

Agradeço o teu cuidado, o carinho, a amizade.

Versos, sim - os teus e como os sabes fazer!

Espero que os livros cheguem bem; depois manda dizer.
Beijinhos para ti,

Maria Luísa


De Fisga a 24 de Março de 2009 às 13:29
Mais uma vez amiga. O meu obrigado pelo teu carinho para comigo, és um amor. temo que não mereça tudo o que fazes por mim. Quanto aos livros está descansada que quando eu os receber eu te darei conhecimento. beijinhos deste teu amigo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2009 às 17:45
Eduardo

Fico a aguardar!

Beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 27 de Março de 2009 às 17:32
Olá amiga Luísa. Isto é só para cumprir o protocolo. Mas o prometido é devido. como já sabes eu já recebi os livros, e disso já te dei a respectiva noticia em tempo próprio, mas não no lugar próprio. Daí a minha vinda aqui. Muito obrigado pela tua oferta, e que tenhas muita sorte e muita vida para continuares a escrever sobre a serra, que é tão bela. Um autentico miradouro prò mar. Beijinhos Eduardo.


De M.Luísa Adães a 27 de Março de 2009 às 19:16
Eduardo

A Serra como dizes "é um miradouro para o mar";
deu origem a muitos poetas ao longo de séculos.
Há poemas em latim de autor desconhecido, tem magnetismo, encanto e leva-nos para além, da nossa visão temporal . É muito bela e a familia do meu pai foram visitantes e amigos da Serra,
enquanto viveram - já todos morreram - ficaram os mais novos e só eu ,na familia, é que descrevi a serra em verso e lhe dei o meu amor e lhe fiz a
minha homenagem.

Beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 28 de Março de 2009 às 21:12
Olha amiga: Eu neste pouco tempo que nos conhecemos e só virtualmente, Já tive tempo de ver que tens uma alma muito grande e muito nobre, és de uma sensibilidade invulgar. Parabéns por isso. A serra deve-te muito por isso é tua amiga e admiradora. Beijinhos Eduardo.


De M.Luísa Adães a 29 de Março de 2009 às 09:46
Eduardo

Obrigada pelos teus dois comentários; também
enalteço os conselhos de amigo virtual, como amigo real.
Sou, como tu dizes, de uma sensibilidade invulgar,
não é uma maravilha ser assim, mas foi o "Legado" dado pelo
"Senhor de todas as coisas" e eu aceito!

Amo a Serra. o Mar e o Vento e todo o encanto que dela emana e a cantei, nesses versos meus.
Agora aguardo e vivo a minha vida, como eu gosto de viver.
Apesar de tudo, vigia bem a tua saúde e conserva-te com qualidade de vida, por muitos e muitos anos.
Para alegria de todos nós.

beijos,

Maria Luísa


De Fisga a 29 de Março de 2009 às 12:30
Olá amiga M. Luísa. Se eu percebi bem, dizes: Que o facto de seres sensível não é uma maravilha. Olha amiga, eu acho que a nossa sensibilidade, é a fonte da qual brota o nosso sentimento de amor pelos outros e bem assim, por tudo o que de belo há na natureza. O lado belo está em nós e na natureza, mas só tem o privilégio de o ver quem vê com amor. Também sei que a nossa sensibilidade, nos pode trazer amargos de boca, e isso não é raro infelizmente, Mas eu chamo a isso o tempero da vida. Beijinhos amiga, e não ponhas em prática o ditado, do olha para o que eu digo, e não olhes para o que eu faço. É como te digo tu és ainda uma criança, por isso olha por ti, eu á pouco adianta, agora é muito tarde.


De M.Luísa Adães a 29 de Março de 2009 às 20:02
Eduardo
Ser muito sensível faz sofrer por tudo e por todos.
Não é benéfico, mas nasci assim e nada posso mudar. De quem tenho mais pena é das crianças,
dos velhos abandonados e dos animais (até por eles sofro, lembra-te da Maggie - ainda não esqueci e
muitas vezes, choro por ela - foi uma grande amiga).

Quanto a ti, não me digas "já é tarde" - nunca é tarde e o tempo de vida nada tem com a idade.Isso também me faz sofrer, pois gosto de ti como familia.
Não tornes a dizer - é tarde! Não posso lêr, ou
sentir!Ficava perdida no mundo virtual.

Com carinho,

Mª. Luísa


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