Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

PROCURA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Procura no silêncio

Do teu coração

Deixa que se acendam

As velas do Teu Altar,

E rodeada de Luz …

Tu sejas a Luz Comigo.

 

Podia dizer-te,

Estive tão longe de ti …

 

Mas não seria Verdade …

Estive sempre … Tão perto!

publicado por M.Luísa Adães às 18:46
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

? .......

 

Não vou dizer o teu nome

Que importa o nome …

 

Mas tu existes

E sempre que posso,

Caminho para ti,

E tu entendes …

 

E dás o esquecimento

Do sofrimento,

Da minha condição humana.

 

Possa sempre ficar contigo,

Ouvindo o teu coração pulsante

E o teu Silêncio …

 

Feito dos versos que te digo.

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 17:14
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

CANÇÃO DO VENTO

 

 

 

O Vento canta

Uma canção distante,

Levanta a areia da praia

E tudo rodopia à sua volta,

Naquelas tardes quentes

De águas tão frias,

Brilhantes

Cantantes

Coloridas

Da cor do Dia.

 

Leva para longe

A nostalgia

Deixa um areal diferente

E sinto quanto caminhas

Ao som desse Vento.

 

A areia ondula …

Mostra tesouros

Jóias do Mar e da Terra

E aquele Vento

Quente

Agreste

Rodopia contigo.

 

Vejo o arvoredo

Ondeando levemente

E as ondas sussurram

Reflectindo o Firmamento.

 

Alguém a contar

A tentar lembrar

A tua história.

 

E sempre os Poetas

Santos e Eremitas,

Escutam …

Como Eles sabem escutar …

 

E o teu falar

Levado nas ondas do Mar

Agitado e convulso

E o Vento

De Terras distantes …

 

É teu e um pouco,

Meu …

Para além de tudo! …

 

publicado por M.Luísa Adães às 13:30
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Sábado, 26 de Abril de 2008

HOMENAGEM

 

 

 

 

Sonho e dou realidade ao meu sonho:

Encontro-me no Reino do Amor …

Procuro os da minha imensa saudade

E vejo-os, ao longe, caminhando

Ao meu encontro …

 

E eu canto a minha Alegria!

 

São muitos … mais do que poderia desejar …

Tantos anos doloridos,

Sem os encontrar …

 

Benditos, Benditos, Benditos,

Aqueles a quem amei! …

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 18:59
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Outros Poemas - Maria Luísa Adães e Catarina Pereira Santos

 

QUEM DISSE? …

 

 

Quem disse que no Mundo

Não há lugar para a felicidade?...

Quem disse? E se disse …

Enlouqueceu!

 

Há que subir às alturas,

Qual Águia-real e observar

O Mundo e a Nós do Alto

Planar e ouvir

Os segredos reais!

 

Há tanta beleza!

 

Fortaleçamo-nos para subir

Ao cume e depois …

As agruras servem

Para que cresçamos.

 

Não as subestimemos,

Mas não as tomemos

Como modelos,

Dignos de louvor!..

 

Mostram-nos a sede da alegria,

Mostram-nos a sede do desejo,

Mostram-nos a sede dos anseios,

Mostram-nos a sede do Amor,

 

Como Pedra Basilar!

 

Alegria

Que é o Caminho

Para a Felicidade,

Dos nossos dias

 

E as loucuras

Da nossa Mocidade!

 

Catarina Pereira Santos

 

Colaboração de Maria Luísa Adães

   

 

publicado por M.Luísa Adães às 17:34
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

VALQUÍRIA

 

 

Sabes?

Agradeço tudo quanto me dás,

A possibilidade de te sentir

E escrever.

 

Pulsa um coração forte

No teu interior

E sinto em Ti uma mulher

Possante, hercúlea, bela

Como Valquíria

De cabelos ao vento…

 

Num local flamante

Um pedaço do Paraíso.

 

Pertences à Terra!

E mais…

À minha terra!

À minha vida!

Aos meus sonhos!

 

A TUDO QUANTO AMO.

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 18:59
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ROCHAS FORA DAS ÁGUAS

“A Arrábida não é deste mundo.

Depois dos cabreiros, é dos eremitas e dos poetas”

                    Vitorino Nemésio

                                                        

 

                                                                                               

Fora das tuas águas

As rochas

Perdem a vida …

A frescura,

O musgo

Verde-escuro.

Tudo morre …

 

Cobre-as de novo

E leva-as contigo

Ao local escolhido,

 

 

Onde o profano

Não possa chegar!...

 

  

publicado por M.Luísa Adães às 18:48
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Sábado, 19 de Abril de 2008

OUTROS POEMAS - CATARINA PEREIRA SANTOS

 

Já contemplaste a planície, meu Amor?

 

 

Deita-te sobre a terra fresca

E fixa o olhar!

 

Abre os teus olhos

Que vês?

 

Dança ao longe, a beleza do infinito1

Já viste que nada há

Que te limite?!

Não ouças...

Ouve só o horizonte

E os segredos

Que ele te quiser contar!

 

Imaginas o aroma?

Pensas na distância?

 

Agora fecha os olhos,

E sente-te Lá

Ao longe …

 

E Perto dos teus Sonhos!

 

Catarina Pereira Santos

      

publicado por M.Luísa Adães às 19:19
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

ACEITO ...

 

 

Regresso ao meu Tempo

Não sou viajante

Do Espaço

 

 

E aceito …

Esta forma de viver

 

 

E saber …

 

 

Não há esquecimento

Apenas lembranças …

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 19:23
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Domingo, 13 de Abril de 2008

INGRID BETANCOURT

 

 

 

Recebi um e-mail formatado por : um_peregrino@hotmail.com

 

Reenviei, mas não posso deixar de dizer e de chamar a atenção, para o drama desta Mulher.

Todo o mundo clama, as orações repetem-se, as velas acendem-se, as pessoas recolhem-se

Ao silêncio e à meditação e pedem a Deus, a sua Libertação e a de todos, nas mesmas circunstâncias.

 

Tempo de” Inimigos sem Rosto” e da dificuldade de os combater, talvez seja a época em que a

Crueldade tem sido mostrada em todo o seu terror.

 

INGRID BETANCOURT sobrevive há seis anos numa prisão na selva, como refém da FARC.

 

Ajude-me a suportar

O que não posso compreender.

Ajude-me a mudar

O que não posso suportar.

 

  São Francisco de Assis

 

 

O Princípio ético supremo é

A reverência pela Vida.

 

     Ruben Alves

 

 

“Quem disser que a natureza

  É indiferente às dores

  E preocupações dos homens,

  Não sabe de homens

  Nem de Natureza.”

 

       José Saramago

 

Obrigada a todos os Amigos que pararam para ler e pensar, no significado da “LIBERDADE” e na

Defesa da” DIGNIDADE HUMANA”.

 

 

Maria Luísa

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 19:15
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UM OUTRO DIA

 

 "Da cor do Mel e do Leite"

 

 

 

 

Hoje é um outro dia; um dia diferente – talvez com mais esperança, alegria…menos pesado de nostalgia! Vamos analisar este dia!...

 

 

Ouvi falar da Tua transformação;

Ouvi dizer do Teu afecto por mim;

 

Ouvi o Teu pensamento e apanhei-o no ar, nas asas do vento e soube dos limites do meu tempo. O vento sussurrou ao meu ouvido esse segredo. E não gostei, dessa verdade!

 

Ouvi, de ouvidos fechados pela própria natureza – ouvi, com todas as minhas dificuldades! Mas o vento que me conhece, contou o Teu segredo e eu senti-Te no som deste vento e soube…estiveste comigo!

 

Ouvi o canto de várias vozes e os ecos repercutiam-se à minha volta, longe de mim e voltavam várias vezes e diziam – eu estou aqui!

Ouvi o rouxinol Persa e das Índias no dizer de um poeta amigo – BULBUL – assim chamado pelo João Carlos Raposo Nunes….Ouvi com este ouvido que tanta falta me faz e se perdeu no burburinho do mundo…

 

Mas ouvi a mudança da voz do vento e da minha própria voz, tornada num canto mais doce e maior a lembrar o BULBUL do Oriente.

Lembro o Oriente e o Poeta Fernando Pessoa – quando ele diz:

        

        “Ao Oriente excessivo que eu nunca verei”…

 

Nostálgico e belo … Vem e Sê meu amigo!

E eu digo: interessa-me a eternidade à qual não posso fugir – mas acredita …

“Gosto de Viver” – não me tire esta ânsia e esta alegria …

 

Que eu sinto pela VIDA!

 

publicado por M.Luísa Adães às 14:39
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REFLEXOS

           Nada faz sentido

 

           Sem as Palavras!

 

Maria Luísa Maldonado Adães

 

“Da Cor do Mel e do Leite”

 

        

Vem ao meu encontro

Companheiro das ilusões

Fica e conta …

Diz

Dessa forma terna

Tão cheia de Tudo …

 

É este o lugar?

Não esqueci o Caminho?...

Senti o cheiro

Das Flores

E do Rosmaninho.

 

Adormeci …

Sonhei … E vi …

O romper da Manhã,

O Sol,

O encanto do Mar,

E barcos a navegarem

Ao longe …

 

Dá-me o pensamento

Das coisas,

Esquecidas por mim …

Deixa-me cantar!...

 

Eu sei cantar!...

 

Canções dolentes

Nas tardes quentes

E no entardecer …

Esqueço

Esta condição

De Peregrina …

 

E sou como Tu

Reflectida no Mar!...

 

 

 

            

   

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 12:28
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Sábado, 12 de Abril de 2008

SIMPLICIDADE

 

                           

 

Vem noite silenciosa

e extáctica,

vem envolver na noite, manto branco

 

 

 

o  meu coração ...

Fernando Pessoa (Álvaro de Campos)     

 

 

 

 

 

 

 

“ Da Cor do Mel  e do Leite

 

Escrevo 

E penso em Ti

Perto e longe

De mim  …

 

Deixa reencontrar

A simplicidade perdida

Esquecida,

Pela dor do Mundo …

 

…Sê o meu Mundo!...

 

Olho e temo

O escuro

Das Tuas Grutas.

 

A descida,

A dificuldade

Da subida …

 

Ter força

E subir …

Encontrar a Luz

E ficar …

 Na Gruta escolhida ...

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 19:17
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

DAS ASAS DA COR DO MEL E DO LEITE/ 2

    Ciclo do Amigo

                                  Das “Asas da Cor do Mel e do Leite”

                                    “Terra Prometida” por Deus,a Moisés.

                                            (Fuga do Egipto)

 

                                                                     Maria Luísa Adães

 

Meu Amigo

 

A nossa festa acabou, mas deixa-me dizer-te, uma vez mais: trazias pedaços de luar nos Teus cabelos dourados e o Teu corpo, macio e brando entregava-se com quebranto e langor … Mas não parecias Tu …

Com essa forma subtil de amar!

 

Tudo terminou em cânticos de luz e de louvor!

 

Recordo o banquete, preparado por mim … aquele sabor ao néctar puro das abelhas – sem misturas –

Apenas os favos amarelos – alvéolos trabalhados com fervor – e os vinhos nos seus tons dourados e rosa, as flores perfumadas, ao longo do caminho … Tudo tão simples ao longo desta vida, nunca antes contada.

 

Mas a simplicidade, não é o meu atributo maior … Nada pode mudar neste meu Eu invulgar e vou continuar como sou – eu sei!

 

Perguntas se sou adepta do Paganismo?

Não sou!

Sou crente em DEUS … Sem esquecer o Filho!

 

Sentes como sou? Entendes-me? Acreditas em mim? Tornamos tudo mais fácil, na forma Poética de dizer.

 

Quando for possível – arranjo outra festa e convido mais gente.

E despida de modas e trajes complicados … Vou como em passerelle mostrar como sou e o meu costureiro mostra o meu corpo despido de fantasias e faço disso – o meu modelo – como escrevo os meus versos ou a minha prosa. É uma representação abstracta … Como um quadro pintado que só os críticos sentem, saber definir.

 

Jogo xadrez – agrada-me essa espécie de jogo – apreciada por tão poucos –, mas sinto-me bem no meu mundo, escrevendo com amor – gosto, por vezes, das coisas, lugares e pessoas de quem os outros não gostam. Escrevo para Todos e ainda mais, para aqueles que não querem ou não podem, entender – mas não o confessam!

 

Olho as figuras para a próxima jogada e lembro o meu Livro “Os 7 Degraus”, onde me foi mostrado o verdadeiro caminho e me deram a Luz quando as trevas desceram e me taparam, como se fosse NADA.

E fiquei sem ver … apenas cintilavam as figuras e eu apercebia-me que Elas ensinavam a vencer, a ganhar o Primeiro Lugar – ou quem sabe? O Último Lugar …

 

O teor desta Carta fala de tantas coisas, contadas por mim e por Ti.  As Tuas, são as mais belas …

Intimistas e abstractas – quem dá por Elas? Os que passam e não lêem? E ainda, aqueles QUE NÃO PASSAM … Esses são os mais fáceis. Nada têm a dizer …

 

Admiro-Te com ternura, pela Tua solidão – Só Tua … E me deixares compartilhar o Teu estar.

 

Não estou mais só … Tenho-Te e escrevo por Ti … Apenas por Ti! 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 19:34
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

INFINITO

                            Só no 0uvido dos versos

                             Onde a seiva não corre

                              Uma rima perdura

                                O dizer com brandura

                                Que um Poeta não morre

                                      

                                            Miguel Torga          

                             

 

                                  

                                                                         

 

                                                                              

 

 

 

 

                     Estou no Mar

                     Olho o teu cimo,

                     Penso nos Deuses

                     Que te protegem

                      E te guardam,

                      Sentinelas vigilantes

                      Da tua Grandeza.

 

                       Olho o Espaço,

                       O Infinito ao longe,

 

                       E esqueço quanto escrevi …

 

                       Aquele falar de coisas

                       Que tu não entende

 

publicado por M.Luísa Adães às 18:23
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Terça-feira, 8 de Abril de 2008

CARTA A UM AMIGO/ 1 - DAS ASAS DA COR DO MEL E DO LEITE

 

                              

 

 

Ontem rumei à nossa Serra – subi aquele carreiro com degraus – estreitos e íngremes, cobertos de musgo a escorregar…ali estava a minha gruta; uma vela acesa e no ar o magnetismo e o mistério secular – como se orações e pensamentos retidos no tempo, ali me esperassem, para me ajudar e me falar.

Sentei-me junto ao Altar, na esperança, sempre crescente, de Te encontrar e escrever esta carta, Contigo – meu Amigo…meu Amigo… das horas calmas e mansas e das noites com luar.

 

Vou dar uma Festa! Resplandecente e quente! Repleta de magia e sensualidade!

Preparo o banquete – e És meu Convidado!

Esquecemos as críticas e os críticos, os que lêem e os que fingem ler…E é outra…

Diferente da primeira…parecida com a última...

 

Lança ao mundo, os meus livros,

Como símbolos e despidos de qualquer vaidade – somos livres de pintar os muros à nossa volta – e as flores surgem de mil cores, rodeadas do verde, não agredido, da nossa Serra e a nossa nudez é real e pura, misturada da nossa alegria.

 

Canto uma canção de amor!

É uma canção pagã!

E eles não entendem, este riso, esta alegria!

 

Podem esquecer, isto que digo!

Mas digo a verdade e agrido a mentira!

 

Tudo quanto escrevo veio comigo quando aceitei a Vida!

Reconheço as dificuldades em descobrir o lado certo…mas sou Poeta – como sabes – e não vou deixar de o ser, para agradar. E a festa quente e pura já começou…Quando chegaste!

 

 Eis a nossa missão a ser cumprida e a felicidade acompanha as nossas danças no lugar Sagrado e embala-nos neste sonho e torna tudo realidade.

  

 

ENTÃO ISTO É REAL                        

publicado por M.Luísa Adães às 10:49
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Domingo, 6 de Abril de 2008

SOLIDÃO DO POETA

       

 

Um poeta escreve a sua prosa

Escreve e põe nesse escrever

A sua alma, feita da sua verdade

Ele diz e expressa sentimentos em palavras…

Ele torna possível que este e o outro

Se defina e sinta…

 

Entende o amigo

Esclarece o desconhecido

… Como só ele sabe fazer.

Mas não tem Pátria

Não pertence a qualquer lugar do mundo

Distanciou-se, mercê desse Dom…

 

Pertence aos que dispersos imploram

A entrada no Templo Sagrado.

Diz coisas que encantam as gerações

… Mas não encontra a sua própria felicidade

Isolou-se do mundo

E de si próprio

PERTENCE AO UNIVERSO!

 

Transpôs o Limiar de Uma Porta Fechada

… Assim em solidão

E não de outra forma.

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 20:38
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Sábado, 5 de Abril de 2008

ROSAS

 

 

 

 

Há umas Rosas

Nas tuas grutas

Escondidas,

Ao olhar profano

Dos mortais.

 

Apenas acordam

Ao sussurro do Vento

E se mostram para ele

A uma intimidade maior.

 

E tu não és indiferente

A tanta solicitude

Agreste ou cândida

E ondulas as tuas vestes,

Levemente as levantas,

Repletas de cores

Brilhantes de Sol

E luz das Estrelas

 

NUM CONVITE FINAL!...

 

publicado por M.Luísa Adães às 15:01
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Terça-feira, 1 de Abril de 2008

SERRA

      

Também te quero falar,

 Da beleza da minha terra,

 Do meu Mar

 Da minha Serra.

 

 Acolheu tantos eremitas

 E apesar das agressões,

 Continuam os cactos a florir,

 Em cada Primavera.

 

 Mil flores quase desconhecidas,

 Nascem na minha Serra

 E contemplam o mar,

 Reflectem-se nas águas límpidas

 E elas dizem no seu sussurrar,

 

 O Planeta é brilhante,

 Transparente, lúcido, benevolente.

 

 E eu numa dessas grutas,

 Nesse ambiente de quietude,

 Sinto sempre …

 O sofrimento nos bastidores do mundo

 E tira a Harmonia a tudo …

 

 Mas ela … a Serra de todos

 Mais o Mar … é diferente …

 Fala de Amor …

 

 E vejo-me espelhada

 Nessas águas de Paz.

 

publicado por M.Luísa Adães às 16:30
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FREI AGOSTINHO

 

 

 

Frei Agostinho

Das horas derradeiras

Dos meus silêncios

Das minhas caminhadas,

 

Quem mora para além

Das tuas grutas

E me fecha as portadas

E me faz entrar

Como mendiga

E me trata

Como se fosse NADA?

 

Empresta-me o teu manto

O teu capuz de frade

O teu bordão de caminhante

A tua espada cintilante

 

Diz-me onde estou e quem sou

E ajuda-me a encontrar

E a estar junto ao teu lugar! …

 

E o meu Amigo encantado

E as nossas festas

Sem pecado?

 

Responde ao chamado!

 

Eu quero entrar

Ficar e orar

Descansar e amar …

Neste lugar.

 

Quero regressar!

 

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 15:01
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