Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

RECORDO!...

 

 

  

Recordo!...
 
A chuva cai,
Cai direita
Como se fosse medida,
Estudada …
 
Os trovões falam,
De alvoradas
Há muito esquecidas
E me trazem à lembrança
A agonia de lágrimas caídas
Certas,
Como se fossem medidas.
 
O pensamento é triste,
Caminha ao som da chuva
Que subsiste
Neste instante,
Batida por vento agreste,
 
Vindo não sei donde.
 
Recordo,
Essa manhã em que escrevi ...
 
Recordo,
A ternura que senti
Quando te reconheci
E depois te perdi
E mais tarde,
Esqueci …
 
Recordo,
As lágrimas que chorei e choro
E me deixo embalar pela chuva
Pois os aplausos às Palavras
Proferidas em tempos,
Pararam …
 
Recordo,
A chuva cai
Outra vez
E outra vez,
Direita
Como se fosse medida,
Avaliada,
Estudada,
Conjugada.
 
Olha!
Aqui está a minha
Herança …
 
Vem!
É tua,
Pertence-te,
Leva-a contigo
E deixa-me só
No esquecimento,
 
Reduzida ao Nada!
 
Maria Luísa
publicado por M.Luísa Adães às 15:19
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54 comentários:
De Sonhosolitario a 20 de Janeiro de 2009 às 17:54
olá querida amiga poetisa Luisa bem vinda ao nosso convivio,um doce beijinho está com saudades ,
aqui te ofreço este lindo poema para ti .
-----------------Vida----------------------

Vida

Recordar é viver,
Viver em ti,
Viver em mim
Ajuda preciso,
Para viver
Anseio pela vida,
Luto para viver

Como posso viver
Sem sonhos
Sem ti ao meu lado
Sem o teu sentir
Sem amor
Sem verdade
Não consigo
Ajuda-me
Quero viver
Quero recordar

Não me acordes
Este sonho é pesadelo
Tenho medo de acordar
Por favor não me acorde
Porque eu jamais
Conseguirei viver
Não tenho de morrer
Mas sim de sofrer
Por não
Conseguir viver
A minha vida
Como sonhava ser.

Autor,Sonhosolitario

um doce beijinho
deste seu amigo do coração
sonhosolitario



De M.Luísa Adães a 20 de Janeiro de 2009 às 18:58
sonhosolitario

lindo o poema que me ofereces; agradeço o teu carinho; mas, meu amigo, temos de viver com a perda dos que amamos...
É muito cruel ,perder um amigo, um familiar, um amor que nos encantou e nos deu felicidade, por uma vida.. .
mas temos de viver
e tornar a sonhar,
sonhos de encantar,
mas neste momento, eu também, estou a viver o "Recordar"... Dos tempos passados no Brasil e o vazio da minha casa, em Portugal.
Agradeço o teu poema ao meu poema "Recordo!..."
e espero para ti, o encontro da tua felicidade.

Hoje, eu estou muito triste e senti um choque profundo com a ausência da Maggie e sei - ELA não
vai voltar! E tenho de continuar e lutar, mas também preciso de ajuda.

Boa-Noite, meu Amigo e agradeço o teu poema lindo
e a tua presença, neste lugar.
com carinho,

Maria Luísa


De Sonhosolitario a 20 de Janeiro de 2009 às 21:02
ola querida amiga luisa fiquei sem palavras ,cheio de emoção,obrigado por tão lindas palavras de amiga ,
um forte abraço para o seu marido ,e um doce beijinho para ti querida amiga ,
interno amigo
friends forever
sonhosolitario
tony


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 12:38
sonhosolitário
Obrigada por voltares e entenderes, a falta que me fazem os amigos.
Enquanto te escrevo, estou espiritualmente, acompanhada e é uma benesse, para mim, ter um amigo assíduo e compreenssivo ,como tu !
O poema "Recordo", (simulado) é a continuação do
poema "Silêncio"...
Friends forever!... allways you find me and I allways, find you ... Forever!

Obrigada pela companhia virtual - melhor e mais pura, do que a companhia real! E quem sabe responder à interrogação?
O que se define como Real ?
O que se define como virtua l?
Eu, Mª. Luísa, não sei!

Beijos para ti e Familia,

Maria Luísa


De Fisga a 21 de Janeiro de 2009 às 11:48
Olá amiga Maria Luísa. É só para te dizer que tens um prémio no meu bog para levantares. Um beijo. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 12:09
Eduardo

Obrigada pelo teu cuidado; vou ao teu blogs, ver o que se encontra para mim; agradeço e vou responder ao que dizes sobre o poema "Recordo!..."

Beijos,

Maria luísa


De Fisga a 22 de Janeiro de 2009 às 20:19
Olá amiga Maria Luísa.
Não te preocupes comigo, eu faço ideia o ror de comentários e mensagens que deves ter para responder, mas atende toda a gente e não te preocupes comigo, Um beijinho. E tudo de bom Eduardo.


De M.Luísa Adães a 23 de Janeiro de 2009 às 19:51
Eduardo

Tenho tido muita compreensão, nos comentários que me têm sido feitos; as pessoas têm entendido com ternura e benevolência.
Mas tu e a nossa Amiga (muito cansada com os seus
bichinhos, 2 doentes) são especiais - no fundo, todos são especiais à sua maneira, mas vocês os dois são como familia.Isto não impede que eu tenha recebido todos os outros, com carinho e agradecimento pela amabilidade da sua amizade, por mim, pela Maggie e pelos meus versos...
Obrigada a ti e a Todos que me acompanham.

Beijos,

Mª. Luísa
obrigada pelo teu cuidado


De Fisga a 24 de Janeiro de 2009 às 10:56
Minha Amiga: somos três corações de manteiga, choramos facilmente, mas ao mesmo tempo doces. A cima de tudo nos compreendemos muito bem. Beijinhos Eduardo.


De M.Luísa Adães a 24 de Janeiro de 2009 às 11:37
eduardo

"Três corações doces e nos compreendemos muito bem".

Lindas tuas palavras, em todos os lugares onde escreves. Obrigada, bom fim de semana.

Beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 27 de Janeiro de 2009 às 15:44
Olá amiga Luísa. Um bom fim de semana para ti também. Beijinhos.


De Fisga a 21 de Janeiro de 2009 às 11:53
Olá amiga Maria Luísa. Olha amiga, o teu poema é Fantástico, é lindo, mas por saber o que lhe deu vida, mais uma vez não me contive, Tens que ter calma e ver se consegues retomar a tua vida normal, o quanto antes, para minimizares até ao mínimo a tua dor. Um beijo e tudo de bom para ti amiga. Eduardo. P. S. Adicionei aos meus favoritos.


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 12:25
Eduardo

De novo tive o gosto de te encontrar no blogs e ao mesmo tempo, me fazes companhia.
Enquanto te respondo, é como se conversasse contigo ,daquelas coisas que neste momento me angustiam .
Tu tens razão, tenho de parar com a tristeza e a
transformar, numa saudade pura e leve; assim, será mais fácil a caminhada ... E eu e todos nós, temos de caminhar contra as marés antagónicas que se deparam neste tempo de Peregrinação - somos
Peregrinos, de um destino desconhecido, cujo final
todos conhecemos - igual para todos - bons ou maus - crentes ou descrentes.
Mas temos de sobreviver! Eu sei, meu Amigo! Tu sabes? Tens a certeza que sabes?...
Mas num próximo poema, eu vou falar de "Amor"...
Prometo!
Agradeço, muito, a tua companhia! Bendito sejas por entenderes que este poema, (simulado) é a
continuação do poema "Silêncio" ...
Tu entendes muito bem este sentir e descobriste que "este é o continuar do outro"!
Beijos para ti e Familia,

Maria Luísa

Maria Luísa


De Fisga a 21 de Janeiro de 2009 às 21:08
Olá Amiga Luisa. Eu sei-te compreender, porque do mal que tu agora sofres, ando eu há 4 anos a tratar-me e ainda não estou bem, mas vou comendo umas verdes com umas maduras, e assim vou levando o meu fardo. Um beijinho amiga e tudo de bom para ti. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 21:49
Eduardo

Que se passou contigo, para esse sofrimento de 4 anos e ainda não passou?
Perdeste alguém querido?
Desculpa perguntar, mas se não quiseres desabafar,
eu aceito e nada mais pergunto!
Beijos,

Maria Luísa


De Fisga a 22 de Janeiro de 2009 às 20:36
Olá amiga Luísa. Para começar tu podes perguntar sempre, que eu não levo a mal. E responderte-ei sempre, desde que saiba. O termo ando a tratar-me foi uma força de expressão. Porque em Março faz 4 anos que eu tive que ajudar o meu sipó a descansar para todo o sempre. Não tenho vergonha de dizer que ainda hoje choro muitas vezes por ele, mas muito longe de ser como já foi, felizmente estou quase curado. Um beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 23 de Janeiro de 2009 às 19:33
Eduardo
Eu fiquei preocupada com uma espécie de despedida que tu escreveste e ainda por me ter parecido, teres tido uma decepção na Net.
Talvez me tenha enganado e continue tudo bem; não quero perder a tua amizade e a tua presença.
Quem quere? Ninguém!...
Obrigada pela autorização de fazer perguntas, mas não quero que te canses e preocupes.
Eu prometi, um poema de Amor e espero cumprir.

Beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 24 de Janeiro de 2009 às 10:47
Olá amiga Maria Luísa. Não Amiga: Tranquiliza-te que o meu problema é só de tempo. Quanto ás perguntas, estás à vontade porque a minha vida não tem segredos seja a pergunta de que índole for. Quanto ao poema eu posso ir tarde, mas vou sempre ver. Um Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 24 de Janeiro de 2009 às 10:54
Eduardo

Obrigada por tuas palavras assíduas e reconfortantes;
vem quando puderes, sem pressas, não te preocupes, eu penso conhecer-te e assim, como sei quem tu és, espero, sempre, por ti!

obrigada,

Maria Luísa


De Fisga a 24 de Janeiro de 2009 às 11:13
Obrigado amiga bom fim de semana. Beijos. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 28 de Janeiro de 2009 às 18:57
Eduardo

Estive fora, daí ter respondido tarde, aos meus amigos.
Agradeço os teus desejos de bom fim de semana;
para ti ,beijos com carinho da amiga,

maria luísa


De Fisga a 29 de Janeiro de 2009 às 12:17
Obrigado amuguinha. Luísa. Eduardo. Um beijo.


De M.Luísa Adães a 29 de Janeiro de 2009 às 12:48
Eduardo

Vou ao teu blogs, obrigada por escreveres.

Bºs, m. Luísa


De Eduardo Daniel Cerqueira a 21 de Janeiro de 2009 às 12:47
Oi amiga, sê bem-vinda... Beijinhos


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 13:22
Edu

Feliz pelo teu contacto; regressei do Brasil, ontem,
19 janº. o9; entretanto, a minha cadelinha morreu
quando eu estava fora - foi e é ,um desgosto grande, como se fosse um familiar e era, da minha
Familia. Ao chegar, senti o vazio da minha casa ...
Chorei de novo e cada amigo que vem ao meu encontro, é um lenitivo para a minha alma atribulada. Agradeço te lembrares de mim, eu também não te esqueço - nunca!
O poema "RECORDO!..." é uma continuação do poema "Silêncio" - onde comunico a morte dela (está
muito bom, parece-me).
uma vez mais, obrigada pela tua presença amiga!
Bom Ano para ti e familia!
Beijos,

Maria Luísa

p.s. assim que possível, vou ao reu blogs e passo um tempo, com "O Território com alma"- Paredes de Coura , de seu nome, M. luísa


De poetaporkedeusker a 21 de Janeiro de 2009 às 13:31
Voltaste e recordas, Maria Luísa e os teus poemas vão-te suavizando as mágoas, eu sei. E sei que não é fácil, mas que nós vamos continuando. nada é fácil quando a dor de uma ausência se abate sobre nós, mas temos de continuar a construir o caminho. O nosso caminho.
Abraço muito grande.


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 14:00
Mª. João

Regressei, mas ainda não tive tempo de ir ao teu blogs.
A Casa está vazia - tu sabes - "Recordo!..." é um poema simulado, uma continuação do poema "Silêncio" - tu entendeste ...
Obrigada pela tua presença e tuas palavras! Fez-me
companhia - como se batesses à minha porta e entrasses e conversas comigo e eu contigo ... Isto
é Real! O mundo fisico, neste instante breve, é Irreal! Sei - o que dizes é verdade! Mas procuro-a
nos recantos escondidos da minha casa e não reconheço a casa ... será esta a casa ,onde vivo há
16 anos? ou enganei-me no nº. da porta ? E entrei num lugar desconhecido, como intrusa que sou!
Obrigada pela tua visita!
Em breve, te vou visitar! Tinha e tenho, Saudades tuas!Agradeço a atenção.

Beijos para ti e teus bichinhos (um estava doente)

Maria Luísa

p.s. escrever é lançar para o mundo o que me sufoca e não deixa respirar ...


De poetaporkedeusker a 21 de Janeiro de 2009 às 15:06
Obrigada, Maria Luísa. É a ET, uma das gatinhas, quem está doente. Já ultrapassou aquele período em que chegámos a pensar que não haveria nada a fazer, mas está um bocadinho melhor. Tem um longo tratamento pela frente.
Abraço grande!


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 17:34
Mª. João

Então é a ET e com um longo tratamento a fazer;
Deus te vai ajudar nessa tua missão, neste mundo,
onde o amor aos animais, está reduzido ao máximo.
Beijos à ET e as melhoras!
Com amor e carinho,

Maria luísa

p.s. obrigada pela noticía!


De poetaporkedeusker a 21 de Janeiro de 2009 às 22:48
Obrigada Maria Luísa! Um grande abraço para ti!


De jpcfilho a 21 de Janeiro de 2009 às 17:38
Olá Maria Luísa, a chuva cai no telhado, nas avenidas, em mim, e assim, ainda guardo algo que não sei, mas a chuva sabe, e sempre chove aqui dentro, chove lá fora, e não demora, muitas saudades, exílios e catarses, de tempos que não têm fim, as chuvas caem em mim...
Lindo teuo poema.
beijos
João Costa Filho


De M.Luísa Adães a 21 de Janeiro de 2009 às 18:12
jpcfilho

Foi impossível telefonar para o Rio;
estou em Portugal,
tenho a casa vazia
e desconheço esta casa
onde entrei
e me parece não ser minha ...

a chuva cai,
as lágrimas caem
direitas,
como se fossem medidas
e eu procuro Tudo
e não encontro Nada ...

As chuvas caem em ti
E correm para mim,
Num desejo vago
De chorar baixinho...

Mas o silêncio perdura
Não é necessário
O murmúrio da chuva,
A chuva com os trovões
podem gritar ...
Não há Ninguém,
A quem possam incomodar...

Ela partiu,
Era verdade ...
Eu simulei um poema
Para a encontrar
e a ouvir ladrar.

Mas nada ouvi
no meu "Recordar"...

Obrigada pela tua presença!

Beijos,

Maria Luísa


De Alzira Macedo a 22 de Janeiro de 2009 às 14:42
Oi amiga....

Quanta tristeza e aborrecimento senti nas palavras que me escreveste em meu blog...
Nao pode desligar sem te visitar em tua casa...
O que encontro aqui???
Tambem tristeza e dor....
Ai ai ai amiga que assim nao pode ser, vá lá anima-te...
Por vezes esperamos demais e da net fazemos o mesmo...
A net nao é fria querida, mas sim distante e sabes porquê? porque tambem é feita pelo ser humano e transportam ou partilham o que realmente sao na vida real...
Por isso anima-te porque melhores dias virão...
Acredita no que te digo, mesmo aqui na net mais vale poucos e bons do que muito e fracos...

Olha!
Aqui está a minha
Herança …

Vem!
É tua,
Pertence-te,
Leva-a contigo
E deixa-me só
No esquecimento,

Reduzida ao Nada!

Olha!
Peguei em tua herança
porque é bela
E quero a guardar
para a minha vida melhorar

Deixar-te só?
me é impossivel!!!
pois trouxe algo teu...
Te deixando algo meu!!!

Minha amizade e um sorriso


De M.Luísa Adães a 22 de Janeiro de 2009 às 15:19
Alzira

Coisa maravilhosa deixaste escrito neste recanto,
onde estive ausente por 2 meses e com a perda da Maggie a afugentar os indiferentes.
Tens muita razão no que dizes: a net somos todos nós e absorve as nossas indiferenças, os esquecimentos, as lembranças - Ela não existe - nós
existimos dentro dela, usufruimos o bom e o mau,
esquecemos e somos esquecidos.
Basta um ligeiro deslize e nos perdemos ...
Mas interessa os bons amigos, não contam os que vêm e não voltam ... Ou voltam umas vezes e desaparecem para sempre ... Tal como nas nossas vidas ... Dizes muito bem "A Net" somos nós"...

Obrigada pelas tuas palavras e pela tua presença e
por levares contigo o que de bom encontraste , neste recanto esquecido!
O meu "Estado de Espirito" também é mau!!

beijos,

Mª. luísa


De TiBéu ( Isa) a 22 de Janeiro de 2009 às 16:41
"A chuva cai,
Cai direita
Como se fosse medida,
Estudada …"

Achas que a chuva cai direita .... eu acho que não, vem tão, tão torta que nem dá para saber de que lado vem, mas por vezes tambem cai direita como tu referes. Chegaste bem? Sei que ficaste triste ao chegar a casa. A vida é uma passagem, uns com passagem mais curta que outros, mas ninguem cá fica, todos vamos, ....aliás ....não vamos levão-nos .

Fica bem e força logo arranjas uma companhia. bjbjbj


De M.Luísa Adães a 22 de Janeiro de 2009 às 17:14
Tibeu

Obrigada por responderes, és muito amável e simpática.
esta chuva caíu em São Paulo numa tarde de Verão,
(agora é Verão) sem vento, de uma calma tão grande "que ela caía direita, como se fosse medida"
fenómeno tropical, não muito usual.
Eu escrevi o poema com essa chuva de fundo, a caír direita
- eu nunca vi , ela caír tão direita, em lado nenhum e apanhei-a como um flash e atirei-a ao papel. Depois veio o vento e como tu dizes, ela rodopiou para todos os lados.

Agradeço, uma vez mais, a tua presença; a minha
casa está vazia; Maggie estava comigo há 16 anos.

Beijos,

Maria luísa


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