Domingo, 30 de Março de 2008

ARRÁBIDA, SERRA, MAR e VENTO

 

 

 

 

_ Eu não quero cantar-te, minha Amante,

Minha Mãe, minha irmã, minha Senhora:

Eu só quero entender-te toda a vida

 Como te entendo, Serra!, nesta hora.

 

         Sebastião da Gama                    

  
 
 
 
 
 

 

 

Serra e Mar

 

Onde estás?

 

Onde moras?

 

Quando voltas?

 

Não esqueças

Este sentir

E o amor por ti!...

 

Somos teus filhos

E TU ÉS A MÃE! …

 

Maria Luísa Adães

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 11:25
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Sábado, 29 de Março de 2008

Publicado por lord_of_darkness /ano 2000

O Minha Serra                       Publicado por   lord_of_darkness

Ergues-te com altivez

Por entre o céu e o mar

No Sado, lavas os pés

Enquanto o céu vais beijar

 

Por frades foste habitada

E sobre ti fez-se luz

Foste a ultima morada

De Frei Agostinho da Cruz

 

E bem no alto da serra

Deus está a abençoar

Os pobres dos pescadores

Que o pão ao mar vão buscar

 

De todos os teus segredos

Que nos falta conhecer

Entre moitas e arvoredos

Muito tens pra nos dizer

 

O minha serra adorada

Tu comanda teu destino

Escrevendo luto por ti

Arrábida, sou Sadino.

 

 

Publicado no ano 2000 e levado

À Revista “CELEBRIDADES”

Por lord_of_darkness

Seu Autor.

 

 

Como Amigo meu e da Serra-Mãe,

Da nossa cidade, dos nossos pescadores

Te digo:

“Tanto te tenho procurado”…

 

Maria Luísa O. Maldonado Adães

   29 De Março de 2008

 

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 15:04
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Domingo, 23 de Março de 2008

PRIMAVERA

 

Estou na Serra; na nossa Serra … Nossa Mãe.

Eu e Tu …

Sentimos o perfume das flores; olhamos as árvores e elas apresentam outras cores … mais vivas e alegres.

O Ar à nossa volta é mais leve; o Vento tem uma voz diferente.

Há mais barcos sulcando o mar. Barcos de todos os tamanhos e de todas as cores.

As nuvens correm traçando desenhos ao nosso gosto. Ligeiramente acinzentadas e brancas, como Anjos da Corte de Deus.

Descem da Serra, misturam-se ao Mar.

 

Olhamos o cimo e lá se encontram as Sentinelas, vestidas de outros tons.

Os habitantes da Serra saíram das grutas e retocam as árvores e as flores. Trabalham na beleza da Serra e ela, debruça-se olhando o mar e sente-se brilhante e feminina; e gosta… a juventude está igual a ela própria, reflectida no imenso espelho à sua frente. Fonte da Vida, de limpidez angélica.

 

Sinto-me feliz no descobrir de Tudo, quanto não seria possível ver – sem Ti…

Aquele Amigo diáfano caminha na areia da praia; não foge; flutua nas suas asas da cor do mel e do leite, qual Querubim brincando.

 

E sei! A Primavera voltou … O Inverno passou!...

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 14:58
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Sábado, 22 de Março de 2008

NÃO SOU POETA

 

 

 

Não sou Poeta

Não sou nada,

Sou apenas isto que lês.

 

Mas te peço, em plena Liberdade,

Percorre Comigo o Espaço …

 

E reflecte-te na Luz de ti próprio

E ascende, nessa mesma Luz …

E Sê livre …

 

O Infinito está à nossa espera,

E Lá podem descansar

 

E encontrar,

O que nos pertence

 

AQUI E AGORA …

 

O HOJE,

NADA NOS PODE DAR …

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 15:16
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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

ESPERANÇA

    

 

Havemos de ter mais Poetas

Havemos de ter mais Artistas

Havemos de abolir as guerras,

A favor da Liberdade

A favor da Alegria

E do Amor aos abandonados.

 

 

Levantemos, como Bandeiras de Vitórias,

As consciências dos que nos rodeiam

E libertos de algemas,

Possamos quebrar as barreiras

E chegar aos que clamam por nós.

 

 

Aos Necessitados

Aos Doloridos

Aos Desprezados …

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 19:14
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OUÇO E SINTO

                         

 

Vislumbro uma Feira, um palco e pessoas com máscara e artistas que representam o riso e as lágrimas.

 

Na entrada é-me dada uma máscara colorida, a minha verdadeira face desaparece e caminho, suavemente, por entre a multidão alegre e descuidada. Olho a minha imagem num espelho próximo e estou transformada! Desconheço esta gente que representa no palco e ainda os que dançam à volta do mesmo. E eu, tal como eles, represento o personagem da minha peça.

 

Em passos leves olho á minha volta e sou apanhada pela multidão que dança, representa e cantam em Língua Desconhecida. Eu danço com eles; desconheço-os e para eles não existo, mas colaboro naquele Mundo escondido, onde a alegria parece ser a maior virtude. Gente que representa a Verdade? Tão diferente do meu mundo, onde se mente e atraiçoa, a cada instante e não é necessária a máscara.

 

Apenas no Carnaval! Mas, perdeu a alegria e a graça!

 

Convidam-me a representar o meu Personagem e eu recuso, com algum pesar (sou humana) e tenho de abandonar as máscaras alegres que rodopiam sem cessar e continuar a procurar … noutro LUGAR!

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 11:06
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

MEU AMIGO

 

 

 

Flores

Plenas de cor

Estrelas cadentes

Do Espaço Infinito

 

Descendo

Descendo …

 

Iluminou-se o Lugar

Com essa Luz

Vinda do Tempo.

 

Amei-Te, mesmo assim,

Perdido e exausto …

 

Não volto ao Mundo

Criado pelos Homens

Não volto!

Não posso voltar!

 

Mas quero transformar

O Teu caminhar

E dar-te o Lugar

Apenas Teu …

 

No Mundo de Todos.

 

Vem!

 

Eu sou a Paz

Nada me pode apagar!

 

Vamos lutar

Com as Flores

E as Estrelas cadentes!...

 

E vamos vencer!

 

Para sempre

Para sempre …

 

Meu Amor onde estás

E onde estou eu?

 

publicado por M.Luísa Adães às 19:07
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Domingo, 16 de Março de 2008

PRINCÍPIO E FIM

 

      

 

Num tempo de partida

Possa levar missões

Cumpridas,

Caminhos percorridos,

Pesares e penas esquecidos …

 

 

E a minha bagagem

Os meus sacos de viagem,

Sejam os que me propus levar …

 

 

Nem mais isto ou aquilo

Apenas esses …

 

 

Será o que aprendi a Ser

E NADA MAIS.

publicado por M.Luísa Adães às 18:28
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Analisemos juntos O LIVRO DA VIDA

 

 

 

Cortemos os pedaços maus,

Fiquemos com os pedaços bons

E neste estar em conjunto

Possamos saber …

 

Quem somos

O que procuramos,

 

E dentro de nós

Havemos de encontrar

As respostas

E façamos o possível,

Por tudo ser diferente.

 

E esperemos

Neste tempo de mudança,

 

A Paz

A Harmonia

O Amor

 

E todos os dias

Nos desalentos

E nas dúvidas …

 

Sejam a Luz

Que ilumine o Caminho

 

E NOS TIRE DA ESCURIDÂO!

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 13:16
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

HOMENAGEM _ JORNALISTA

 

 

 

 

Partiste apressado do Teu País

Lutando por uma razão séria.

 

Viver no interior do Povo

Bem dentro do seu Sentir,

 

Junto às lágrimas

E à dor.

 

Bem no íntimo a escrever,

 

A Verdade

A Esperança

A Luz do sentimento

A fuga da Amargura

 

A notícia da reconciliação …

 

Mas a morte esperou-te …

 

Escondida

Emboscada

Disfarçada,

Mostrando um local

De Mentira …

 

E roubou-te a Vida,

Fugiu com Ela.

 

Ficou o teu Corpo

 

Perdido

Abandonado

Ultrajado …

 

E não escreveste

O teu derradeiro trabalho …

 

Papéis espalhados na poeira

 

Raiada do vermelho

Dos nossos Mártires

 

E de Ti … Junto Deles …

 

Possas encontrar a Paz

Noutro Lugar,

 

LONGE DOS HOMENS!...

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 18:57
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Terça-feira, 11 de Março de 2008

TRANSFORMAÇÃO

 

                   

 

 

 

          Mudei toda a forma de dizer

              Transformei tudo

               Através da alquimia,

               Dos sentimentos …

 

 

 

 

 

                Por Ti …

 

                Apenas por Ti …

 

 

                E não por mim …

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 12:42
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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

ENCONTRO

 

 

“Já Bocage não sou”

 

 

Na hora da solidão

No momento do encontro

No Final só dele

Tocam ao longe os sinos,

Saúdam o Poeta

O Vate

O Génio,

No fim da Peregrinação!...

 

Sem pompas nem cerimónias

Esquecido de todos

Sai o teu corpo mortal

Daquela pobre casa

Acompanhado por tão poucos …

 

E diluiu-se no estar

Da existência enganadora,

Deixou a Herança

A riqueza adquirida

A dádiva da sua presença,

A forma plena de Amar.

 

Elmano

Contestado

Incompreendido

Polémico

Vencido.

 

O Vate

Brilhante

Esplendoroso

Da Nova Arcádia …

 

Cantou o Mundo

Daquele tempo,

A maldade daquela gente,

A insensatez de amores

Perdidos e Encontrados

SEMPRE! …

 

Do seu passo ondulante

Ficou a figura

Estreita e franzina

E a Alma de poeta

IMORTAL!

 

 

“E Bocage És”!

 

 

Absolvido na Santidade

No lugar perfeito

Contemplas com deleite

Este Amor incontestado! …

 

Tu que não encontraste

O Amor …

E procuraste … Sempre! …

 

Mas o correr do tempo

Mostra o engano

Repele a maldade

E oferece-te em Taça,

 

A ETERNIDADE.

 

Majestosa é a Hora …

Calo as vozes

Escuto os pensamentos,

O Sagrado Impera.

 

Penso nos teus Versos

Difíceis de dizer

Impossíveis de esquecer …

 

Subo ao teu encontro

Abre-se de improviso a porta,

Recebes-me de forma

Que me conforta.

 

Fixas o teu olhar

Da cor do infinito

…No meu olhar

E elegante no falar,

Afirmas …

 

 

Eu sou Bocage!

 

 

Exalto o Instante,

Rodeada das tuas ninfas

Canto e danço

À Luz do Luar

 

Tu olhas,

Nostálgico e brando

E sobes,

Àquele Lugar …

 

 

ONDE VAIS DESCANSAR! …

 

 

 

 

 

Ofereço, à Poetisa e Declamadora Maria América Miranda

E ao Poeta Francisco Assis,

 

Maria Luísa O. Maldonado Adães

 

Almada, 6 de Março de 08

 

publicado por M.Luísa Adães às 17:14
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ELMANO

Depois de todos os poemas que escrevi,

De tudo quanto disse e que vivi,

Vou falar de Alguém que conheci,

A quem dei a minha Estima

E de quem recebi, as Flores

“Que acendem clarões no meu jardim”…

 

Magro de olhos azuis” …

               

   

Uma vez encontrado

Não te vou esquecer

E vou cantar sempre

O teu Fado!

 

Vestido do silêncio

Da tua Vida passada

De olhos sorridentes

Da placidez presente

Daquele lugar diferente,

Tu vens! …

 

Sempre te procurei

Sem saber,

Onde estavas …

 

Aprofundo os sentimentos

E sinto a companhia

Constante

Desta solidão,

A transformar-se

Em Alegria.

 

Falo da continuidade

Da Vida

E fico mais Verdadeira

E Real …

Então tudo é Real!...

 

Olho o espelho,

Tento lembrar

Aquele olhar

Azul do Infinito …

 

Quem me olha assim?

Eu ou alguém

Lembrança de mim?

 

Olho mais fundo

Reconheço o caminhar

E sei,

É este o meu lugar!

 

O Tempo é meu

Mas Hoje não …

 

O TEMPO É NOSSO! …

 

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 15:57
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

MUNDO

 

Fala-me desse Mundo,

Para que eu sinta

Que Ele ainda me pertence,

Para que eu saiba

Que caminho ao Seu encontro,

Para que tudo quanto me ouve ou me lê,

Compreenda e sinta …

 

A Beleza que me dás

A cada instante.

 

Vem, bem junto de mim

E deixa que descanse,

A cabeça dolorida

E o coração sangrando,

Por tudo quanto não posso dar.

 

Deixa que estas palavras

Atravessem o Espaço,

Ultrapassem os pensamentos

Nebulosos e mundanos …

 

 

E dá-me, a Alegria imensa de VIVER.

 

 

 

 

Sou a solidão de Alguém

Ou de mim mesma,

Perdida no caminho! …

 

 

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 16:27
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Domingo, 2 de Março de 2008

PARTIDA

 

 

Quando partir

Tenho de deixar

TUDO.

 

E os que ficam,

Trabalham emoções

E amarguras

Como eles sabem …

 

E não pensam em mim,

E eu de longe

Ou de perto,

Fico atenta

E subo,

No momento certo.

 

E encontro o local …

 

Em solidão …

Daquela solidão,

Tão triste,

Tão só

Pertença do passado,

 

E sempre presente

Nos versos

QUE DIGO.

publicado por M.Luísa Adães às 18:01
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DIREITOS ESQUECIDOS

 

   

Discutiu-se o teu futuro

Nas grandes Assembleias

E todos deram o seu apoio

À tua felicidade,

Mas os teus Direitos

Foram esquecidos,

Pela indiferença

Dos que têm de pensar

Em coisas mais sérias.

 

E tu interrogas a Noite

E a solidão,

Dessa mesma Noite

E a incerteza

Do próximo Dia.

 

A Estrada continua

À tua frente,

Apenas ela

È a tua realidade.

 

Nada te pode dar …

O que os homens

Te levaram.

 

Comes a poeira

E a miséria …

Quem te espera?

Apenas o sofrimento

E a Guerra

E tu sabes …

Aprendeste essa lição.

 

Meu Amigo,

Onde estão as flores

Numa terra metralhada?

E os teus filhos …

… Os muitos abandonados

E não foram sepultados,

Nem rezados,

Apenas queimados.

 

Foi este o teu Mundo?

 

Possam as gerações vindouras

Estudar o teu caso

Noutras Assembleias

E descubram,

As razões reais

Do teu abandono.

 

E encontrem os culpados

Para serem julgados.

 

A História vai analisar

Em breves palavras.

 

Mas tens Direitos

Que desconheces! …

 

ISSO EU TENHO A CERTEZA!

 

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 14:38
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Sábado, 1 de Março de 2008

FALA-ME DESSE MUNDO

          

 

Fala-me desse Mundo

Para que eu sinta que Ele ainda me pertence,

Para que eu saiba que caminho ao seu encontro,

Para que tudo quanto me ouve ou me lê,

Compreenda e sinta …

A Beleza que nos dás a cada instante.

 

Vem ao meu encontro e deixa que descanse

A cabeça dolorida e o coração sangrando,

Por tudo quanto não posso dar aos outros.

 

Deixa que estas palavras atravessem o espaço

Ultrapassem os pensamentos

Nebulosos e mundanos …

 

E dá-me a ALEGRIA IMENSA DE VIVER.

 

publicado por M.Luísa Adães às 14:20
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AMOR

 

 

 

Falemos do Amor

E de todas as formas de amor,

E lembremo-nos que sem ele,

Não é possível viver,

Nem encontrar a razão da vida.

 

E sabe-se pelas multidões

Que fogem à guerra …

 

Correm para outros lugares,

Acossadas e vilipendiadas.

E as fronteiras fecham-se

E não lhes oferecem guarida.

 

E ficam em aflição … Esperando

O milagre do amor.

 

E Ele não vem até elas …

E morrem …

Nem a palavra conhecem

… Muito menos o sentimento.

 

O amor não se traduz,

Nasce … Noutro lugar …

 

E perde-se no caminho

Da Fronteira …

 

 

 

Fechada às súplicas dos DESERDADOS.

 

publicado por M.Luísa Adães às 14:15
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