Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

NATAL!...

 

 

 

 

 

 
 
A Concertina tocava!
 
Um cãozinho pedia
Uma esmola
Não para ele,
Para aquele
Que nele mandava.
 
A concertina tocava!
 
Como contar
Que se passava
Naquele viver
Triste a impontar.
 
A concertina tocava!
 
Deslocada nesta Cidade
Não pertencia à Cidade,
Pertencia àquele que tocava
E ao cãozinho que pedia
De olhos tristes
A quem passava!
 
Olhei,
Parei,
Analisei,
Senti,
Chorei …
 
E ele continuava a tocar
Não sei que toada
E o cãozinho cumpria
Um destino
Que não lhe pertencia!
 
Eu parti amargurada
Sem saber que fazer
E não fiz nada!
 
A concertina tocava!
 
Não sei que melodia
E eu derramei lágrimas
Escondidas
Contidas
No meu ser,
Mas nada pude fazer!
 
A concertina tocava!
 
Eu de olhos tristes
Chorava,
O rapaz tocava
O cãozinho pedia
Nada sabia,
Do tempo
Que se aproximava!
 
E se o mundo sorrisse
E nos desse a mão
E nos conduzisse?
 
Que bom seria …
 
Era Natal!
Nada mais havia
E ele e o cãozinho
Nada sabiam …
 
Esperavam travar
O seu próprio Destino
Ao som,
Dessa concertina que tocava!
 
E tudo passava
E poucos ouviam
O som,
Daquele instrumento
Que pedia!...
 
Era Natal! …
O Amor
 Seria o Principal,
Naquele dia…
 
Só a concertina gemia
E acompanhava
Os que pediam!
 
Maria Luísa Adães 
    

                                   

publicado por M.Luísa Adães às 16:20
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86 comentários:
De NEOABJECCIONISMO a 2 de Dezembro de 2008 às 18:12
Maria Luísa.


que belo é o poema
dito pela voz melodiosa,
cantante e terna do poeta.
era natal e não havia nada,
nem um pouco de amor
de fora da visão do poeta,
porque de dentro estava lá tudo,
a concertina que soltava sons
e espalhava amor a quem passava,
o cão que que pedia amor
e o dava a quem tocava,
e o menino que tocava a concertina
para o volver a quem passava

é um poema emocionante e é já a saudade da alma do poeta que nos deixa.
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Maria Luísa. <BR><BR><BR>que belo é o poema <BR>dito pela voz melodiosa, <BR>cantante e terna do poeta. <BR>era natal e não havia nada, <BR>nem um pouco de amor <BR>de fora da visão do poeta, <BR>porque de dentro estava lá tudo, <BR>a concertina que soltava sons <BR>e espalhava amor a quem passava, <BR>o cão que que pedia amor <BR>e o dava a quem tocava, <BR>e o menino que tocava a concertina <BR>para o volver a quem passava <BR><BR>é um poema emocionante e é já a saudade da alma do poeta que nos deixa. <BR class=incorrect <a name="incorrect">Ms</A> </A>o poeta alerta, que só nos deixa fisicamente, porque a sua poesia é eterna e volta alegre em forma de poema. <BR>Beijos <BR class=incorrect <a name="incorrect">Neo</A> </A><BR>


De M.Luísa Adães a 2 de Dezembro de 2008 às 18:24
Neo

Muito obrigada pela tua presença e as tuas palavras dignas , belas , melodiosas, num canto de alegria e de compreensão à Alma do Poeta!

Com carinho te digo" Até ao próximo Ano" - se Deus
o permitir...

Beijos,

Maria Luísa


De cuidandodemim a 2 de Dezembro de 2008 às 20:17
Pois é, Maria Luísa, tantas crianças por esse mundo que não vão ter natal, nem saber que é natal...
E você que vai para o Brasil deve ver muitas.
Cabe-nos a nós fazer alguma coisa para que ao menos tenham um sorriso na cara nesse dia.
Bjns


De M.Luísa Adães a 3 de Dezembro de 2008 às 08:43
cuidandodemim

Obrigada por reparar no poema "Natal!..."; não podia ir embora, sem escrever sobre o Natal e o seu significado de "Amor"...
Isto que escrevi, é verdadeiro! Passei na Rua Augusta em Lisboa e assisti, parada, olhando o rapaz que tocava "concertina, e o cãozinho de olhos tristes, a acompanhar esse pedido.
Rapaz, cão, concertina, estavam no lado errado do mundo ... Chorei e escrevi para quem tiver tempo de olhar ou lêr.

Muito bem entendeu o drama; agradeço a sua presença, nesta época que devia ser igual, a todas as épocas! Que venha um sorriso e um ladrar alegre,
aos meus personagens, verídicos.

Bom Natal! Beijos,

Maria Luísa


De MBeirão a 3 de Dezembro de 2008 às 16:32
Amiga,
O Natal, é o sentimento que todos devia-mos ter de entre-ajuda, amor, amizade,união,
todos os dias do ano e não apenas no dia 25 de Dezembro.
Mas infelizmente a sociedade faz do Natal um esbanjar de dinheiro e esquece que o dinheiro nada é ao ser comparado com outros valores,amor,uniao,ajuda,etc,etc,etc

A concertina continua a tocar,
o cão a pedir,
e a caravana a passar....

Gostei do poema

bjx


De M.Luísa Adães a 3 de Dezembro de 2008 às 17:49
Miguel

Agradeço as tuas palavras e a tua presença neste blogs.

Natal seria todos os dias; e o esbanjar de dinheiro é
um dos muitos erros da sociedade constituída; oferecemos coisas inúteis a quem tem tudo,

enquanto a concertina toca,
o cãozinho pede de olhos tristes
e as pessoas passam apressadas ...

O caso que escrevo, em poema, é veridico! O que conto é uma realidade triste e abjecta, num mundo
ainda por nascer ...

Obrigada, por teres gosrado do poema e pela forma
como respondes, ao mesmo.
Benvindo a este blogs!

beijos,

Maria Luísa


De menina sonhadora a 3 de Dezembro de 2008 às 17:42
Infelixmente tantas crianças que nao sabem o que é o natal :S e outras a terem demasiadas coisas...
que mundo desigual
bjs


De M.Luísa Adães a 3 de Dezembro de 2008 às 18:03
menina sonhadora

É verdade o que diz ... Oferecemos coisas a quem tem tudo ... Os outros estão esquecidos, como o rapaz que toca concertina e o cãozinho de olhos tristes que suplica o amor de todos nós.

Este caso é veridico; há poucos dias, passei pela R.
Augusta em Lisboa e estive parada a olhar, o rapaz que tocava e o cão que pedia, sem dizer nada ...
E as pessoas apressadas passavam ...
Eu fiquei, ao pé deles, sem nada dizer, nada fazer...
e "a história está contada no poema!..."

Obrigada pela sua presença neste blogs e pelo seu comentário. Benvinda!

beijos,

maria Luísa


De silvia a 3 de Dezembro de 2008 às 18:16
Querida Luisa!

Porque será que nem toda a gente repara no caozinho e no menino? Porquê tanta indiferença???
Obrigado pelo lindo poema.
Beijo
Silvia


De M.Luísa Adães a 3 de Dezembro de 2008 às 18:34
silvie

Grata por te encontrar no meu blogs e comentares
"NATAL!...".

Foi uma coisa a que eu assisti, na Rua Augusta em Lisboa, há poucos dias.
Fiquei parada a olhar o rapaz, o cãozinho triste sem ter nada e a concertina que tocava, uma toada ... e contei a verdade neste poema que leste
Ninguém reparava e o cãozinho olhava para mim,
eu fiz-lhe festas de amor, por ele e de tão emocionada escrevi o poema com o nome NATAL, a
contar o que senti!...
Não poude fazer Nada!

Mas a indiferença era quase ... total ...só eu estava parada!

Obrigada pelo teu comentário (sei que gostas de animais) e pela tua presença no meu blogs e logo encontraste um poema que fala, de quem não tem nada.

Felicidades, para ti e beijos,

Maria Luísa



De orquidia-negra a 3 de Dezembro de 2008 às 21:15
obrigada amiga sao poemas que nunca esquecemos bjs e boa viagem bjs


De M.Luísa Adães a 4 de Dezembro de 2008 às 08:44
lagrimadeseda

Agradeço a tua presença e o teu comentário ao poema "NATAL!...".

A história de rapaz, a concertina e o cãozinho são reais; encontrei-os na Rua Augusta em Lisboa, a pedir; não poude deixar de escrever.
É um acontecimento triste, mas verdadeiro ... e no
Natal e Nunca , estas situações deviam acontecer,
mas acontecem ...
É este o mundo em que vivemos; possa Deus ajudar
estes personagens so meu poema que parecem irreais ... e não são! São veridicos!

Obrigada por te lembrares do meu blogs; até ao nosso próximo encontro.

Felicidades e bºs.

Maria Luísa


De poetaporkedeusker a 4 de Dezembro de 2008 às 15:00
Sabes, Maria Luísa, é, no mímino,curioso que eu, ao fim de quase onze meses de convivência diária com a blogosfera, continue a comportar-me para com os outros blogonautas exctamente como para com as pessoas com quem convivo na vida real. Quando as pessoas se despedem de mim, parto do princípio que estão incontactáveis até regressarem... isto é estúpido, claro. A net "viaja" connosco, está onde nós estivermos e, no entanto, eu, burra como sempre, estava a partir do princípio que estarias incomunicável até voltares... vim aqui apenas para rever o teu "Hoje!" e encontro mais um poema... e lá viajo eu até à Rua Augusta. E lá ouço eu a concertina do rapaz. E lá vejo eu os olhos tristes do cãozito.
Um grande abraço para ti e Maggie.


De M.Luísa Adães a 4 de Dezembro de 2008 às 21:08
Maria João

Escrevi uma coisa linda e esqueci de publicar! Sou poeta, não há dúvida... Só um poeta escreve coisas e as deita ao ar, ao Infinito Eterno e depois, tem de escrever de novo. Até fiquei com vontade de rir!
Que loucura! Não publiquei e esfumou-se o meu dizer de saudade.
Não levo computador e não vou escrever Nada! E vou morrer de saudade!Mas Deus, na sua benevolência vai perdoar e eu vou voltar!
Mas fico incomunicável, sim! Pressentiste! Fica o
meu Eu etéreo a circular pelas veredas, a ouvir o som das guitarras e das concertinas que não
pertencem à nossa Cidade de Lisboa.
Encontrar-te, foi uma coisa especial, como tu és...
Poeta e Mulher de Coragem!
Gostei de te conhecer; mesmo sem te ver, eu conheço-te a ao teu dizer... Não vou esquecer!
Maggie fica em casa, com a nossa empregada e tenho uma médica veterinária amiga que vai sabendo e dando noticías. Deus nos ajude para que na volta, eu encontre a minha cadelinha.
4ª. feira, bem cedo, vou directa a São Paulo e termino o Ano no Brasil.

Feliz Natal para ti e todos a quem amas!Saudades,
maria João; boa-noite - boa-noite Portugal!

Não esqueças, "o Amor, a Amizade, estão no começo e no fim de tudo o que existe...

Bºs,

Maria Luísa



De poetaporkedeusker a 4 de Dezembro de 2008 às 22:08
Nunca me esqueço disso, amiga! Quando voltares estarei, se Deus quiser, à tua espera no poetaporkedeusker!
Um grande, grande abraço!


De M.Luísa Adães a 5 de Dezembro de 2008 às 09:14
Maria João

Obrigada por responderes e entenderes, como tu sabes e brotar do teu coração,
fontes antes deconhecidas
Mais ou menos secas
Mais ou menos pressentidas
do que vistas
e aquele amor "preveniente"
aquele amor sobrenatural
aquele amor natural!

Beijos,

Maria Luísa


De poetaporkedeusker a 5 de Dezembro de 2008 às 13:56
!!!!


De M.Luísa Adães a 5 de Dezembro de 2008 às 17:51
Maria joão

Obrigada pelo teu carinho!

Beijos,

Maria Luísa


De TiBéu ( Isa) a 4 de Dezembro de 2008 às 19:06
kk.gif
Para a Luisa com um beijonho


De M.Luísa Adães a 4 de Dezembro de 2008 às 20:27
Tibéu

Faz um ano que num poema meu, eu encontrei apenas um comentário - "era teu"... Nesse tempo,
só tu encontraste este blogs. A seguir, veio o sonhosolitario e hoje, te encontro de novo, a saudar o meu último poema do Ano - "NATAL!..."
O solitário veio um minuto antes.

Obrigada pela presença amiga e por não esqueceres, o que tanto gosto de fazer, "Escrever".

4ª. feira, bem cedo, vou para o Brasil, a minha cadelinha fica em casa com a minha empregada.
Espero voltar e encontrar os teus bonecos lindos
e os poemas de "Saudade" que escreves "Aos Teus Pais"... Bem hajam, eles e os meus, no bom lugar
onde se encontram!
Mas a Saudade é Grande!
Bom Natal, Bom Ano, para ti e para os teus!

Beijos,

Maria Luísa

















De TiBéu ( Isa) a 7 de Dezembro de 2008 às 00:42
Tudo de bom para ti, boa viagem e apriveira bem estes dias. BOM NATAL e beijão


De M.Luísa Adães a 7 de Dezembro de 2008 às 08:58
Tibéu

Vou aproveitar! Espero voltar! (nunca se sabe)
e continuar a escrever para os amigos, onde tu te encontras, bem resguardada dos perigos fisicos e
virtuais.

Feliz Natal! Bom, próximo, Ano - na companhia de quem mais amares.

Bom-dia, Tibéu,

Bom-Dia, Portugal !

Beijos,

Maria Luísa


De Sonhosolitario a 4 de Dezembro de 2008 às 19:49
olá minha doce poetisa LUISA um doce beijinho,
---------------Natal-------------------
natal dia de paz e amor
dia de sentimento
dia da familia
dia de todos nós

vejos nos teus olhos a tua tristeza
em teu coração os restantes pedaços
o teu sentimento destruido
por estas amarguras da vida

Natal querido natal
que trazeis muitas alegrias
mutas lembranças
muitas tristezas
como se faz para se ser feliz no natal ???

só sendo criancinha esperando
pelo seu brinquedo de sonho
porque eu já grandinho
não consigo sonhar
porque vejo o meu amiguinho tristonho,

lembro no natal 2007,dia 25 de dezembro
estando eu tão triste um falso ((samaritano ))
brincou com meus sentimentos
só que tocava sem concertina
para fazer seu cão rir.
mas mesmo assim seu cão o abandonou
porque gente dessa será abandonada

feliz natal minha querida amiga
um doce beijinho
que deus te ilumine seu caminho
e seus passos ,
um doce beijo seu amigo
sonhosolitario


De M.Luísa Adães a 4 de Dezembro de 2008 às 20:13
sonhosolitario

Lindos os teus versos; verdades verdadeiras, sonhos acalentados, não acabados ...

Meu amigo, escrevi este poema baseada num rapaz, num cãozinho e numa concertina que encontrei na "Baixa Lisboeta"; os personagens são
verdadeiros, o poema também.
É o Natal de quem não tem nada!

agradeço a tua presença e ainda mais, os versos que me envias - comentário em poesia. lindo!

4ª. Feira, com a Graça de Deus , saio de manhã para
o Brasil, regresso nos meios de Janeiro. Maggie fica
na nossa casa, com a empregada.
Passou um ano e tu não vacilaste com a tua amizade
Te agradeço, de todo o coração.
Feliz Natal, Bom Ano e se Deus quiser, eu volto!

Beijos,

Maria luísa


De oriona a 4 de Dezembro de 2008 às 23:36
Quisera, linda amiga que todos tivessem essa sensibilidade, para que com os olhos do coração pudessem sentir a vida que toca, que pulsa a cada segundo diante de nós. E como tu, ficou parada a admirar e a sentir, ao contrario de tantos passos urgentes que ali passavam e nada viam e nada sentiam...mas ele tocava, não apenas a sua concertina, ele tocava seu coração que pôde transportar esta cena para este poema como mensagem de Natal.

Queira Deus que o Amor possa invadir o coração de cada ser humano Sempre!

Somos todos companheiros nesta estrada chamada VIDA.

Deus ilumine seus passos Maria Luisa e que neste Natal e não somente nele, como sempre, possas ter muita Paz e muito Amor em sua vida.

Lindo o poema, de incrível sensibilidade

Beijos
Oriona


De M.Luísa Adães a 5 de Dezembro de 2008 às 09:07
Oriona

Reencontrei em ti ,a pessoa que pressenti; obrigada por gostares dp Poema e de descobrires
a sensibilidade, inerente ao mesmo.
É sim, uma "Mensagem de Natal" e tu analisaste, muito bem o que o poema pretendia ... História verídica, passada na Rua Principal de Lisboa, há poucos dias ... A multidão passava, o rapaz tocava a concertina, o cãozinho pedia e o olhar dele, tinha uma tristeza que comovia; não poude deixar de escrever e assim ficou, a" Minha Mensagem de Natal". Simples, verdadeira, sem ficção e a mágoa de quem nada pode fazer, para aliviar o mundo.

O cãozinho parecia ter um olhar de "Gente" que
implora.
Obrigada pelas tuas palavras lindas e pela forma como entendeste, na perfeição, o que eu pretendi
dizer!

Bem hajas e obrigada

feliz Natal para ti e a todos a quem amas!
Bom-dia. Oriona, bom-dia BRASIL!

Maria Luísa


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