O interessante na politica é que o jogo jogado
Não acaba nunca.
A politica é o palco onde atores se criam e se reinventam
e a cortina abre e fecha como em nenhuma outra condição de vida..
Os aplausos não duram muito.
As multidões lesadas se saturam do sofrimento e sempre perdem.
E a saída de um politico vem consagrar o outro
que chega e representa a outra peça teatral.
O jogo é o mesmo,
representado no mesmo palco.
As palavras se parecem às intenções simuladas
A peça representada parece outra - mas não é!
Apenas o cenário muda e a vestimenta muda!
O final da peça é o mesmo
as palavras se assemelham
tudo é uma aproximação
reduzida ao pó e ao Nada.
Maria Luísa
Oferta/ http://rosamariblanco.blogspot.com
De acordo com a tradição
À qual me junto a primor
Estou com José, Maria e o Menino.
Que veio ao mundo
Para mudar a austeridade
E a transformar
Num clima de Amor.
E aos poucos
Vamos construindo
E derrubando
E tornando a construír
E continuando a derrubar...
Numa esperança perene
Desse mesmo amar.
Todos os dias são Natal...
Sabemos isso há muito,
Mas ainda não aprendemos
O significado real.
Maria Luísa adães
Todos Te procuram...
Com consciência ou sem ela.
Quando Tu estás tão próximo
Do amor que não damos
Do sofrimento que ignoramos,
E do auxílio que nos pedem
E nos esquecemos de ouvir.
Por razões só nossas
E não Tuas...
Maria Luísa
O que mais preocupa não
é o grito dos violentos,
nem dos corruptos,
nem dos desonestos.
nem dos sem-caráter,
nem dos sem-ética.
O que mais preocupa é o
"Silêncio dos bons".
Martin Luther King
Com que simplicidade ele disse
esta frase profunda e
eterna...
O que mais preocupa é o
"Silêncio dos Bons."
Maria Luísa
Pertence à A P E - 24 . Setembro . 2001 / Maria luísa

Todos unidos por Um Mundo Melhor!
Amigos e desconhecidos...
Maria Luísa
1 anito, 29Abril de 2011
LONGE...
Perco-me no correr do Tempo,
Tu continuas sempre...
Os teus segredos
...Os sonhos
Sonhados por mim
Dados por ti...
Apenas tenho os sonhos
E os dias de feitiço,
Daqueles ventos
Vindos não sei de onde...
...Passam por mim
Perdem-se em Ti...
Cria a nostalgia
Do tempo
Perto e distante...
E a lua...só tua
E as sombras
...Do teu perfil
E eu próximo
E longe
De ti e de mim...
Acima de tudo,
Longe de mim!...
Maria luísa

Golfinhos da nossa Arrábida e daquele mar azul e único no
Mundo!
Maria luísa

A vida do poeta tem um outro ritmo,
Na fragilidade do meu mundo
Eu vivo.
Na apatia dos ruídos da rua
Eu vivo.
No fulgor de dias soalhentos
Eu vivo.
Na solidão das noites caladas
Eu vivo.
No carpir das mágoas contidas
Eu vivo.
No choro interior de olhos secos
Eu vivo.
Na melancolia do meu entardecer
Eu vivo.
Na saudade antecipada da partida
Eu vivo.
Piso a terra e olho o céu
E vivo.
Contigo,
Volto ao princípio de Tudo!
Maria luísa (Brasil de 2011)

Oferta/ Sor.Cecilia/Monja de Clausura Ordem de Predicadores/
Fevereiro 2011 (Not Copy - blogs protegido)

Oferecido ao blogs: http://os7degraus.blogspot.com /Fevº. 2o11

O Livro "A Maré e a Bruma" de Maria Luísa Maldonado Adães
A saír em Fevereiro de 2011 na cidade de Lisboa - Portugal .

Oferta De Um Farol chamado Amizade ( Un Faro llamado Amistad)
Brasil, Janeiro de 2011

Monja Dominica Clausura
Paterna:Valencia - Espanha
Oferta de Amizade,
a 22 de Novembro de 2.010.
Sor. Cecilia "Estou a Seu Lado"!
Maria Luísa Adães
Pede-se o favor, de "Não Copiar"/ Este blogs está protegido!"
Assim termino este Ano de 2010, neste blogs
que me trouxe alegrias e bons amigos.
Me vou ausentar em breve,
Espero regressar!...
Não podia deixar de comunicar neste blogs,
onde com tanto carinho me trataram sempre
e onde encontrei muito bons amigos,
que não vou esquecer - nunca!
O livro de amizade de Sor. Cecilia,
é a "Biblia"!
Que Deus nos ajude a todos,
Que caminhamos no Presente
Tentando esquecer os males Passados
E desconhecendo o Futuro...
Maria Luísa Maldonado Adães
O vento sopra,
Por entre as tuas matas,
E na do Solitário,
Ele não entra,
Não quebra a religiosidade
Do lugar.
Sabe...
Ele não pode acordar
E saír do seu sono
Milenário...
O vento sabe os teus segredos,
Conhece os teus encantos,
Mas respeita os teus mistérios.
Maria Luísa

Imagem Internet/ Greta Garbo
Sim Suplico!
E vou dar voz à súplica.
E sei:
Tudo é teu
Tudo te pertence,
Não deixes...
Que te tirem a alegria,
O teu estar no mundo
E o meu amor por ti.
Não permitas que isso aconteça!
Caminhante esquecido
Num local sem fim.
Acredita no simbolismo
De um mundo mais puro,
Procura um tempo presente
E vai mais longe...
Procura um tempo futuro.
E deixa que à superfície
De ti próprio,
Venham os sonhos e os anseios
E Luz aos teus pensamentos.
Ampara-te à minha força
Mas lentamente como tu sabes...
Deixa-me e continua só...
Não voltes para mim
O teu olhar...
Eu não vou chorar,
Não vou clamar,
Não vou reter
O teu caminhar!
Fico:
Olhando o horizonte, ao longe,
Brilhando como o sol
De outras Eras
Outras Gerações.
Mas sei:
Este é o Sol
Da tua própria vida.
E faço deste momento,
Em que te vejo
Reflectido no que escrevo,
_ Um tempo meu e teu _
Ele significa felicidade,
Vamos dividi-lo
Com outros caminhantes,
E deixamos de ser
Criaturas errantes!...
Maria luísa
Eu quero dizer!...
Mas espero o acordar
Daquele Mar
Sonolento e lânguido.
Vou ficar!
Rodeada da neblina
Do entardecer.
Do vento cantante
De terras distantes
E Luzes a acender...
Maria Luísa
Ophrys /Orquídeas da Serra "selvagens"
Vem ao mundo da Poesia
Vem de novo...
E dá-me a tua imponência
E ainda o teu silêncio
...Que tudo diz.
Canto para ti nestes versos
...Só meus,
Olho as tuas Estrelas à noite
E mais a Lua quando ela se levanta
E se mostra no Luar
E se espelha preguiçosa
Nas águas do teu Mar
No recanto único
...só teu
E um pouco meu...
E me dá a benesse,
A benesse do Amor e da Paz.
Maria Luísa
Cantas e danças
Ao Luar
Iluminas o Mar
Calas o Vento
Transformas a Noite.
Envolve-me no feitiço
Da noite
Do Luar
Do Vento
E do Mar.
Prende-me
Nos teus braços
E dança,
Canta
Como tu sentes
Como tu és...
E eu danço Contigo!...
Maria Luísa
Naquele arvoredo
Cerrado e único
Tens zeladores
Silenciosos
E Te preservam
Das agressões do Mal.
Não os vejo...
Os olhos humanos
Não vêm tudo
Mas o Espírito
Sabe...
Eles sussuram
O seu canto
Misturado com o Vento.
E amam-Te,
Velam por Ti,
Como só Eles
Sabem velar.
E estás acompanhada,
A Solidão é minha!...
Maria Luísa
Vêr video, do drama revivido do Nobel da Paz, Prof. Xiacodo
e família por http://anjodaesquina.blogs.sapo.pt .
Linda Homenagem! Maria Luísa
E nas tardes quentes,
As cigarras cantam descuidadas
A sua alegria,
Sentem o Sol tão brilhante
Naquela Serra tão verdejante.
Caminho nas veredas,
Vejo ao longe os barcos acenando
E as águas quais Fadas do Oceano
Flutuam voluptuosas e belas,
Num chamado constante.
E a tarde aproxima-se
E numa determinada hora,
Tu falas,
Eu ouço o Teu falar,
Apenas nessa hora...
Maria Luísa
Volto lentamente, o meu olhar para ti
E digo sempre:
Não há nada igual no Mundo,
Esta Serra,
Este Mar
E por vezes, a canção do Vento.
Sabes?
Agradeço tudo quanto me dás,
A possibilidade de te sentir
E escrever.
Pulsa um coração forte
No teu interior
E sinto em Ti uma mulher
Possante, hercúlea, bela
Como Valquíria
De cabelos ao vento.
Num local flamante
Um pedaço do Paraíso.
Pertences à Terra!
E mais...
À minha terra,
À minha vida,
Aos meus sonhos,
A tudo quanto amo.
Maria Luísa
Apelo,
Vêr Video, nos comentários a este poema,
feito por:
jabeiteslp (http://anjodaesquina.blogs.sapo.pt)
"Matança de Golfinhos" na Ilha Feroe / Dinamarca.
Onde está o amor e a chamada civilização? Maria Luísa
Imagem Internet/ Salvador Dalí
Poeta difícil
Quem és tu?
Vou juntar-me a ti.
Existes, ou és figura esquecida,
Ou és vivência eterna,
Ou és razão e loucura.
De quem são as culpas
Que arrastas contigo,
Talvez não sejam tuas.
Estremeço ao ler tuas palavras,
Amo o teu dizer
A Luz do teu sentir.
A luz ou o escuro,
Não vou escolher…
As palavras são minhas ou tuas,
Aprendidas, ouvidas,
Aqui e ali.
Talvez haja coisas sem futuro,
Talvez tu e eu
Não tenhamos futuro.
E somos essas coisas
De que nos lembramos
Fábulas, de dunas estranhas.
Onde estão os nossos remos
Os perdemos
E não sabemos nosso rumo.
Nosso barco balança
O mar se aquieta
Olho terra deserta.
Alguém desfolha nossas letras,
Nos importa o Presente
Mesmo sem Futuro.
Maria Luísa
Procuro aquele amor de fogo
Onde se escondeu esse fogo?
Procuro meu amor.
Ele foi levado para outro mar,
Eu fiquei no mesmo mar,
Olhando a distância no Luar.
Não posso percorrer a estrada
Feita da espuma do mar
E te encontrar no outro lugar.
Meus sonhos se rasgam
Entre a “Maré e a Bruma”
E continuo esperando…
Vejo o mar, um barco a navegar,
Mas não vejo o outro lado do mar
O convexo da Terra, não deixa olhar.
E o fogo com água a pingar,
Se pode apagar
E acabar com nosso acreditar.
Mas procuro sempre, aquele fogo
E sei onde está,
Mas não lhe posso tocar.
Eu sei ver-o-mar e as sombras,
Conversando entre espumas
De símbolos e enigmas.
Me parece e sinto
Que perdi esse amor de fogo,
Por culpa da anatomia
Do lugar onde me encontro.
E a canção do mar é tudo,
No fim de meus dias!
Maria Luísa
Internet / Salvador Dalí

É na realidade que vivo
É para ela que tenho de voltar
Quando as asas cansadas
Não podem mais voar.
Tenho de viver sem sonhos
E transformar todo um destino
Que ao nascer me proibiu de tudo.
Mas não sei como o fazer,
Pergunto ao vento
Ele não sabe responder.
Pergunto às aves
E delas me amedronto
E elas sabem, porque fujo delas.
Deus não me pode dizer como viver,
Tenho de aprender
E não sei como aceitar o morrer.
Não culpo nada, nem ninguém!
Alguns, culpam Deus de todo o mal,
Outros culpam sua sorte
Eu me culpo a mim,
Na espessura da multidão
Que me envolveu.
Como posso estar viva,
Como posso descer escadas,
Perder minha vida,
Ter um rosto no mundo
Afundar um destino
Há muito afundado?
Como posso viver meu amor
E não te culpo de nada…
As culpas são minhas,
Apenas minhas, são as culpas!
Sinto-me igual à solidão,
Na procura
De uma face iluminada.
Maria Luísa
Não mudei,
Nada mudou
Apenas a ilusão
Passou
E não voltou.
Então, alguma coisa mudou,
Mas eu não sei
Ninguém me contou.
E tudo ficou,
Na leveza de meu ser
Que procura em vão
Te conhecer,
Te acolher,
Te ver.
E depois posso dizer
Sim, nada mudou
Mas eu mudei…
Os encontros não se repetem,
Nem a emoção
Do primeiro amor.
Tão curta, a vida!
Maria Luísa
Imagem Internet / Salvador Dalí
Sinto a noite a aproximar
O cheiro das flores
Me fazem pensar.
Tudo se perdeu
Nas coisas que contei
E nas outras que senti.
E tornei-me indiferente
Ao lado de gente
Que tratou de mim.
Lembro tua forma de amar
Te dei meu pensar
E escondi meu clamar.
Acumulo as culpas
Não são tuas culpas,
Mas são minhas.
A minha alma desdobra-se
Em pétalas de flores pisadas,
Separada de mim.
Lembro a doçura dessas mãos
Pousadas no bater do coração,
Não têm as marcas de meus beijos.
Mas continuo a amar-te
A sentir teu desejo,
Meus olhos fechados, nublados,
De inúmeros patamares.
Murmúrio de água lenta
Num céu de prece
Num sonho extinto.
A tarde morre
Meu desejo cresce,
Te vou amar.
A noite vem,
Vou esquecer contigo
Tudo quanto disse!
Sobem ramos de rosas,
Se desfolham no silêncio desta noite
E eu lembro, minha vida,
Esqueço essa lembrança
E amo!

Imagem Internet / Salvador Dalí
A nossa festa acabou: trazias pedaços de luar nos Teus cabelos dourados,
Teu corpo macio e brando entregava-se com quebranto e langor…
Tudo terminou em cânticos de luz e louvor!
Recordo o banquete, preparado por mim – aquele sabor ao néctar puro
Das abelhas,
Favos amarelos – alvéolos trabalhados com fervor,
Vinhos, nos seus tons dourados e as flores perfumadas, ao longo do caminho.
Tudo tão simples ao longo desta vida, nunca antes contada.
Mas a simplicidade, não é o meu atributo maior e vou continuar como sou!
Quando for possível – arranjo outra festa e convido mais gente.
E despida de modas e trajes complicados – vou como em passerelle
E mostro meu corpo despido de fantasias – como escrevo meus versos ou minha prosa.
É uma representação abstracta, como um quadro pintado que só os críticos sentem
E sabem definir.
Jogo Xadrez – agrada-me essa espécie de jogo, mas sinto-me bem no meu mundo,
Escrevendo com amor para Todos e ainda mais, para aqueles que não gostam, ou
Não podem entender – mas não o confessam!
O teor desta carta fala de tantas coisas, contadas por mim e por Ti.
Nos ensinaram a vencer, a ganhar o Primeiro Lugar –
Mas nos foi dado o Último Lugar…
O Teu contar foi o mais belo – intimista, abstracto – quem dá por ele?
Os que passam e não lêem? E ainda aqueles que não passam…
Esses são os mais fáceis. Nada têm a dizer.
Admiro-Te com ternura, pela Tua solidão – Só Tua – E me deixares compartilhar o Teu estar no mundo.
Não estou mais só! Tenho-Te e escrevo por Ti…Apenas por Ti!
Maria Luísa
Imagem Internet/ Salvador Dalí
A sede dentro de mim não morre!
Nu tu e o poema,
Nu tu e as palavras ardentes,
Nu tu e o desejo de ser crente,
Nu tu e o teu sentir
Desprovido,
Seduzido,
Na chamada
Loucura de quem sente.
Nuas as palavras ao vento
Penetrantes no sentir
De quem mente…
E se transformam no desejo
E nuvens de saudade
Por cima da verdade.
E sejas tu,
O vento e o poema
E estrelas eriçadas
Das horas lentas e caladas.
Pára nas pontes frágeis
Da poesia
E não contes mais!
Diz adeus
E não me procures,
Hoje e sempre.
Esta é a minha dor!
Maria Luísa

Imagem Internet/ Salvador Dalí
A nossa vida é isso que tu dizes
Como num filme passa por nós,
Pequenas cenas passadas
Grandes cenas vividas.
Tudo deixa de ser real
E até o presente do instante
Esquecemos,
Mas o flash é momentâneo,
Muito breve, por vezes.
Fica presa na memória
E a memória traz nostalgia
Simboliza nossa pessoa,
Nossa vivência.
Com ela vivemos
De pequenas emoções,
Alguns sofrimentos
E outros esquecimentos
Que não queremos lembrar.
A memória é eterna,
Transcende o espaço
Em que vivemos
E nos ensina a esquecer,
Alguns tormentos.
Sem ela deixamos de ser Gente!
Deixa-me pensar
Que tudo quanto digo
É verdade.
Deixa-me ser como sou,
Não me queiras mudar
E deixa, continuar a viver
Como gosto.
Amar-te como me apetece,
E tu me conheces
E deixar-te a olhar
Aniquilado, assombrado,
Para a minha sombra
Quando me afasto.
E por ser assim…
Não fujas de mim!
Eu quero sempre mais
Do que um milagre!
Maria luísa
Imagem Internet/ Salvador Dalí
Nua me encontro,
As estrelas são meu manto
A dor que me acompanha
Reflecte meu pranto.
Se falo de amor
Eu sinto e vivo o amor.
Se falo de tristeza
Eu sinto e vivo tristeza.
Se falo de verdade
Eu sinto e vivo verdade.
Tudo em mim
É humano e místico
Mesmo o que não vejo – existe!
Tudo em mim
É esplendor na relva
De Ibirapuera.
Eu estou convertida,
Fluente, quente, suave,
Desprendida.
O lago se espelha
Se deleita, estremece,
Olha para mim.
Eu não pertenço ao lago,
Mas sinto o seu afago.
Cisnes negros navegam
Nesse lago,
Ao som do canto
E dos suspiros dos amantes.
Se amam
Na relva molhada,
Ao meu lado.
A noite aproxima
A distância é só uma
E eu olho os amantes,
Nos jogos de amor.
Junto-me a eles,
Faço parte deles
Canto, danço e amo
Numa despedida de encanto.
Me despeço
Do parque imenso,
Do parque quente e húmido
De Ibirapuera.
E ouço o silêncio
De corpos nus e cansados
Estremecendo ao som
De musicas caladas.
Me levanto,
Nua está
A relva verde
A terra amarela,
Salpicada de luz
E o lago
Pousado e perto
Diz,
Eu sou o verso do Universo
Os olhos de antepassados.
Tão grande, o mundo!
Tão curta, a vida!
E lugares, tão distantes!
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. FOGO
. VIVER
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. VIDA
. NUA
. FOGO
. NOITE
. SEDE
. VIDA
. NUA
. REALIZAR
. AMEI-TE


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